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Guia básico para entender a NFL parte 2 (NFC)

NFC EAST (Dallas Cowboys, New York Giants, Philadelphia Eagles, Washington Redskins)















Nome: Dallas Cowboys
Fundação: 1960
Estádio: AT&T Stadium
Apelido: America's Team
Ordem cronológica: 1960 - presente
Super Bowls: 1971 (VI), 1977 (XII), 1992 (XXVII), 1993 (XXVIII) e 1995 (XXX)
Conferências: 1970, 1971, 1975, 1977, 1978, 1992, 1993 e 1995
Divisões: 1970, 1971, 1972, 1973, 1976, 1977, 1978, 1979, 1981, 1985, 1992, 1993, 1995, 1996, 1998, 2007 e 2009
Rivais: Washington Redskins, New York Giants, Philadelphia Eagles e Arizona Cardinals.
Ídolos: Bob Lilly (DT), Emmitt Smith (RB), Randy White (DT), Mel Renfro (RS), Chuck Howley (LB), Lee Roy Jordan (LB), Ed (DE), Tony Dorsett (RB), Cornell Green (DS), Michael Irvin (WR), Roger Staubach (QB), Ralph Neely (OT), Troy Aikman (QB), Jethro Pugh (DT), Dave Edwards (LB), Cliff Harris (FS), Drew Pearson (WR) e Bob Hayes (WR/PR)
Destaques: Tony Romo (QB), DeMarco Murray (RB), Dez Bryant (WR), Jason Witten (TE), Terrence Williams (WR), Gavin Escobar (TE), Barry Church (FS), Rolando McCain (MLB), J.J. Wilcox (SS), Justin Durant (OLB), Sterling Moore (DB), Bruce Carter (OLB), Henry Melton (DT), George Selvie (DE) e Kyle Wilber (OLB).
Resumo: Há quase 20 anos sem chegar num Super Bowl, que já vencera cinco vezes, o Dallas Cowboys deverá contar com uma temporada mais amena e tranquila com relação as outras. Motivo? Os americanos cansaram de forçar a barra com o time mais popular do país, sendo que por muitos anos a forçada de barra era descomunal com as equipes formadas durante esses 20 anos de hiato. Com um "time menos polêmico" e sem grandes preocupações com Tony Romo, os caubóis também contam com uma poderosa arma para voltar aos playoffs com mais força. E qual arma seria essa? DeMarco Murray, um monstro na arte de correr com a bola. Ele é explosivo, quebra tackles e finta com muita facilidade. Os mais maldosos diriam que Murray é o grande motivo para que Tony Romo tenha poucos turnovers com relação a temporada passada, já que não é muito difícil entregar as bolas nos braços do running back. Entretanto, a confiança que Murray passou para o time texano reflete na tranquilidade que Romo tem para lançar a bola ultimamente. Dez Bryant, que sempre foi um wide receiver de alto nível, está aproveitando muito bem as chances. Além dele, Terrence Williams, que está em seu segundo ano na liga, já anotou mais TDs atualmente do que durante a temporada passada inteira. Outro alvo que Romo sempre busca é o sempre confiável Jason Witten, uma sumidade entre os tight ends ativos. Apesar do corpanzil avantajado, Witten tem muita ginga nos pés e sabe muito bem procurar espaços durante a corrida. No entanto, se o ataque corresponde à altura do time, o mesmo não se pode dizer da defesa. A saída de DeMarcus Ware (DE) foi um tremendo baque para a defesa, que pouco consegue parar o jogo corrido dos adversários. Já no jogo aéreo a realidade é um pouco melhor, considerando que a secundária do Dallas é muito boa em forçar turnovers.













Nome: New York Giants
Fundação: 1925
Estádio: MetLife Stadium
Apelido: Big Blue
Ordem cronológica: 1925 - presente
Super Bowls: 1986 (XXI), 1990 (XXV), 2007 (XLII) e 2011 (XLVI)
Conferências: 1986, 1990, 2000, 2007 e 2011
Divisões: 1986, 1989, 1990, 1997, 2000, 2005, 2008 e 2011
Rivais: Philadelphia Eagles, Washington Redskins, Dallas Cowboys, San Francisco 49rs, New York Jets e New England Patriots
Ídolos: Lawrence Taylor (OLB), Rosey Brown (OL), Emlen Tummel (S), Harry Carson (LB), Mel Hein (OL), Michael Strahan (DE), Sam Huff (LB), Frank Gifford (HB/WR), Y.A. Tittle (QB), Andy Robustelli (DE), Arnold Weinmeister (DT), Charlie Conerly (QB), Tiki Barber (RB), Tuffy Leemans (FB/HB), Phil Simms (QB), Joe Morrison (WR) e Eli Manning (QB)
Destaques: Eli Manning (QB), Rashad Jennings (RB), Andre Williams (RB), Rueben Randle (WR), Larry Donnell (TE), Victor Cruz (WR), Daniel Fells (TE), Odell Beckham (WR), Jason Pierre-Paul (DE), Jacquian Williams (OLB), Antrel Rolle (SS), Trumaine McBride (CB), Mathias Kiwanuka (DE), Damontre Moore (DE), Robert Ayers (DE) e Johnathan Hankins (DT)
Resumo: O Big Blue é a grande incógnita dentre os três principais postulantes nessa divisão, já que os Redskins não conseguem se resolver tanto dentro de campo quanto fora dele. Apesar de ninguém dizer o contrário, parecia que Eli Manning estava sob o efeito de alguma magia negra desde a temporada passada. Muitas interceptações assombravam o mundinho do já bitolado quarterback de Nova York. Victor Cruz, principal nome do ataque dos Giants, começou a temporada claudicantemente por causa de uma contusão. Com isso, o trio de jovens recebedores dos Giants apareceu na hora que o time mais precisava. Randle (WR), Beckham (WR) e Donnell (TE) estão dando conta do recado, além de darem mais movimentação para Eli Manning, que ansiava tanto por isso. Porém, quem mais chama a atenção negativamente nessa fraca temporada dos nova-iorquinos é a defesa, que não corresponde nem de perto com o otimismo que ela dava aos torcedores do Azulão. Você pode atribuir N fatores para o fraco desempenho da linha defensiva, mas nada é mais sintomático que a idade avançada de muitos dos principais jogadores defensivos dos Giants. Correr atrás de moleques não é nada fácil, meus caros.














