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Os 50 melhores apelidos da NFL

O futebol americano é um esporte fascinante. Embora ainda tenha uma resistência com o esporte, muitos brasileiros se apaixonaram pela NFL, especialmente. Os jogos são emocionantes, os jogadores são verdadeiros atletas, as franquias são incríveis e competitividade é enorme, porém, existe um detalhe que vários torcedores e fãs do futebol americano se deleitam: os apelidos.

São vários apelidos, e geralmente um é melhor do que o outro devido a grande criatividade e história, que muitas vezes são cômicas, sobre o apelidado. Confira abaixo uma lista com os 50 apelidos mais famosos dos jogadores de futebol americano! 


Chad "Ochocinco" Johnson

Algumas pessoas levam uma marca muito mais a sério do que deveriam. Chad Johnson é uma dessas pessoas. O famoso WR, que atuou pelos Bengals e Patriots, constantemente usava a camisa 85. O que aconteceu? Ele gostava tanto de ser reconhecido como "o 85" que resolveu transformar o número da camisa em seu nome. Sim, o nome completo do cara é Chad Ochocinco (oitenta e cinco, em espanhol) Johnson.


William "Refrigerator" Perry














William Perry, a Geladeira. Na modesta opinião desse blog, esse é um dos grandes apelidos da história do esporte. O lendário DT do Chicago Bears recebeu o apelido de "geladeira" enquanto quando era jogador da Universidade de Clemson, porque chegou um tempo em que ele chegou a pesar quase o dobro do peso ideal. Porém, mesmo pesando tanto, Perry "The Fridge" era um DT tão ágil que chegou a jogar de full back.


Devin "Anytime" Hester

Ele está em todo lugar e a qualquer hora no gramado. É sempre bom ter um jogador tão confiável assim no seu roster. Devin Hester, por sempre estar lá quando o time precisa, sendo running back, wide receiver e punt returner, ganhou esse apelido (anytime em inglês é "a qualquer hora") justamente por corresponder com as expectativas.


Marshawn "Beast Mode" Lynch

É praticamente impossível parar o running back de Seattle. Se você joga video game, provavelmente deve ter feito a relação com os modos de jogo: easy (fácil), medium (médio) e hard (difícil). Nesse jogo da vida onde o objetivo é parar o Marshawn Lynch, o nível é sempre o da besta.


Jack "The Assassin" Tatum

Feroz na marcação e preciso na estocada para interceptar um passe. O apelido de "Assassino" que Jack Tatum, ídolo do Oakland Raiders, recebera lhe qualifica como um dos maiores safeties da história da NFL.


Brian "Crushing" Cushing

Qual a principal função de um linebacker? Esmagar o quarterback. Brian Cushing, uma das referências nessa função na NFL, faz isso muito bem. Que tal fazermos um trocadilho? Cushing por "Crushing" (Esmagando) soa bem, não?


"Big" Ben Roethlisberger















Ele é alto, desengonçado, pesado, porém, extremamente importante. Bem parecido com o grande relógio inglês, símbolo da cidade de Londres. Roethlisberger, assim como o relógio, é um símbolo da cidade de Pittsburgh. Um dos apelidos mais óbvios, porém extremamente propício a esse enorme quarterback.


"Broadway Joe" - Joe Namath




















O grande prospecto do draft aterrizou em Nova Iorque, a cidade do glamour e do dinheiro. Com um baita contrato assinado com o New York Jets, não demorou muito para a revista Sports Illustrated fazer uma matéria de capa com o menino de ouro. E qual cenário mais glamouroso e imponente em Nova Iorque do que a Broadway para ilustrar a capa? Não existe.


Walter "Sweetness" Payton

Um dos maiores running backs da história da NFL, Walter Payton, era famoso por ser durão, forte e destemido. No entanto, ex-jogador do Chicago Bears tinha uma voz extremamente macia, doce até certo ponto. Então, por que não chamá-lo de "Doçura"? Sarcástico e inteligente. E um dos melhores apelidos dessa lista.


"Mean" Joe Greene




















Outro lendário jogador de defesa do Steelers possui um grande apelido, o "Malvado" Charles Greene. O defensive tackle ganhou o apelido, obviamente, por ser um terror para os rivais dentro de campo. No entanto, nos tempos de College, onde o jogador atuara pelo North Texas State, uma universidade que usava a cor verde como uniforme, Greene fizera parte do sistema defensivo que ficou conhecido como "Mean Green". A coincidência pegou logo de cara nos primeiros anos do jogador pela NFL, quando alguns torcedores confundiram o apelido da defesa de North Texas State com o sobrenome de Joe Greene. Afinal, por que Joe, então? Mean Joe é melhor do que Mean Charles. Pois é, apenas por isso.


Deion Sanders "Prime Time"

Deion Sanders era um prodígio em qualquer esporte. Tanto é que, durante o seu tempo de High School, ele fora apelidado por um amigo de "Prime Time" (Horário Nobre) por ser um monstro jogando futebol americano, basquete, baseball e corrida. Não é necessário dizer o que aconteceu depois que ele se tornou um atleta profissional, não é?