Nome: Philadelphia Eagles
Fundação: 1933
Estádio: Lincoln Financial Field
Apelido: Bird Gang
Ordem cronológica: Philadelphia Eagles (1933-1942), Philadelphia/Pittsburgh Steagles (1943) Philadelphia Eagles (1944-presente)
Super Bowls: 0
Conferências: 1980 e 2004
Divisões: 1980, 1988, 2001, 2002, 2003, 2004, 2006, 2010 e 2013
Rivais: New York Giants, Washington Redskins, Dallas Cowboys, Pittsburgh Steelers, Green Bay Packers e New England Patriots
Ídolos: Reggie White (DE), Chuck Bednarik (LB), Steve Van Buren (RB), Brian Dawkins (S), Pete Pihos (TE), Brian Westbrook (RB), Wilbert Montgomery (RB), Bob Brown (OT), Bill Bergey (LB), Norm Van Brocklin (QB), Harold Carmichael (WR), Donovan McNabb (QB), Randall Cunningham (QB), Tra Thomas (OT), Jon Runyan (OT) e Trent Cole (DE)
Destaques: Nick Foles (QB), LeSean McCoy (RB), Darren Sproles (RB), Jeremy Maclin (WR), Riley Cooper (WR), Jordan Matthews (WR), Zach Ertz (TE), James Casey (TE), Chris Polk (RB), DeMeco Ryans (ILB), Nate Allen (SS), Bradley Fletcher (CB), Fletcher Cox (DE), Connor Barwin (OLB), Brandon Graham (LB), Trent Cole (OLB) e Vinny Curry (DE)
Resumo: Se o Philadelphia Eagles fosse um time brasileiro, o time, no caso, seria o Internacional. O motivo? O clube colorado sempre monta elencos com grandes jogadores, as famosas contratações de aeroporto, assim como faz (fazia) a franquia da Philadelphia. Coincidentemente, essa relação pode ser feita porque a fase "gastadora" das duas equipes começou na mesma época, no início dos anos 2000. Porém, após anos gastando o salary cap com jogadores caros durante a free agency, os Eagles decidiram maneirar na gastança e começaram a dar oportunidades aos jogadores mais novos e jogadores encostados, ou em baixa, em outras franquias (caso de Darren Sproles). Com isso, baseado nos recentes resultados e nos resultados da pré-temporada, os Eagles podem, no mínimo, conseguir uma vaga nos playoffs. Apesar de terem perdido o grande DeSean Jackson para o rival Washington Redskins, os Eagles conseguiram manter uma boa média de pontuação com os seus wide receivers, especialmente com Jeremy Maclin. Já na defesa, os Eagles não sofreram nenhuma baixa considerável. Com jogadores pesados e táticos, a DL da franquia é uma das mais agressivas e perigosas de toda a liga, ocasionando fumbles e interceptações corriqueiramente em seus adversários. Somando a todos esses elementos, ainda temos o temível estádio Lincoln Financial Field, que é um verdadeiro caldeirão para os adversários.















Nome: Washington Redskins
Fundação: 1932
Estádio: FedEx Field
Apelido: The Skins
Ordem cronológica: Boston Braves (1932), Boston Redskins (1933-1936), Washington Redskins (1937-presente)
Super Bowls: 1982 (XVII), 1987 (XXII) e 1991 (XXVI)
Conferências: 1972, 1982, 1983, 1987 e 1991
Divisões: 1972, 1983, 1984, 1987, 1991, 1999 e 2012
Rivais: Dallas Cowboys, New York Giants e Philadelphia Eagles
Ídolos: Sammy Baugh (QB/DB/P), John Riggins (RB), Art Monk (WR), Darrell Green (CB), Joe Theismann (QB), Sam Huff (LB), Joe Jacoby (OL), Sonny Jurgenson (QB), Charles Mann (DE), Russ Grimm (TE), Ken Harvey (LB), Dexter Manley (DE), Larry Brown (RB), Ken Houston (DB), Clinton Portis (RB), Jeff Bostic (OL) e Chris Samuels (LT)
Destaques: Robert Griffin III (QB), Kirk Cousins (QB), Alfred Morris (RB), Pierre Garcon (WR), DeSean Jackson (WR), Niles Paul (TE), Andre Roberts (WR), Darrel Young (FB), Keenan Robinson (ILB), Ryan Kerrigan (OLB), Ryan Clark (FS), Bashaud Breeland (CB), Perry Riley (ILB), Jason Hatcher (DE), Frank Kearse (DT) e DeAngelo Hall (CB)
Resumo: Geralmente o que define um time de futebol americano é o seu quarterback, certo? Pois é, e se eu dissesse que os Redskins nunca tiveram uma "identidade" nessa posição? Durante sua história, os Redskins ficaram famosos por draftar ou contratar QBs burocráticos e cautelosos, bem ao estilo "low profile", e que dariam bons frutos a franquia. O último, e talvez o único quarterback de Washington que ficou famoso foi Joe Theismann, que apesar da breve carreira no esporte, conseguiu liderar os Redskins como uma verdadeira estrela da sua posição. Atualmente, Washington não conta com um grande QB para liderar sua esquadra para a vitória. Robert Griffin III, ou simplesmente RGIII, convive com intermináveis lesões que atrapalham o seu desenvolvimento. Após manobra mirabolante dos dirigentes para draftá-lo, RGIII respondeu a curto prazo e se destacou com vários passes longos e corridas inacreditáveis. No entanto, o QB principal está indisponível e os seus dois reservas são fraquíssimos (Kirk Cousins e Colt McCoy). Sua ótima e jovem linha defensiva, que faz lembrar os tempos áureos daquele time supercampeão na década de 1980, também é constantemente assombrada pelas lesões (DeAngelo Hall, por exemplo), mas sua solidez pode ser o porto seguro que os Skins tanto precisam. 


NFC NORTH (Green Bay Packers, Chicago Bears, Minnesota Vikings e Detroit Lions)











Nome: Green Bay Packers
Fundação: 1919
Estádio: Lambeau Field
Apelido: The Pack ou Bays
Ordem cronológica: 1919 - presente
Super Bowls: 1966 (I), 1967 (II), 1996 (XXXI) e 2010 (XLV)
Conferências: 1960, 1961, 1962, 1965, 1966, 1967, 1996, 1997 e 2010
Divisões: 1967, 1972, 1995, 1996, 1997, 2002, 2003, 2004, 2007, 2011, 2012 e 2013
Rivais: Chicago Bears, Minnesota Vikings e Detroit Lions
Ídolos: Gale Gillingham (G), LeRoy Butler (S), Aaron Rodgers (QB), Clark Hinkle (FB), Arnie Herber (QB), Jim Ringo (C), Sterling Sharpe (WR), James Lofton (WR), Henry Jordan (DT), Jerry Kramer (RG), Reggie White (DE), Willie Davies (DE), Paul Hornung (HB), Willie Wood (S), Jim Taylor (FB), Herb Adderley (CB), Ray Nitschke (MLB), Forrest Gregg (RT), Brett Favre (QB), Bart Starr (QB) e Don Hutson (WR)
Destaques: Aaron Rodgers (QB), Eddie Lacy (RB), James Starks (RB), Jordy Nelson (WR), Randall Cobb (WR), Davante Adams (WR), Andrew Quarless (TE), Morgan Burnett (SS), A.J. Hawk (ILB), Julius Peppers (OLB), Mike Daniels (DE), Clay Matthews (OLB), Mike Neal (OLB), Nick Perry (OLB), Sam Shields (CB) e Casey Hayward (CB).
Resumo: O futebol brasileiro possui várias regras varzeanas e folclóricas. Uma delas, e talvez a mais famosa (e que se mais se assemelha à realidade), é de que a camisa ganha jogo. Poucos times na NFL são tão tradicionais e fortes como o Green Bay Packers. Apesar de não estar numa de suas grandes temporadas, os comandados de Aaron Rodgers são capazes de tudo, mesmo com poucos jogadores renomados e muita juventude. A defesa continua sólida como um mármore, mesmo com alguns jogadores sofrendo lesões durante a temporada. Clay Matthews, Nick Perry e A.J. Hawk são três dos melhores linebackers que qualquer treinador sonharia em ter, e que agora conta com o auxílio do excelente e veteraníssimo Julius Peppers, ex-Bears. O ataque de Green Bay poderia passar despercebido na maioria das vezes, em qualquer outra equipe, caso ela não fosse liderada por um quarterback de alto nível como é o Aaron Rodgers. Esse grande jogador é capaz de transformar um simples picadinho de carne da sobra do churrasco do final de semana num filé mignon à parmegiana. Jogadores como Randall Cobb, Davante Adams e Andrew Quarless agradecem até hoje pela sorte de terem um QB tão prolífico e genial em seu comando.












Nome: Chicago Bears
Fundação: 1919
Estádio: Soldier Field
Apelido: Da Bears ou The Monsters of the Midway
Ordem cronológica: Decatur Staleys (1919-1920), Chicago Staleys (1921) e Chicago Bears (1922-presente)
Super Bowls: 1985 (XX)
Conferências: 1985 e 2006
Divisões: 1984, 1985, 1986, 1987, 1988, 1990, 2000, 2005, 2006 e 2010
Rivais: Green Bay Packers, Minnesota Vikings, Detroit Lions, Arizona Cardinals, Cleveland Brows, San Francisco 49rs e New York Giants
Ídolos: Brian Urlacher (LB), Paddy Driscoll (QB), George Musso (G), Joe Stydahar (LT), Richard Dent (DE), Sid Luckman (QB), Mike Singletary (LB), Bronco Nagurski (FB), George Connor (DT), Bill George (LB), Bulldog Turner (LB), Red Grange (DB), Doug Atkins (DE), Mike Ditka (TE/HC), Gale Sayers (RB), George Halas (HC), Dick Butkus (LB) e Walter Payton (RB)
Destaques: Jay Cutler (QB), Matt Forte (RB), Martellus Bennett (TE), Alshon Jeffery (WR), Brandon Marshall (WR), Santonio Holmes (WR), Ryan Mundy (SS), Kyle Fuller (CB), Willie Young (DE), Jared Allen (DE), Jeremiah Ratliff (DT), Stephen Paea (DT), Shea McClellin (OLB), Ego Ferguson (DT) e Chris Conte (FS)
Resumo: Um poço de experiência. É assim que podemos definir um time que conta com Martellus Bennett, Brandon Marshall, Santonio Holmes, Jared Allen e Matt Forte como principais estrelas para mais uma temporada de muita NFL. Após momentos conturbados de negociações com o grande e revolucionário Brian Urlacher, ex-linebacker, durante a pré-temporada (fato que ocasionou na aposentadoria do jogador), os Bears procuraram manter a mesma filosofia do ano passado, que é de cultivar a experiência em posições que exigem personalidade dentro de campo. Pulando para uma área cinzenta, polêmica e extremamente importante, a posição mais desejada por todos os jovens americanos, a de quarterback, temos o irregular Jay Cutler, que, apesar de já não ser tão jovem, até hoje sofre com a desconfiança dos torcedores e também da mídia. Com um porte físico perfeito para a posição, Cutler deixa a desejar na visão de jogo, sendo muitas vezes interceptado em jogadas absurdas e inexplicáveis. No entanto, quando Cutler acerta o passe muitos desses são lindos e precisos. Por isso, a única coisa que o torcedor dos Bears pode fazer nesse momento é esperar que, mesmo estando com 31 anos de idade, o Cutler amadureça e vire o grande quarterback que se espera.















Nome: Minnesota Vikings
Fundação: 1961
Estádio: TCF Bank Stadium
Apelido: The Viks, Purple Pride e The Purple People Eaters
Ordem cronológica: 1961-presente
Super Bowls: 0
Conferências: 1969, 1973, 1974 e 1976
Divisões: 1970, 1971, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1980, 1989, 1992, 1994, 1998, 2000, 2008 e 2009
Rivais: Green Bay Packers, Chicago Bears e Detroit Lions
Ídolos: Matt Blair (LB), Mick Tingelhoff (C), Scott Studwell (MLB), Anthony Carter (WR), Jared Allen (DE), Jim Marshall (DE), Paul Krause (S), Chris Doleman (DE), John Randle (DT), Chuck Foreman (RB), Randall McDaniel (G), Cris Carter (WR), Ron Yary (T), Carl Eller (DE), Randy Moss (WR), Alan Page (DT), Frank Tarkenton (QB) e Adrian Peterson (RB)
Destaques: Matt Cassel (QB), Teddy Bridgewater (QB), Matt Asiata (RB), Greg Jennings (WR), Jarius Wright (WR), Cordarrelle Patterson (WR), Kyle Rudolph (TE), Anthony Barr (OLB), Jasper Brinkley (MLB), Harrison Smith (FS), Everson Griffen (DE), Chad Greenway (OLB), Tom Johnson (DT), Linval Joseph (DT), Sharrif Floyd (DT) e Josh Robinson (CB) 
Resumo: Tudo acontece com o Minnesota Vikings! O clube da gélida cidade americana é uma das franquias mais azaradas dos esportes americanos. Se não bastasse o grande episódio de 1998, quando os Vikings perdeu na prorrogação após Gary Anderson, kicker que não havia errado um PAT e um field goal durante a temporada regular, perder o field gol que daria a vitória ao clube e o levaria ao Super Bowl quinta vez. Recentemente, os Vikings encontraram um running back espetacular, que teve números excepcionais e recordes quebrados na temporada passada, mas que, para essa temporada, vai ficar assistindo o jovem Matt Asiata substituí-lo de maneira justa. Adrian Peterson, um dos maiores running backs da nova geração, está sendo acusado de ter espancado o seu filho mais jovem. O incidente caiu como um meteoro na cabeça dos torcedores dos Viks, que ficaram desamparados sem o seu principal jogador. O time é bastante frágil, que conta alguns jogadores jovens que até demonstram certo futuro, mas, que devido a essa grande nuvem de frustração que paira sobre a franquia, muitos deles ficam escondidos por lá.