Roger Staubach "Captain Comeback"

O maior quarterback da história do Dallas Cowboys possui uma história sensacional. O apelido de "Capitão Virada" é extremamente propício, já que os Cowboys venceram inúmeras partidas sob seu comando após estarem perdendo. Sua precisão e "sorte" sempre chamaram a atenção, mas, um dos motivos para que ele recebesse esse apelido, fora porque antes de entrar na NFL, o "Capitão Virada" serviu a Marinha Americana durante o período do College. Além disso, Staubach lutou na guerra do Vietnam.

Reggie White "The Minister of Defense"

Originalmente, o apelido de Reggie White surgiu porque o DL era ministro de uma igreja batista americana. No entanto, como o futebol americano é um jogo muito brusco, muitos torcedores do Green Bay Packers levaram esse apelido para o lado bélico, sendo ao pé da letra o "Ministro da Defesa".


Jerome "The Bus" Bettis


















Jerome Bettis, "o Ônibus", tem um apelido auto-explicativo. O gigantesco DT que marcou época com o Pittsburgh Steelers ganhou esse apelido enquanto estudava na faculdade Notre Dame. Todavia, Bettis era chamado de Ônibus também por ser difícil de ser parado quando começava a pegar velocidade, e, obviamente, quem estivesse na frente seria carregado pelo jogador.


Calvin "Megatron" Johnson















Roy Williams, companheiro de equipe de Calvin Johnson no Detroit Lions, após anos de convivência com o wide receiver, teve certeza de uma coisa: o gigantesco jogador não é um ser humano comum, ele é um robô disfarçado igual o Megatron, um Transformer do mal.


Christian Okoye "The Nigerian Nightmare"

Okoye foi um dos grandes running backs da NFL numa época em que vários running backs apareciam no mercado. Nascido em Enugu, na Nigéria, o ídolo do Kansas City Chiefs só começou a jogar futebol americano em 1984, após ficar famoso por ser um excelente corredor. Forte e quebrador de tackles, Okoye recebera o apelido de "Pesadelo Nigeriano" por destruir várias defesas ao longo de sua curta carreira de cinco anos na liga profissional.


Adrian "Purple Jesus" Peterson

Hoje soaria bastante inapropriado, e bastante estranho, você chamar o Adrian Peterson de "Jesus Roxo", especialmente após o caso de violência doméstica entre ele e o filho. No entanto, antes desse episódio lamentável, Peterson era o maior jogador da história do Minnesota Vikings, e esse apelido era justamente porque num time ruim de doer ele era capaz de transformar as partidas em prol de sua equipe. Atualmente, o lendário running back está sem clube e espera um julgamento.

George Halas, "The Papa Bear"

George Halas foi jogador, treinador, fundador e pioneiro no futebol americano. Halas fundou o Chicago Bears e co-fundador da NFL. Com os Bears, ele foi wide receiver e defensive end ao mesmo tempo (!!!) antes de largar o gramado para ser apenas head coach. No comando da equipe ele venceu oito títulos de divisão, e dois como presidente. Nada mais justo do que ser conhecido como "Papai Urso", né?

Darrelle Revis, "The Revis Island"

Se você olhar o mapa de calor desse grande cornerback do New York Jets você encontrará um grande círculo vazio, onde nenhum jogador costuma entrar. E quem entra nessa "ilha" costuma se dar mal, muito mal.


Tom "Terrific" Brady

Quatro vezes campeão do Super Bowl, três vezes MVP, duas vezes MVP da Liga, 10 vezes no Pro Bowl, seis vezes campeão da AFC (conferência), maior índice de passes acertados na história em jogos de playoffs (em 20 tentativas), mais aparições em jogos de playoffs (29), maior vencedor em jogos de playoffs (21), maior passador para touchdowns em playoffs (53), maior ganhador de jardas em playoffs (7,345), mais passes completos em playoffs (683), além de vários outros recordes. Tom "O Incrível" é auto-explicativo e um tanto apelativo quando se é mostrado os porquês.


Jerry "World" Rice

Simplesmente o maior wide receiver de todos os tempos. O apelido de "Mundo" é porque não existia sequer uma bola no mundo que esse espetacular jogador não pudesse agarrar.



Terry Bradshaw, "The Blonde Bomber"

O maior quarterback da história do Pittsburgh Steelers era responsável por atirar verdadeiros mísseis, ou verdadeiras bombas. A famosa "big play", que é tão falada hoje em dia, ficou famosa com esse quarterback, que pouco andava. Ao invés disso, Bradshaw, "O Bombardeiro Loiro", arriscava passes de 50, 60, 70 metros de distância e com precisão.


Doug "Muscle Hamster" Martin




















Um dos maiores prospectos do draft de 2012, Doug Martin, da Universidade de Boise State, tinha um apelido bastante engraçado durante sua participação no College: "Hamster Musculoso". O running back é uma das poucas armas efetivas do Tampa Bay Buccaneers desde 2012.



Elroy Hirsch "Crazy Legs"

















O lendário jogador do finado L.A. Rams ganhou esse apelido depois que um jornalista o viu jogar pela Universidade de Wisconsin. O jornalista, em questão, ficou espantado com a velocidade e também pela forma como Hirsch corria. Segundo ele, as pernas de Hirsch giravam em seis direções diferentes.