Nome: Detroit Lions
Fundação: 1929
Estádio: Ford Field
Ordem cronológica: Portsmouth Spartans (1929-1933) e Detroit Lions (1933-presente)
Super Bowls: 0
Conferências: 0
Divisões: 1983, 1991 e 1993
Rivais: Minnesota Vikings, Green Bay Packers, Chicago Bears, San Francisco 49rs, Tampa Bay Buccaneers, Los Angeles Rams (extinto), Chicago Cardinals (extinto), Baltimore Colts (hoje é Indianapolis) e Cleveland Browns.
Ídolos: Alex Wojciechowicz (C/LB), Chris Spielman (LB), Charlie Sanders (TE), Dutch Clark (QB), Lou Creekmur (G), Yale Lary (P/PR/DB), Jason Hanson (K), Dick Lane (DB), Herman Moore (WR), Alex Karras (DT), Jack Christiansen (CB), Doak Walker (RB), Lem Barney (CB), Calvin Johnson (WR), Bobby Layne (QB), Joe Schmidt (LB) e Barry Sanders (RB)
Destaques: Matthew Stafford (QB), Joique Bell (RB), Reggie Bush (RB), Golden Tate (WR), Calvin Johnson (WR), Eric Ebron (TE), DeAndre Levy (OLB), Darius Slay (CB), Tahir Whitehead (OLB), Glover Quin (FS), James Ihedigbo (SS), Ndamukong Suh (DT), Ezekiel Ansah (DE), Stephen Tulloch (MLB), George Johnson (DE), Nick Fairley (DT) e C.J. Mosley (DT)
Resumo: Se achar uma agremiação nos esportes americanos que nunca venceu um campeonato mundial já é difícil, imagina procurar por uma franquia que sequer venceu uma final de conferência num dos torneios mais igualitários como a NFL. O Detroit Lions é uma das franquias mais antigas do futebol americano, e, apesar da longevidade, até hoje não conseguiu chegar perto do gostinho de ser campeão de algo importante. Após anos e anos se aclimatando na gélida parte de baixo da divisão (e da tabela geral), os Lions se aproveitaram das boas colocações nos drafts para conseguir montar uma equipe muito forte. O principal nome da franquia é o gigantesco WR Calvin Johnson, que seria estrela em qualquer outra equipe melhor organizada. Apesar da envergadura assustadora, Johnson não é apenas uma opção para os passes em profundidade. O wide receiver também é muito bom na corrida e nas rotas para tornar-se opção para o quarterback Matt Stafford. Na mesma posição, só que do lado oposto de Calvin Johnson, encontra-se outra ótima opção de passe para Stafford, o pequeno Golden Tate. Apesar do tamanho relativamente pequeno, se formos comparar com o Megatron, Tate é extremamente rápido, ágil e flexível, sendo capaz de fazer verdadeiras acrobacias para capturar a bola. No jogo terrestre, os Lions contam com a juventude de Joique Bell e a experiência de Reggie Bush, cuja alternância deve gerar muitos TDs. Entretanto, o crème de la crème dos Lions é a sua feroz defesa que é capaz de tacklear até você aí no conforto do seu sofá. Whitehead e Tulloch são linebackers sedentos por sangue de quarterback, enquanto a DL, povoada pelos excelentes Ansah, Johnson, Fairley, Suh e C.J. Mosley são capazes de derrubar até a Muralha da China. No entanto, duas coisas podem atrapalhar, e muito, a trajetória dos Lions nessa temporada: as lesões e a falta de costume em vencer campeonatos.




NFC SOUTH (New Orleans Saints, Atlanta Falcons, Carolina Panthers e Tampa Bay Buccaneers)
















Nome: New Orleans Saints
Fundação: 1967
Estádio: Mercedes-Benz Superdome
Apelido: Black and Gold (ou Noir-et-Or, em francês) ou The Bayou Boys
Ordem cronológica: 1967-presente
Super Bowls: 2009 (XLIV)
Conferências: 2009
Divisões: 2006, 2009 e 2011
Rivais: Atlanta Falcons, Tampa Bay Buccaneers, Carolina Panthers, Philadelphia Eagles, Dallas Cowboys, Minnesota Vikings e San Francisco 49rs
Ídolos: Morten Anderson (K), Stan Brock (T), Willie Roaf (T), Jerry Fontenot (C), Jim Dombrowski (G/T), Jahri Evans (G), Henry Childs (TE), Danny Abramowicz (WR), Joe Horn (WR), Eric Martin (WR), Robert Meachem (WR), Devery Henderson (WR), Lorenzo Neal (FB), Deuce McAllister (RB), Bobby Hebert (QB) e Drew Brees (QB)
Destaques: Drew Brees (QB), Jimmy Graham (TE), Pierre Thomas (RB), Mark Ingram (RB), Brandin Cooks (WR), Marques Colston (WR), Robert Meachem (WR), Curtis Lofton (MLB), Corey White (CB), Kenny Vaccaro (SS), Junior Galette (OLB), Cameron Jordan (DE), Parys Haralson (OLB), Keenan Lewis (CB), Khiry Robinson (RB) e Shane Graham (K)
Resumo: Irregularidade, esse é o grande problema do ainda bom time do New Orleans Saints. Há três, quatro anos atrás seria difícil imaginar que um time tão engenhoso e tão gostoso de se ver jogar, como era o New Orleans Saints, fosse tornar numa equipe pragmática de hoje. Querido por muitos brasileiros graças aos poderes mágicos de Drew Brees, os Saints estão passando pela transição daquele timaço, campeão do Super Bowl de 2009, para uma equipe menos glamourosa, para não dizer modesta. Entretanto, alguns pilares daquela conquista, que na época eram apostas, hoje são exemplos para jogadores mais jovens. Marques Colston e Robert Meachum, dois WRs que foram campeões em 2009, são modelos para Brandin Cooks, recém-draftado pelos Saints. Porém, a opção mais segura de ataque continua sendo um dos principais tight ends da NFL, o excelente Jimmy Graham, apesar de Mark Ingram, vencedor do Heissman Trophy há quatro anos atrás, estar aos poucos pegando a confiança que tinha no College. Como a modificação veio em doses paliativas, o Saints não tem muito do que se queixar, mas querer exigir uma performance de alto nível atrapalharia o trabalho de reconstrução de Sean Payton. Aquela defesa insana e incansável, que produzia turnovers com a mesma facilidade que Volkswagen produz o Gol, hoje também não é a mesma de outrora, apesar de ainda contar com ótimos jogadores em cada setor. Lofton, Galette e Haralson continuam dando consistência como linebackers e Cameron Jordan continua sendo um dos melhores defensive ends da liga.















Nome: Atlanta Falcons
Fundação: 1965
Estádio: Georgia Dome
Apelido: The Dirty Birds
Ordem cronológica: 1965-presente
Super Bowls: 0
Conferências: 1998
Divisões: 1980, 1998, 2004, 2010 e 2012
Rivais: New Orleans Saints, Carolina Panthers e Tampa Bay Buccaneers
Ídolos: Tony Gonzalez (TE) Roddy White (WR), Jim Mitchell (TE), Terrence Mathis (WR), Michael Vick (QB), William Andrews (WR), Tommy Nobis (LB), Rolland Lawrence (CB), Steve Bartkowski (QB), Keith Brooking (LB), Greg Brezina (LB), Bob Whitfield (LT), Jesse Tuggle (LB), Claude Humphrey (DE), Jeff Van Note (C) e Mike Kenn (LT)
Destaques: Matt Ryan (QB), Steven Jackson (RB), Davonta Freeman (RB), Antone Smith (RB), Julio Jones (WR), Roddy White (WR), Devin Hester (WR), Levine Toilolo (TE), Paul Worrilow (ILB), Kemal Ishmael (SS), Robert Alford (CB), William Moore (SS), Jonathan Massaquoi (OLB), Desmond Trufant (CB), Osi Umenyiora (DE) e Corey Peters (DT)
Resumo: Se os Saints são irregulares, os Falcons, seu grande rival, é extremamente imprevisível. Capazes de golear equipes tradicionais, os Falcons são incrivelmente capazes de perder de virada para uma equipe esfacelada por desfalques, ou até para o último colocado da divisão. Sem Tony Gonzalez, o maior tight end da história, o time de Atlanta ainda conta com um ataque capaz de causar inveja até a mais completa equipe da NFL. Por contar com nomes do calibre de Steven Jackson, Julio Jones, Roddy White e Devin Hester, é moralmente obrigatório que os Falcons sempre briguem pelo título da conferência. No entanto, a realidade da franquia não é bem assim. Com um quarterback nota 6,5 como é o Matt Ryan, aliado à uma linha defensiva extremamente mole, fica difícil acertar qualquer alvo, por mais qualificado que ele seja. Se não bastasse esse problema, a defesa dos Falcons também causa arrepios na espinha do torcedor no Georgia Dome. Apesar de contar com Desmond Trufant, que é um baita cornerback, todos os outros jogadores já passaram por melhores épocas. Uma dica: não aposte nos Falcons!




Nome: Carolina Panthers
Fundação: 1993
Estádio: Bank of America Stadium
Ordem cronológica: 1993-presente
Super Bowls: 0
Conferências: 2003
Divisões: 2003, 2008 e 2013
Rivais: New Orleans Saints, Atlanta Falcons e Tampa Bay Buccaneers
Ídolos: Mike Minter (S), Kevin Greene (LB), Stephen Davis (RB), Wesley Walls (TE), John Kasay (K), Jake Delhomme (QB), Julius Peppers (DE), Muhsin Muhammad (WR), Steve Smith (WR) e Sam Mills (LB)
Destaques: Cam Newton (QB), Jonathan Stewart (RB), DeAngelo Williams (RB), Greg Olsen (TE), Kelvin Benjamin (WR), Jerricho Cotchery (WR), Jason Avant (WR), Luke Kuechly (MLB), Antoine Cason (CB), Thomas Davis (OLB), Melvin White (CB), Roman Harper (SS), Thomas DeCoud (FS), Dwan Edwards (DT), Charles Johnson (DE) e Mario Addison (DE)
Resumo: Pode não parecer, mas os Panthers tem uma excelente equipe! Acostumado em ser apenas um figurante, o time de Charlotte começou a montar o seu império pela defesa, sendo ela uma das melhores da NFL atualmente. A jovem dupla de linebackers dos Panthers tem tudo para ser uma das maiores da história, já que Luke Kuechly e Thomas Davis têm combustível suficiente para queimar por mais uns 12 anos de futebol profissional. Com dois cornerbacks especialistas em interceptar passes, Cason e White, e uma secundária protegida por dois jogadoraços na posição de safety (strong safety e free safety), Harper e DeCoud, resta apenas o valioso trabalho de parar o ataque terrestre na base do muque. Para essa função, os Panthers contam com Mario Addison, especialista em fumbles, Charles Johnson e Dwan Edwards. Parece ser difícil passar por eles, mas não é tão impossível. O truque é abusar das big plays (passes longos). Falando nisso, um dos tópicos mais abordados nos Panthers não são as big plays das quais eles sofrem, mas sim pelas quais o Cam Newton, quarterback, lança. Newton é um armário, gigante e robusto. Por ser muito forte, e alto, o quarterback de Carolina abusa da força e da altura no passe, ocasionando um alto índice de passes errados. Continuando no ataque, para essa temporada a franquia resolveu inovar na composição dos recebedores. A primeira novidade foi a dispensa do lendário Steve Smith, que saiu brigado com a diretoria pela falta de reconhecimento. Para repor esse grande desfalque, os Panthers contrataram Jerricho Cotchery (ex-Steelers) e Jason Avant (ex-Eagles), na free agency, além de terem selecionado o excelente Kelvin Benjamin no draft. Se não bastasse esse arsenal de três ótimos recebedores, os Panthers contam com um dos melhores melhores tight ends da liga, o constante Greg Olsen. Caso opte por correr com a bola, os Panthers tanto podem usar o próprio Cam Newton para disparar em frenesi quanto podem usar dois bons running backs, o Stewart e o DeAngelo Williams. Assim como a defesa tem um defeito particular, o ataque dos Panthers também conta com seus problemas. Um deles é o próprio Cam Newton, que continua sendo muito irregular, apesar do notável talento. No entanto, o segundo problema do ataque reside justamente na proteção ao Cam Newton, que é bastante falha, que praticamente o obriga a correr em situações de blitz.















Nome: Tampa Bay Buccaneers
Fundação: 1976
Estádio: Raymond James Stadium
Apelido: The Bucs
Ordem cronológica: 1976-presente
Super Bowls: 2002 (XXXVII)
Conferências: 2002
Divisões: 1979, 1981, 1999, 2002, 2005 e 2007
Rivais: New Orleans Saints, Atlanta Falcons e Carolina Panthers
Ídolos: Hugh Green (LB), Mark Carrier (WR), John Lynch (S), Simeon Rice (DE), Keyshawn Johnson (WR), Mike Alstott (FB), Doug Williams (QB), Anthony McFarland (DT), Kenyatta Walker (OT), Warrick Dunn (RB), Brad Johnson (QB), Ronde Barber (CB), Lee Roy Selmon (DE), Hardy Nickerson (LB), Warren Sapp (DT) e Derrick Brooks (LB)
Destaques: Mike Glennon (QB), Bobby Rainey (RB), Vincent Jackson (WR), Mike Evans (WR), Louis Murphy (WR), Lavonte David (OLB), Mark Barron (SS), Alterraun Verner (CB), Clinton McDonald (DT), Gerald McCoy (DT), William Gholston (DE), Michael Johnson (DE), Danny Lansanah (OLB) e Johnthan Banks (CB)
Resumo: Sem quarterback, sem opções ofensivas e uma defesa que sofre com contusões, apesar de ser boa na indução de turnovers. Pois é, não é fácil torcer pros Buccaneers, o desastre é uma constância por lá. Historicamente, os Bucs não são uma "franquia de quarterbacks". Por isso, o fato conviver com Mike Glennon, segundo-anista, seja tranquilo para a franquia. O mesmo pode-se dizer do ataque, que conta apenas com o lendário Vincent Jackson, que saiu de San Diego há três anos para liderar e ser a única opção confiável no ataque de Tampa. A defesa, que consegue forçar muitos erros nos adversários, constantemente fica desfalcada pelas lesões de jogadores importantes. Com todos esses problemas fica difícil montar uma equipe minimamente decente.



NFC WEST (Seattle Seahawks, San Francisco 49rs, Arizona Cardinals e Saint Louis Rams)








Nome: Seattle Seahawks
Fundação: 1974
Estádio: CenturyLink Field
Apelido: The Hawks e Legion of Boom
Ordem cronológica: 1974-presente
Super Bowls: 2013 (XLVIII)
Conferências: 2005 e 2013
Divisões: 2004, 2005, 2006, 2007, 2010 e 2013
Rivais: San Francisco 49rs, Pittsburgh Steelers, St. Louis Rams e Denver Broncos
Ídolos: Dave Krieg (QB), Curt Warner (RB), Jacob Green (DE), Matt Hasselbeck (QB), Shaun Alexander (RB), Kenny Easley (SS), Jim Zorn (QB), Cortez Kennedy (DT), Richard Sherman (CB), Marshawn Lynch (RB), Steven Hauschka (K), Zach Miller (TE), Steve Largent (WR) e Walter Jones (LT)
Destaques: Russell Wilson (QB), Marshawn Lynch (RB), Doug Baldwin (WR), Jermaine Kearse (WR), Zach Miller (TE), Steven Hauschka (K), Richard Sherman (CB), Kam Chancellor (SS), K.J. Wright (OLB), Bob Wagner (MLB), Byron Maxwell (CB), Earl Thomas (FS), Malcolm Smith (LB), Michael Bennett (DE), Kevin Williams (DT), Derrick Coleman (FB)
Resumo: A super defesa que garantiu o primeiro Super Bowl da cidade mais barulhenta dos Estados Unidos continuará a amedrontar os adversários do Seattle. Apesar do desfalque de Brandon Browner, que vai jogar pelo Patriots nessa temporada, a espinha dorsal é a mesma. Como toda boa equipe da NFL precisa de uma defesa sólida e agressiva, os Seahawks estarão bem servidos, mais uma vez, com Richard Sherman, Kam Chancellor, Earl Thomas e Bob Wagner, que são estupendos. Todavia, apesar de contar com uma baita time defensivo, o mesmo não dá para dizer do ataque de Seattle, que antes de perder o Percy Harvin para os Jets, já tinha poucas opções ofensivas para uma temporada. O grande destaque desse precário setor dos Seahawks é o imparável running back Marshawn Lynch, que recentemente reclamou de receber muitas bolas para correr. Os recebedores da equipe são minimamente decentes, ou até regulares. Para se dar bem nessa temporada, os atuais campeões vão precisar muito de uma alternância nas opções de ataque, já que a defesa não vai conseguir segurar a barra toda sozinha.