David "Deacon" Jones

O Hall of Famer, David Deacon Jones, tem um nome extremamente respeitado na NFL. Considerado o maior nome do L.A. Rams, o defensive end escolheu apelidar-se logo quando entrara na equipe. O motivo? Havia muito "David Jones" na lista telefônica de Los Angeles, e ele não queria ser apenas mais um Jones em LA. Além disso, o jogador, que era um homem muito religioso, confessou que escolheu "Deacon" (Diácono) porque o mundo do futebol é bastante violento.



Kenny "The Snake" Stabler

Outro grande Hall of Famer, Ken Stabler, que venceu o Super Bowl XI com o Oakland Raiders, ganhou o apelido de "Cobra" justamente por uma jogada que não é a principal característica de um quarterback. Durante o High School, Stabler driblou vários oponentes para anotar um touchdown de corrida. Nesse processo de "esgueiramento", o treinador de Stabler, na época, o batizou de Cobra. O apelido pegou tão bem que Stabler criou uma bebida com o nome de Snake Venon (Veneno de Cobra), que foi um verdadeiro sucesso no Alabama (sua cidade natal) e em Oakland. 



Shawne "Lights Out" Merriman

Merriman era tão insano, mais tão insano, que chegou a apagar QUATRO rivais numa disputa de bola durante um jogo no High School. Depois desse incidente, Merriman ficou conhecido como Lights out, que significa "Apagar a Luz". O linebacker continuou insano até ser draftado pelo Chargers, franquia que ele defendera por 5 temporadas. Durante esse período, Merriman colecionou prêmios, indicações, sacks e inúmeras polêmicas fora dos gramados, que de tão insanas que eram, foram capazes de fazer com que o jogador se aposentasse após sete temporadas na liga.



Jevon "The Freak" Kearse

Um grande defensive end que nunca ganhou um Super Bowl. Jevon Kearse, apesar disso, fora um "Monstro" enquanto esteve na NFL. Medindo 1,93m e 120kg, o "Monstro", ou "Coisa", era impressionantemente rápido e quase impossível de ser batido, já que sua envergadura se expandia quando o jogador saltava. Kearse era um verdadeiro paredão.


Carnell "Cadillac" Williams

Williams ganhou o apelido de Cadillac quando era o principal running back de Auburn. Um jornalista ficou impressionado pela forma como Williams corria e se esgueirava por baixo dos oponentes.


Floyd "Pork Chop" Womack

Ele era gordo, forte e vivia comendo costeletas de porco. Não demorou muito pro apelido de "Costeleta de Porco" pegasse em Womack, que era o protótipo perfeito para um guard.



Billy "White Shoes" Johnson

A segregação racial sempre fora um grande problema nos Estados Unidos. O wide receiver, que atuou por Houston Oilers, Atlanta Falcons e Washington Redskins, ganhou o apelido de "White Shoes" quando ele pintou os seus sapatos de branco, pois usar sapatos brancos era sinal de "gente de classe" ou "gente rica", algo que não era "permitido" para os negros, especialmente na época em que Johnson estava no High School. O jogador ficou famoso pelo gesto, e seu apelido o seguiu até a NFL.



Johnny "Football" Manziel













Ele é baixinho (para um quarterback), folgado, ligeiro e saliente. Logo chamou a atenção no College por seus atributos, além de ter defendido uma das universidades mais famosas da NCAA, a Texas A&M. Fora isso, Johnny Manziel era muito bom no College, muito bom mesmo, feito para o "football". Ah, o marrento quarterback registrou o seu apelido de "Football".


Darren McFadden "Run DMC"





















Um running back que salva a franquia de fiascos atrás de fiascos. Um grupo lendário de hip hop, que influenciou várias pessoas na década de 80 e 90. Qual a principal função de um running back? Correr. Quais são as iniciais do nome de Darren Mc Fadden? DMC. Pegaram o trocadilho?


BenJarvus Green-Ellis "The Law Firm"

Repare bem no nome desse running back que já atuou por New England Patriots e Cincinnati Bengals. Reparou quantos nomes, na realidade, ele tem? Pois é, geralmente uma firma de advocacia também tem vários nomes, assim como Green-Ellis.


Tyrann Mathieu "Honey Badger"













A cara de Tyrann Mathieu já é auto-explicativa sobre esse apelido de "Ratel" (é uma espécie de furão nervoso, nativo especialmente dos Estados Unidos). Considerando que ele é um free safety, posição na qual o jogador precisa ser ligeiro e nervoso, o apelido é bastante apropriado.


Terrence Knighton "Pot Roast"



















O roliço nose tackle do Washington Redskins é um verdadeiro amante da culinária americana. O tamanho entrega o quanto esse jogador ama comer. No entanto, seu apelido de "Carne Assada" vem da época em que ele defendera o Jacksonville Jaguars, quando ele era apenas um rookie. Estavam todos os jogadores voltando de uma longa viagem de avião, quando a aeromoça perguntou "carne assada?" e Knighton respondeu rapidamente "aqui!", como se fosse uma chamada escolar. Um dos colegas de Knighton ouviu e sentenciou: "Esse é o seu nome? Vou te chamar assim pra sempre!", e Knighton respondeu: "Tanto faz". O resto é lenda.


O.J. Simpson "Juice"

Um dos maiores running backs da história do Buffalo Bills, O.J. Simpson, adquiriu o apelido de "Suco" porque a abreviação de OJ (Orenthal James) é similar a Orange Juice (Suco de Laranja), além de "Juice" ser uma gíria para energia.


Ryan "Fitzmagic" Fitzpatrick

O famoso Ryan Fitzpatrick causa emoções díspares em alguns torcedores do futebol americano. O quarterback até que teve bons momentos pelo Buffalo Bills no começo de sua jornada pelo clube nova-iorquino antes da derrocada. O jogador teve passagens inconstantes por St. Louis Rams, Cincinnati Bengals, Bills, Tennessee Titans, Houston Texans e agora está no New York Jets. Por ser bastante inconstante, além de produzir erros crassos, muitos torcedores dessas equipes acabaram mudando o Fitzmagic para Fitztragic. Qual você prefere?


Drew "Breesus Christ" Brees





















Mais um caso de messias na NFL. Todavia, Drew Brees realmente mudou toda a história do New Orleans Saints com o Super Bowl XLIV. Assim como Jesus, Brees também ressuscitou, só que para o futebol, após uma grave lesão enquanto era jogador do San Diego Chargers, que não acreditou em sua recuperação. Brees, que chegou ao Saints em 2006, foi o grande responsável pela redenção do New Orleans Saints, um dos maiores sacos de pancada da história da liga, num timaço de dar gosto em assistir.


Frank Gore, "The Inconvenient Truth"

Você se lembra do Al Gore, que perdeu a eleição presidencial para o George Bush? Pois é, ele fez aquele famoso documentário "The Inconvenient Truth" (A Verdade Inconveniente), que todo mundo teve de assistir na escola e que falava sobre os males do homem contra o meio-ambiente. Pois bem, Frank Gore, running back que marcou época no San Francisco 49rs, recebera esse apelido de um jornalista, que foi além do óbvio (de ambos terem o mesmo sobre nome), já que ele achava que Gore punia cruelmente as defesas adversárias, tal como a verdade no filme.


J.J. Watt "The Milkman"

O genial defensive end dos Texans recebera esse apelido em 2012 do colega de equipe Conor Barwin. O motivo de "Leiteiro"? Porque o leiteiro sempre comparece (em inglês, a palavra 'deliver' também pode ser traduzida como 'comparecer' ou 'corresponder às expectativas'). Além disso, segundo Barwin, Watt é tão branco quanto um leiteiro.


Julian Edelman "Minitron"

A NFL tem o Megatron (Calvin Johnson) e também o Minitron. No começo, Julian Edelman, que era apenas chamado de "Esquilo" pelos companheiros de New England Patriots, não gostou muito da brincadeira, porém, depois que o apelido ficou famoso após Tom Brady espalhá-lo em rede nacional, o wide receiver levou a brincadeira a diante. O motivo de ele ser chamado de Minitron é simples: o tamanho. Apesar de ser baixinho, o wide receiver é um jogador de suma importância no roster patriota.


Andre "The Natural" Johnson

O atual wide receiver do Indianapolis Colts é um verdadeiro atleta. Johnson é aquela típica pessoa que poderia praticar e ser ótimo em qualquer esporte que escolhesse. Rápido, alto e preciso, Andre Johnson foi por anos a maior arma e esperança do Houston Texans, que depositava todas as suas chances de classificação no talento natural de Johnson.


Nick Foles "Napoleon Dynamite"

















Olha a foto, por favor. Ele é idêntico ao personagem de Jon Heder, Napoleon Dynamite, no engraçadíssimo filme alternativo cujo título é o nome do próprio personagem. Foles levou tão bem a brincadeira que, assim como o seu sósia no filme, ele começou a usar a famosa camisa "vote for Pedro" em todo lugar que ia. Aliás, assista a esse filme!


Maurice Jones-Drew "Pocket Hercules"

MJD é um dos jogadores mais baixos da liga (1,76m), mas sua altura não o impede de ser um dos mais fortes da NFL. Com suas poderosas corridas, Jones-Drew conquistou o respeito de todo mundo no futebol americano após várias carregadas e quebradas de tackle épicas desde o seu recrutamento.


Marques "The Quiet Storm" Colston

Colston não é um homem de muitas palavras, porém, quando ele entra em campo suas habilidades falam por si próprios. Seus índices e recordes o levaram a conquistar um lugar especial no coração de todos os torcedores do New Orleans Saints, que lhe batizaram com o apelido de "Tempestade Quieta (Calma)".


Peyton Manning "The Sheriff"

Esse apelido foi condecorado a Manning pelo locutor Jon Gruden, fã assumido dessa lenda do futebol americano. O motivo de ser chamado de "Xerife"? Independente do estádio, Peyton Manning vai lá e rege a sua lei sem se importar com ninguém.


Richard "Shermanator" Sherman

Um dos melhores cornerbacks da liga recebera esse apelido porque é praticamente impossível escapar de suas garras na marcação, e muito menos conseguir acertar um passe em seu campo de ação. Richard "Shermanator" Sherman é um verdadeiro pesadelo para os inimigos, assim como o Exterminador do Futuro (The Terminator).