Nome: San Francisco 49rs
Fundação: 1946
Estádio: Levi's Stadium
Apelido: Niners
Ordem cronológica: 1946-presente
Super Bowls: 1981 (XVI), 1984 (XIX), 1988 (XXIII), 1989 (XXIV) e 1994 (XXIX)
Conferências: 1981, 1984, 1988, 1989, 1994 e 2012
Divisões: 1970, 1971, 1972, 1981, 1983, 1984, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 1992, 1993, 1994, 1995, 1997, 2002, 2011 e 2012 
Rivais: St. Louis Rams, Arizona Cardinals, Seattle Seahawks, Dallas Cowboys, New York Giants, Green Bay Packers, Oakland Raiders e San Diego Chargers.
Ídolos: John Brodie (QB), Dwight Clark (WR), Y.A. Tittle (QB), R.C. Owens (WR), Bruce Taylor (CB), Frank Gore (RB), Patrick Willis (LB), Roger Craig (RB), Wendell Tyler (RB), Vernon Davis (TE), Joe Perry (RB), Deion Sanders (CB), John Taylor (WR), Charles Haley (DE), Hugh McElhenny (RB), Terrell Owens (WR), Ronnie Lott (CB), Steve Young (QB), Joe Montana (QB) e Jerry Rice (WR) 
Destaques: Colin Kaepernick (QB), Frank Gore (RB), Anquan Bolden (WR), Michael Crabtree (WR), Vernon Davis (TE), Steve Johnson (WR), Antoine Bethea (SS), Patrick Willis (ILB), Michael Wilhoite (ILB), Perrish Cox (CB), Eric Reid (FS), Dontae Johnson (DB), Chris Culliver (CB), Dan Skuta (OLB), Justin Smith (DE), Ahmad Brooks (OLB) e Aldon Smith (LB)
Resumo: No papel, os Niners teriam a obrigação de ser o melhor time da NFL. No entanto, a realidade é muito distante da realidade, já que por alguma situação maior, os 49rs não conseguem emplacar na temporada. Com uma defesa sólida, composta por ótimos tackleadores e interceptadores, o time de San Francisco é sempre uma ameaça para quarterbacks sonhadores e inconstantes. Porém, a linha defensiva dos Niners convive com muitas contusões e problemas fora dos gramados, caso específico de Aldon Smith. Diferentemente do seu rival de divisão, o Seattle Seahawks, os 49rs possuem mais opções de ataque, algumas delas badaladas, mas que até agora não vingaram. Um desses problemas seria o quarterback Colin Kaepernick, que apesar de ser muito atlético e malabarista, é muito inconstante. Kaep erra muitos passes fáceis e abusa das corridas, sem paciência para ficar dentro do pocket e assim pensar numa maneira melhor de distribuir a jogada. Outro desses problemas é o principal wide receiver Anquan Boldin, veterano jogador, que até hoje não despontou bem nos Niners. O pouco que sobra pra se fazer no ataque californiano vem do outro wide receiver, o Michael Crabtree, e do running back Frank Gore, que é capaz de furar qualquer defesa.
















Nome: Arizona Cardinals
Fundação: 1898
Estádio: University of Phoenix Stadium
Apelido: The Cards e Bird Gang
Ordem cronológica: Morgan Athletic Club, Racine Normals e Racine Cardinals (1898-1906), Racine Cardinals (1913-1919), Chicago Cardinals (1920-1943), Card-Pitt (1944), Chicago Cardinals (1945-1959), St. Louis Cardinals (1960-1987), Phoenix Cardinals (1988-1993) e Arizona Cardinals (1994-presente)
Super Bowls: 0
Conferências: 2008
Divisões: 1974, 1975, 2008 e 2009
Rivais: Dallas Cowboys, Chicago Bears, San Francisco 49rs, St. Louis Rams e Seattle Seahawks
Ídolos: Jake Plummer (QB), Roy Green (WR), Darnell Dockett (DE), Simeon Rice (DE), Adrian Wilson (S), Larry Centers (FB), Pat Tillman (S), Anquan Boldin (WR), Aeneas Williams (CB), Kurt Warner (QB) e Larry Fitzgerald (WR).
Destaques: Carson Palmer (QB), Larry Fitzgerald (WR), Andre Ellington (RB), Stepfan Taylor (RB), Michael Floyd (WR), John Brown (WR), Ted Ginn (WR), John Carlson (TE), Tony Jefferson (SS), Rashad Johnson (FS), Larry Foote (MLB), Deon Bucannon (SS), Jerraud Powers (CB), Calais Campbell (DE), Alex Okafor (LB), Kenny Demens (ILB) e Sam Acho (LB)
Resumo: A franquia mais velha da NFL, e a que mais mudou de lugar, é forte candidata a ser a surpresa do ano. Depois de tanto decepcionar os seus fãs ao longo dos anos, os Cardinals conseguiram montar uma equipe muito interessante, especialmente no setor defensivo. Após se aproveitar das posições favoráveis no draft, o time de Arizona possui uma linha defensiva muito agressiva, rápida, jovem e que força muitos erros no ataque adversário. Os três safeties da equipe, Jefferson, Johnson e Bucannon (rookie), são as principais armas da defesa, que ainda conta com QUATRO linebackers de muita força e muita mobilidade. Já no ataque, que é comandado pelo veteraníssimo Carson Palmer, que por enquanto faz ótimo trabalho. No entanto, a grande estrela da franquia, apesar de contar com ótimos prospectos na defesa, reside no ataque, precisamente na posição de wide receiver, e atende pelo nome de Larry Fitzgerald. A fidelidade do excelente recebedor é comovente, já que o jogador tem 31 anos, e nunca deixou a cidade de Arizona mesmo quando recebera propostas de franquias melhores e bem sucedidas. Para não sobrecarregar o veterano Fitzgerald, Palmer conta com o potente running back Andre Ellington, que também é um ótimo retornador de punts e kickoffs. Pela primeira vez em muitos anos, o Arizona Cardinals tem chances reais de ir bem nos playoffs.