Cam Newton "The Superman"




















O quarterback do Carolina Panthers recebera esse apelido por causa de sua força descomunal enquanto era o QB de Auburn. Cam Newton é tão forte, mais tão forte, que todo arremesso normal dele parece ser uma big play. Se por um lado isso é bom, pelo outro já passou da hora do Superman dosar um pouco mais a sua força, porque nem todos os recebedores são capazes de segurar as bombas que ele geralmente manda.


Wes Welker "The Slot Machine"

O lendário ex-wide receiver do New England Patriots, e que também tivera ótimo final de carreira no Denver Broncos, era capaz de fazer qualquer coisa no slot (formação de ataque entre a linha ofensiva e o jogador mais próximo da linha lateral. Geralmente essa área é ocupada por um wide receiver, um running back ou um tight end). Assim como no trocadilho com a palavra caça-níquel (slot machine), onde você quase sempre sairia com um prêmio, Welker, especialmente nos tempos de Patriots, costumava causar o caos e a felicidade dos torcedores.

A redenção da dinastia que não acabou

A temporada 2014/2015 do Patriots começou claudicante, com uma derrota estranha para o Miami Dolphins por 33x20, fora de casa, quando o time levou a virada na volta do intervalo e não fez uma pontuação sequer no segundo tempo. Depois disso, o Patriots venceu duas partidas seguidas, ainda jogando mal, até enfrentar o Kansas City Chiefs, quando foi massacrado no Arrowhead Stadium, por 41x14, numa péssima jornada de Tom Brady e Bill Belichick. Pois é, uma das maiores duplas da história da NFL foi responsável pelo momento mais crítico da franquia em anos. Foi depois desse confronto que começaram a sentenciar o fim da dinastia do Patriots, além de aposentarem precocemente Tom Brady e Bill Belichick.

A paulada foi tão grande e dolorosa que os torcedores ficaram em choque, algo nunca visto antes, mesmo a maioria sabendo que essa temporada seria de renovação para a franquia. Parecia que finalmente o time mais odiado da NFL estava fadado  ao desastre. E qual foi o resultado desse pânico todo? O Patriots engatou SETE vitórias seguidas, sendo a maioria dessas vitórias por 40 ou mais pontos, transformando "a dinastia que havia acabado" no quarto melhor pontuador geral da competição. A gana e o ódio estavam visíveis nos olhos e no comportamento dos jogadores do Patriots.

Aos poucos, a linha ofensiva (OL) ia melhorando, a defesa ficava cada vez mais agressiva e perigosa na secundária e o ataque aparecia cada vez mais incisivo. Entretanto, havia um jogador que estava ainda mais em "modo fúria". Quem mais sofreu, e sofreu calado, foi o mitológico quarterback de New England. De repente, até o Colin Kaepernick parecia ser, aos olhos dos especialistas, mais quarterback do que o multi-campeão camisa 12 do Patriots. A necessidade que a mídia tem em criar e derrubar ídolos fez com que o QB saísse da sua zona de conforto, que ousasse mais. Todavia, o oportunismo e o sensacionalismo foram benéficos para o Patriots, que usou todo esse burburinho negativo a seu favor. Todos que acompanham a NFL há algum tempo sabem que quando Tom Brady joga no "modo fúria" não existe adversário que consiga pará-lo, vide o Denver Broncos, Cincinnati Bengals e Indianapolis Colts, que começaram as suas campanhas bem melhores do que o Patriots, e que eram cotados para estarem no lugar do New England Patriots, mas que foram completamente dominados e massacrados quando enfrentaram Tom Brady e os seus amigos. O massacre no Kansas serviu para acender a fogueira de competitividade que estava esmerilhando na gélida New England.

O Patriots terminou a temporada regular com 12 vitórias, quatro derrotas e nenhum empate, além de ter terminado a fase com o quarto melhor ataque da NFL. O time estava afiado e preparado para os combates dos playoffs, apesar de todo pessimismo dos torcedores. O primeiro deles, aliás, foi o mais temido de todos: o Baltimore Ravens, um pesadelo na vida de qualquer fã do Patriots. Joe Flacco estava imaculado nos playoffs, com números espetaculares e recordes estabelecidos, mas toda a pompa do QB não foi párea contra uma atuação espetacular dos donos da casa. O Patriots esteve duas vezes atrás no placar por 14 pontos e numa das vezes que revertera o placar, e uma faceta fora revelada ao mundo: as trick plays do Patriots. O famoso passe para trás do Brady para o Edelman que, em seguida, lançou para o Amendola totalmente livre para anotar o touchdown foi a grande jogada da partida e, por muito pouco, não foi a jogada do ano. Ao final da partida, Joe Flacco, que estava "on fire" fora interceptado pelo strong safety Duron Harmon, que pouco aparecera na temporada até então, ato que selou a classificação da equipe de New England para mais uma final de conferência.