Nome: Saint-Louis Rams
Fundação: 1936
Estádio: Edward Jones Dome
Ordem cronológica: Cleveland Rams (1936-1945), Los Angeles Rams (1946-1994) e St. Louis Rams (1995-presente)
Super Bowls: 1999 (XXXIV)
Conferências: 1979, 1999 e 2001
Divisões: 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979, 1985, 1999, 2001 e 2003
Rivais: San Francisco 49rs, Arizona Cardinals e Seattle Seahawks
Ídolos: Isiah Robertson (LB), Henry Ellard (WR), Tom Mack (OG), Elroy Hirsch (RB/WR), Steven Jackson (RB), Norm Van Brocklin (QB), Orlando Pace (OT), Jackie Slater (OT), Torry Holt (WR), Jack Youngblood (DE), Merlin Olsen (DT), Eric Dickerson (RB), Kurt Warner (QB), Isaac Bruce (WR), Marshall Faulk (RB) e Deacon Jones (DE)
Destaques: Austin Davis (QB), Zac Stacy (RB), Benny Cunningham (RB), Tre Mason (RB), Jared Cook (TE), Brian Quick (WR), Lance Kendricks (TE), Kenny Britt (WR), Austin Pettis (WR), Alec Ogletree (OLB), James Laurinaitis (MLB), T.J. McDonald (SS), Rodney McLeod (FS), Janoris Jenkins (CB), E.J. Gaines (CB), Jo-Lonn Dunbar (OLB) e Aaron Donald (DT)
Resumo: Você provavelmente não vai ouvir falar muito desse time, e provavelmente você não vai se impressionar muito com os jogadores. Talvez o que te faça se apegar aos carneiros de Saint-Louis é a espetacular camisa que eles possuem. Pra não ser tão cruel com os Rams, a franquia conta com destaques da época do college, como Tre Mason, running back campeão com o Auburn, e Austin Pettis. Apesar de não possuir um nome expoente, a defesa dos Rams é boa e com alguns nomes interessantes, como Ogletree, Laurinaitis, McLeod e etc. Os Rams podem se tornar num time para o futuro, que deve demorar para chegar, mas a camisa é linda!

Guia para os playoffs da NFL - Super Bowl

O tão aguardado jogo final entre as melhores equipes da NFL está cada vez mais perto. O glorioso Super Bowl acontece neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Iorque, e terá o duelo final entre Denver Broncos e Seattle Seahawks. Duas pedras cantadas desde o início da temporada regular - onde ambos terminaram com 13 vitórias e 3 derrotas -, passaram impiedosamente por quase todos os adversários. Nos playoffs, Broncos e Seahawks mostraram ao mundo que o favoritismo premeditado, às vezes, não cai por terra.

A equipe de Denver derrotou o San Diego Chargers, pelo Divisional Round, por 24x17, numa partida inspirada de Peyton Manning - quando o Omaha ficou conhecido - e Knowshow Moreno. Na decisão da AFC, a equipe de Manning reencontrou e venceu o seu maior carrasco, o New England Patriots, por 26x16, numa partida que ficou marcada por ser bastante desigual, onde o Denver Broncos fora superior em todos os períodos da partida.

O Seattle Seahawks contou com o coro estridente do "décimo segundo jogador" para atropelar todos os adversários que ousaram pisar no gramado do belíssimo estádio CenturyLink Field. Com uma torcida que foi capaz de criar um pequeno terremoto após um touchdown anotado pela equipe, os Hawks dominaram o New Orleans Saints, pelo Divisional Round, e venceram por 23x15. Depois, já na  decisão da NFC, os Seahawks enfrentaram o seu rival de conferência, o San Francisco 49rs, e conseguiu vencer por 23x17, numa aula de futebol americano.

Confira abaixo uma analise do que as equipes têm de melhor, além de algumas curiosidades que vão te ajudar a escolher um favorito para torcer nesse grande espetáculo que é o Super Bowl.


SUPER BOWL XLVIII

Seattle Seahawks (13-3-0)
Denver Broncos (13-3-0)











A melhor defesa da NFL terá que anular um pário muito duro para ajudar a franquia a conquistar o seu primeiro Super Bowl. Composta por grandes jogadores, o Seattle Seahawks aposta metade das suas fichas num setor que, baseado em números, goleia o adversário da final nos aspectos defensivos. Seattle, até agora, permitiu apenas 273.6 jardas por jogo, o que supera a marca de 356.0 de Denver. Seattle também é superior na contenção de jardas passadas por jogo (172.0 x 254.4), pontos sofridos (14.4 x 24.9) e terceiras descidas permitidas (35.2 x 38.1). Denver só é capaz de rivalizar em um aspecto com a defesa de Seattle, que é o empate de 101.6 na quantidade de jardas terrestres permitidas. O cornerback falastrão Richard Sherman é um dos grandes destaques dessa defesa, que além de ser imbatível nos números, é responsável pela maior quantidade de turnovers forçados na liga. Sherman, aliás, foi o responsável direto pela vitória dos Seahawks contra os 49rs quando desviou um passe de Colin Kaepernick em direção a Michael Crabtree no último minuto de jogo. Além do cornerback, o Seattle conta com uma exibição de gala de Bobby Wagner, Earl Thomas, Kam Chancellor, Malcolm Smith, Michael Bennett e Cliff Avril, que até agora foram grandes destaques nos playoffs, para tentar amassar o chassi de Denver.

No ataque, a equipe do head coach Pete Carroll possui um aspecto curioso. O time de Seattle conta com números que passam longe de serem brilhantes na ofensiva, porém, esse detalhe esconde um papel digno, e muito bem executado, do jovem Russell Wilson, que lançou muito bem na pós-temporada. Apesar de ser baixinho, Wilson tem um canhão em sua mão direita que permite ao quarterback abusar das "big plays" para colocar Golden Tate, Doug Baldwin e Zach Miller na porta da end zone. Wilson também representa uma grande ameaça em jogadas pelo solo, especialmente por sua grande agilidade de sair do pocket para arrancar consideráveis jardas (e até touchdowns) quando a defesa fecha para cima dele. Os torcedores dos Hawks, que são muito barulhentos, podem confiar no seu ataque, que não é tão brilhante quanto a defesa, mas que representa muito bem a equipe e é capaz de operar verdadeiros milagres.

Como o futebol americano não é um esporte tão simples assim, vide a quantidade de jogadores por roster (32), um setor dos Seahawks aparece como uma grande arma secreta: o time de especialistas. Steven Hauschka, kicker que mais fatura na NFL, possui a melhor média de aproveitamento da liga com 95% de precisão em seus chutes. Como dito em outras publicações, os Hawks, quando percebem que o relógio não está a seu favor, movem as correntes adversárias até um determinado ponto somente para arriscar um field goal. Isso só ocorre em equipes que confiam demais em suas defesas. Bom, não precisa ser redundante, certo?

Do outro lado do gramado estará uma equipe detentora de dois Super Bowls, que não obstante em ter um cartel mais elevado, também possui o queridinho dos Estados Unidos, o quarterback Peyton Manning. O grande lançador de Denver, que bateu os recordes de jardas, touchdowns e passes, é responsável direto pelo upgrade na melhor linha ofensiva da liga. No entanto, apesar de deter tantos recordes, o nome Manning possui uma relação de amor e ódio com o jogo final da NFL. Peyton, o protagonista desta edição, só conquistou o troféu uma vez em sua gloriosa carreira. Eli, o patinho feio da família, conquistou duas taças com o New Yorke Giants. Porém, se você acredita em coincidências, a última vez em que Peyton Manning conquistou um Super Bowl (2007) ele teve de derrotar o arquirrival New England Patriots, em casa, na final da AFC. O filme se repetiu em 2014...

Mas, falando em coisas reais, a equipe de Denver adora praticar o shotgun em suas formações de ataque. Com Manning muito bem protegido dentro do pocket nos playoffs, algo que se cobrava da linha ofensiva durante a temporada regular, muitas "big plays" são feitas pelo quarterback. Com Welker, Thomas e Decker alternando suas rotas, o que implica num "bate-cabeça" danado da defesa adversária, Manning espera até o último minuto para lançar o seu passe.

O rei do pocket vai enfrentar uma defesa que adora destruir a linha de screamage, portanto, seus guards terão de suar a camisa para que Manning não tenha que se mover para fora da formação, algo que não é normal para o camisa 18.

Entretanto, um novo ponto forte surgiu no plantel de Denver. A defesa, que antes era considerado um setor capenga, hoje é um motivo de alegria para os fãs dos Broncos. Danny Trevathan, Champ Bailey, Dominique Rodgers-Cromartie, Terence Knighton, Shaun Phillips, Malik Jackson e Robert Ayers mostraram uma nova cara de uma defesa muito potente, especialmente depois da retumbante vitória contra o New England Patriots.

Fato cantado desde quando a final fora decidida, o duelo entre Broncos e Seahawks era taxado como o encontro final para saber se o melhor ataque sairá vencedor contra a melhor defesa da liga. Para ilustrar esse embate, durante a semana ouve um princípio de confusão, uma polêmica, na realidade, entre o símbolo-mor do ataque de Denver com o principal destaque de Seattle. Richard Sherman, cornerback de Seattle, provocou o quarterback dos Broncos com dizendo que ele lança muitos "ducks" (patos, um passe todo torto). Manning, ligeiramente irritado, respondeu que um quarterback que lança muitos passes como ele, tantos recordes e touchdowns, uma hora vai lançar um pato morto.

Tudo indica que o jogo vai ser quente, o que vai entrar em contraste com a temperatura esperada para o horário do jogo, onde é prevista muita neve.


- Por que eu devo torcer para Seattle?

Os motivos que levam algumas pessoas a torcer por alguma equipe, seja qual for o esporte, muitas vezes vão além da técnica e amabilidade por ela produzida. Fatores extra-campo, torcida, caos, cores e capacetes são frequentemente apontados como alguns desses motivos. Por isso, a equipe de Seattle lhe dá N motivos para escolhe-los, mesmo que seja por um dia.

O primeiro, e talvez o mais conhecido, motivo que leva muita gente a optar pelos Hawks (excluindo o fator campo) é a sua torcida, que foi nomeada a mais barulhenta do mundo. "The 12th man (o décimo segundo jogador)", como são conhecidos os fanáticos, quebraram o recorde mundial de som, num Monday Night Football contra o New Orleans Saints, alcançando a marca de 137.6 decibéis! A comoção é tanta que, realmente, durante a partida contra os Saints, os fãs foram capazes de produzir um pequeno terremoto nos arredores do CenturyLink Field, em Seattle. Aliás, os Hawks vão contar com uma ajuda dos "céus". A Boeing, patrocinadora do time, pintou algumas de suas aeronaves com as cores da equipe, veja!
Na cauda uma referência ao 12th man, e na frente a cabeça do gavião do mar 

O segundo motivo que pode levar algumas pessoas a escolherem o time de Seattle é a história de um jogador do vasto elenco dos Hawks, revelado em um vídeo promocional feito pela Duracell, famosa marca americana de pilhas e carregadores. A empresa fora responsável por mostrar ao mundo o segredo do fullback Derrick Coleman, o homem que salva a barra de Russell Wilson muitas vezes. Quando criança, Coleman fora diagnosticado com um grave problema auditivo, que além dos problemas óbvios que a doença lhe causou, também fazia com que o garoto sofresse com o bullying de outras crianças na escola. Veja o vídeo que conta a impressionante história desse ótimo jogador:


O terceiro motivo também é um vídeo, porém, ele passa longe de ser dramático (apesar de emocionante) como a história de Derrick Coleman. Uma garotinha de apenas 3 anos de idade representa muito bem a paixão dos torcedores dos Seahawks. Influenciada pelo pai, Kalee Buetow sabe distinguir TODOS os 32 jogadores no elenco do Seattle. Veja a matéria da ESPN sobre a pequenina fã desse esporte de gigantes.


- Por que eu devo torcer para o Denver?

Todo mundo gosta de uma história de superação, independente do cenário que for. E uma das melhores histórias de superação deste Super Bowl fica por conta do quarterback Peyton Manning, que ficou um ano parado devido à uma séria contusão no pescoço. Durante sua estadia no Indianapolis Colts, o jogador cogitou abandonar a carreira com receio de machucar o pescoço novamente. Se não bastasse, Manning não teve seu contrato renovado pela direção do clube de Indiana e acabou deixando o clube, que havia draftado Andrew Luck justamente para o seu lugar. Meses depois, o jogador recebeu um convite especial de John Elway, quarterback lendário do Denver Broncos e hoje general manager da equipe, para liderar um esquadrão recheado de jovens promessas. Bom, o resto você já sabe.

Um segundo, e bom motivo, é que em 2005, num episódio dos Simpsons o Homer previu que num Super Bowl entre SEATTLE SEAHAWKS e DENVER BRONCOS, o vencedor seria a equipe do Colorado. Vale ressaltar que Homer Simpson é torcedor do Carolina Panthers,  e que em 2005 as duas equipes não eram nem de longe tão poderosas quanto hoje. Portanto, não houve "segundas intenções" do criador. Clique aqui e veja a imagem.

O Denver Broncos é uma equipe muito apreciada pelos cartunistas americanos. Porém, existe uma série que realmente ama os Broncos. Os criadores de South Park, desenho animado com um humor extremamente ácido, já previa que Randy Marsch, pai do Stan, aquele menininho de gorro azul, levaria os Broncos ao Super Bowl algum dia.

Randy leva o Denver Broncos à final do Super Bowl num episódio que os criadores tiram sarro do futebol americano, chamando-o de "Sarcasticball".


Curiosidades:

Ontem, durante o Midia Day, a NFL recebeu a ilustre visita de Patrick Stewart e Ian McKellen, o Professor Xavier e o Magneto respectivamente, da trilogia X-Men. Os dois atores, que estão promovendo o filme durante o Super Bowl (espertos, não?), vestiram as camisas de Russell Wilson e Peyton Manning. No entanto, ambos são ingleses e entusiastas do futebol com a "bola redonda". Veja a imagem abaixo:

Patrick Stewart à esquerda, e Ian McKellen à direita. Essa é a primeira vez que Manning é retratado como um "vilão".

Outro assunto muito comentado sobre a final do futebol americano é algo que vai muito além dos gramados, apesar de terem a mesma cor. Seattle e Denver são as únicas cidades nos Estados Unidos que permitem o uso recreativo da maconha, e coincidentemente se enfrentarão no Super Bowl. Será que existe alguma força por trás desse aditivo? Ambas equipes estão fazendo campanhas pró-maconha em algumas entrevistas durante o Midia Day. Roger Goodell, presidente da NFL, já disse que esse é um assunto que não vale a pena ser discutido agora.

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