No final de semana seguinte, o Patriots recebeu em sua casa o Indianapolis Colts para decidir quem iria para o Super Bowl. O resultado você já sabe: um massacre homérico. No entanto, horas depois da partida veio a notícia de que 11 das 12 bolas usadas no primeiro tempo da partida contra o Colts estavam murchas. A notícia caiu como uma bomba no colo de uma franquia que paga pela má fama até hoje por um incidente ocorrido há muito tempo atrás, o Spy Gate. Batizado de "Império do Mal", essa história toda era tudo o que o Patriots menos precisava no momento. Nem mesmo com o "apoio" do conceituadíssimo Sports Science, que apresentou provas críveis de que era impossível existir qualquer tipo de vantagem a favor do Patriots com a quantidade de ar perdido nas 11 bolas, além de terem apontado para o frio como um dos principais fatores para que a bola murchasse um pouco, serviu para acalmar os críticos. Alguns outros detalhes também passaram despercebidos nesse imbróglio todo. A partida só foi tomar ares de goleada no segundo tempo, quando o problema já estava resolvido, já que a soma da pontuação do terceiro e quarto período era de 28x0 para o Patriots. Foi no primeiro tempo do duelo que Tom Brady fora interceptado pela defesa do Colts, cenário que permitiu aos visitantes anotarem um touchdown logo em seguida. Por último, o grande nome da partida fora o running back LaGarrette Blount, que anotou quatro touchdowns correndo, um tipo de jogada onde o peso da bola não inflige em nada no desempenho do atleta. Ou seja, esse erro infantil, que deve ser investigado mais afundo, de nada influenciou no resultado do jogo.

Após duas semanas, o grande dia chegou para os torcedores de Patriots e Seahawks. De um lado a desconfiança, do outro a confiança exagerada. Era perceptível o medo e a apreensão entre os torcedores do New England Patriots, enquanto a Legion of Boom estava completamente agitada para o duelo. O cenário parecia um filme dirigido pelo Martin Scorsese, onde o Patriots era o protagonista miserável e o Seahawks era o antagonista bonitão, bem parecido com "Os Infiltrados".

O Super Bowl XLIX foi, sem dúvida alguma, o mais emocionante dessa década. O Patriots começou muito bem o jogo, evitando o óbvio que eram os passes em profundidade, tática que foi bem aproveitada até um pequeno erro de cálculo de Tom Brady, que forçou um passe na end zone e fora interceptado. Apesar do erro incomum do QB, o Patriots manteve a resiliência e abriu o placar no segundo quarto. Como um verdadeiro antagonista chato, o Seahawks empatou logo em seguida, pouco antes do Patriots retomar as rédeas da partida e depois perdê-la de novo. Após o efervescente show da Katy Perry no intervalo, o Seahawks voltou arrasador, engolindo o Patriots no terceiro quarto, onde anotou 10 pontos contra uma defesa que vinha jogando bem, mas que pecava na cobertura na secundária, que fora o seu trunfo até então, e lugar onde jazia Chris Matthews, inócuo durante toda temporada, mas mortal no jogo que mais importava no ano. Com pouco mais de 10 minutos no relógio, um estádio completamente hostil e um time pela frente que estava com uma sorte do tamanho do Arizona, aquele pessimismo que era latente entre os torcedores patriotas ficou gigantesco. Pessimismo esse que só não foi mais gigantesco que a atuação de Tom Brady, o maior quarterback dos Super Bowls. No dia em que foi maior que o seu ídolo, Joe Montana, ele liderou o Patriots para uma virada de 10 pontos de desvantagem, alterando o placar para 28x24. No entanto, o estupendo QB teve que dividir os louros da vitória com aquele herói improvável que eu citei anteriormente. Mais improvável que o Harmon contra o Ravens. Um herói digno desse grande jogo: Malcom Butler. O cornerback, que pouco participou da campanha do Patriots, interceptou o passe de Russell Wilson, numa chamada que ninguém entendeu, onde o correto seria correr com a besta na linha de uma jarda para a end zone. A interceptação de Butler foi mais simbólica ainda por causa da recepção inacreditável do wide receiver Jermaine Kearse, cuja bola caiu no seu colo após quase ser desviada pelo próprio Butler. Nesse momento, veio a cabeça do torcedor do Patriots o lance do Tyree e do Manningham pelo Giants, ambos nas duas últimas vezes em que o New England esteve presente no Super Bowl. Butler, que se você prestar bastante atenção, esteve envolvido em todas as jogadas importantes no último quarto de jogo. 


O ápice do Super Bowl XLIX
Merecidamente, o cornerback ofuscou o passe do Edelman contra o Ravens, o touchdown do Develin contra o Colts, a partida perfeita do Vereen na final, o braço mecânico do Gronkowski e os clutches do tão criticado Danny Amendola durante os playoffs. Foi tudo muito surpreendente. E o final dessa história não foi como num filme do Scorsese, onde o protagonista miserável morre. O final foi uma redenção ao estilo western americano. Butler, que sequer havia interceptado uma bola, virou o grande herói dessa grandiosa franquia, apesar do esforço descomunal de uma defesa que apareceu na hora mais crítica do ano. A tão criticada defesa conseguiu parar o Seattle nas quatro últimas campanhas do Super Bowl (punt, punt, punt e pick). Contundo, essa grande equipe, que muitos desvalorizaram, não seria nada se fosse pela genialidade do Bill Belichick. Quem pensaria em usar o Edelman, que fora QB no College, contra o Ravens nos playoffs? Quem seria louco em usar a OL como trunfo para marcar touchdowns? Por que raios ele não pediu tempo no último drive do Seahawsk, que estava a mercê de marcar um touchdown que poderia acabar com o sonho do tetra? Um louco como o Bielsa, porém vencedor. Ele sabe muito bem como funciona o jogo. Ele respira o jogo. Se havia um cara nesse mundo capaz de transformar o Patriots, esse cara era o carrancudo Bill.

Você querendo ou não, erro tático do Darrell Bevell ou não, "deflate gate" ou não, a história do campeão teve um final glorioso. O New England Patriots mostrou que a dinastia, enquanto Tom Brady e Bill Belichick estiverem por lá, estará longe de acabar. O tetracampeão do Super Bowl mostrou que o imediatismo custa caro para alguns analistas, e que isso serve de combustível para uma máquina que estava emperrada. Daqui uns 10 anos, quando a dinastia de fato acabar, e a raiva por ela diminuir, o mundo vai reconhecer a genialidade da dupla Brady-Belichick, e todos vão sentir muito a falta deles.


A imagem mais bonita para o torcedor do Patriots

Guia básico para entender a NFL - Parte 1 (AFC)

Entra ano e sai ano e a NFL continua crescendo no Brasil. Parece até uma troca de futebol entre Brasil e EUA, enquanto a bola oval torna-se popular aqui, o mesmo pode-se dizer da bola redonda na terra do Tio Sam.

Entretanto, muitas pessoas acompanham esse esporte superficialmente, sem entender muito bem as regras e sem ter um time para qual torcer. A maioria dos novos fãs da NFL alegam que o esporte é cheio de regras, muitos times para escolher e com muitos jogadores para decorar o nome. Isso é verdade, mas nada que uma ajudinha para melhorar, certo? Logo abaixo, você conhecerá todos os clubes da AFC, de forma resumida, para te ajudar a sair do muro, ou conhecer melhor outras equipes que o seu time vai enfrentar nessa temporada.

Antes de qualquer coisa, os 32 clubes que compõe a NFL são divididos em duas conferências (AFC e NFC) e subdivididos em oito divisões (AFC EAST, AFC WEST, AFC NORTH, AFC SOUTH, NFC EAST, NFC WEST, NFC NORTH e NFC SOUTH). O Super Bowl é a grande final que coloca frente a frente os campeões das duas conferências.


AFC (American Football Conference)

AFC EAST (New England Patriots, Miami Dolphins, New York Jets e Buffalo Bills)










Nome: New England Patriots
Fundação: 16 de novembro de 1959
Estádio: Gillette Stadium
Apelido: The Pats
Ordem cronológica: Boston Patriots (1960-1970) e New England Patriots (1971-presente)
Super Bowls: 2001 (XXXVI), 2003 (XXXVIII) e 2004 (XXXIX)
Conferências: 1985, 1996, 2001, 2003, 2004, 2007 e 2011
Divisões: 1978, 1985, 1996, 1997, 2001, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013
Rivais: New York Jets (a maior), Baltimore/Indianapolis Colts, Baltimore Ravens, Pittsburgh Steelers, Buffalo Bills e Miami Dolphins
Ídolos: Bob Dee (DE), Jim Hunt (DT), John Hannah (G), John Morris (C), Kevin Faulk (RB), Adam Vinatieri (K), Bruce Armstrong (LT), Teddy Bruschi (MLB), Ben Coates (TE), Drew Bledsoe (QB), Nick Buoniconti (LB), Curtis Martin (RB), Richard Seymour (DE) TY Law (CB), Randy Moss (WR), Wes Welker (WR), Stanley Morgan (WR), Troy Brown (WR), Mike Haynes (CB), Andre Tippett (LB) e Tom Brady (QB). 
Destaques: Tom Brady (QB), Vince Wilfork (NT), Rob Gronkowski (TE), Julian Edelman (WR), Rob Ninkovich (LB), Shane Vereen (RB), Stephan Ridley (RB), Chandler Jones (DE), Dont'a Hightower (OLB), Logan Ryan (CB), Kyle Arrington (CB), Jerod Mayo (MLB), Brandon Browner (CB), Darrelle Revis (CB) e Devin McCourty (FS).
Resumo: Para essa temporada, Bill Belichick, treinador dos Patriots, tratou de resolver parte do seu maior problema dentro da equipe: a defesa. Esse setor, que há muito tempo ficava entre as piores da liga, ganhou dois grandes reforços na secundária com as chegadas de Darrelle Revis e Brandon Browner (ainda cumpre suspensão). Os dois CBs vão aparecer com grande frequência na sua telinha, já que o Patriots é mestre em forçar turnovers. Mas, como o buraco é mais profundo, os Pats ainda são vulneráveis no combate físico do jogo, especialmente para conter RBs de potência e TEs atléticos e versáteis. Se não bastassem os problemas de fábrica, o grande problema da franquia é a linha ofensiva, responsável em proteger a joia do time, o quarterback Tom Brady. A linha dos Patriots é recheada de rookies, os populares "novatos", que sofrem para acertar o tempo dos LBs adversários, e de jogadores constáveis. Caso Rob Gronkowski se mantenha saudável, o ataque, que ainda sofre com a adaptação de Amendola, pode ficar mais confiável. Além disso, Brandon LaFell, que trocou o Panthers pelo Patriots, é um jogador de profundidade e deve ser muito usado por Belichick. Considerando a grande reformulação da equipe, fica difícil acreditar numa vitória, ou vaga na final de conferência pela sexta vez seguida na história da franquia. Mas, tratando-se de Belichick-Brady, tudo pode acontecer. Até milagres.














Nome: Miami Dolphins
Fundação: 1966
Estádio: Sun Life Stadium
Apelido: The Fins e The Fish
Ordem cronológica: Sempre foi Miami Dolphins
Super Bowls: 1972 (VII) e 1973 (VIII)
Conferências: 1971, 1972, 1973, 1982 e 1984
Divisões: 1971, 1972, 1973, 1974, 1979, 1981, 1983, 1984, 1985, 1992, 1994, 2000 e 2008
Rivais: Buffalo Bills, New York Jets e New England Patriots
Ídolos: Larry Csonka (FB), Bob Griese (QB), Jim Langer (C), Paul Warfield (WR), Larry Little (G), Dwight Stephenson (C), Bob Kuechenberg (G), Dan Marino (QB), Kim Bokamper (LB), Curtis Johnson (CB), Doug Betters (LB), Tim Bowens (DT), Sam Madison (CB), Mark Clayton (WR), Nat Moore (WR), Bob Baumhower (NT), Richmond Webb (LT), Zach Thomas (LB) e Jason Taylor (DE).
Destaques: Ryan Tannehill (QB), Mike Wallace (WR), Bryan Hartline (WR), Brent Grimes (CB), Rashad Jones (S), Phillip Wheeler (LB), Charles Clay (TE), Lamar Miller (RB), Randy Starks (DT), Jason Trusnik (OLB), Danell Ellerbe (LB), Olivier Vernon (DE), Cameron Wake (DE) e Jared Odrick (DT)
Resumo: Quem viu o Miami Dolphins jogar na década de 1970, 1980 e 1990, e hoje vê o estado da franquia, deve se descabelar freneticamente de raiva. Don Schula e seu fiel escudeiro, o lendário Dan Marino, deram aos Dolphins os dois únicos Super Bowls da franquia no comecinho da década de 1970. Hoje, os Dolphins penam para conseguir uma boa posição na divisão e, pior ainda, se classificar para os playoffs (a última vez foi em 2008). Nas últimas temporadas, o time se notabilizou pela efervescência dentro do vestiário, que impediu que muitos bons jogadores desempenhassem o seu futebol. Contudo, para essa temporada os Dolphins devem ter um pouco de sossego, já que a defesa dos golfinhos é bastante confiável e agressiva, especialmente se tratando de Cameron Wake, Jared Odrick e Brent Grimes. Mike Wallace, um dos jogadores mais rápidos da liga, é o grande nome do ataque. Por ser uma equipe muito inconstante, os Dolphins vão alternar entre grandes partidas e pífias partidas. Difícil de apostar.













Nome: New York Jets
Fundação: 1960
Estádio: MetLife Stadium
Apelido: Gang Green
Ordem cronológica: Titans of New York (1960 - 1963) e New York Jets (1963-presente)
Super Bowls: 1968 (AFL-NFL Super Bowl III)
Conferências: 0
Divisões: 1968, 1969, 1998 e 2002
Rivais: New England Patriots, Miami Dolphins e New York Giants
Ídolos: Aaron Glenn (CB), Marvin Powell (T), Gerry Philbin (DE), Kevin Mawae (C), Emerson Boozer (RB), Wayne Chebret (WR), Mo Lewis (LB), Al Toon (WR), Matt Snell (RB), Wesley Walker (WR), Mark Gastineau (DE), Winston Hill (T), Freeman McNeil (RB), Larry Grantham (LB), Joe Klecko (DL), Darrelle Revis (CB), Curtis Martin (RB), Don Maynard (WR) e Joe Namath (QB).
Destaques: Michael Vick (QB), Geno Smith (QB), Chris Ivory (RB), Jeremy Kerley (WR), Calvin Pace (OLB), Antonio Allen (CB), Jason Babin (DE), Dawan Landry (SS), Breno Giacomini (T), Chris Johnson (RB), Eric Decker (WR), Jacoby Ford (WR), AJ Edds (LB), Demario Davis (ILB), Muhammad Wilkerson (DE) e David Harris (ILB). 
Resumo: Time verde de uma megalópole, cujo passado era muito bonito, mas que atualmente costuma aparecer na mídia por conta dos vacilos de seus jogadores e fracassos na temporada. Parece o Palmeiras, não? Pois é assim que os torcedores dos Jets se sentem com relação à sua equipe. Ultimamente o time nova-iorquino é mais conhecido pelas lambanças de seus jogadores (Mark Sanchez e o butt fumble, por exemplo) do que por classificações heroicas. Para essa temporada, uma pequena faxina foi feita no roster para tentar intimidar seus dois maiores rivais, o New England Patriots e o New York Giants (apesar dos Giants não serem da mesma divisão). Breno Giacomini, Chris Johnson, Eric Decker e Jason Babin são os principais nomes que vieram para reforçar a franquia, que, apesar do péssimo histórico, vem com mais confiança para uma temporada difícil. Detalhe, Giacomini e Decker se enfrentaram no último Super Bowl. 












Nome: Buffalo Bills
Fundação: 1960
Estádio: Ralph Wilson Stadium
Apelido: Bills
Ordem cronológica: Sempre foi Buffalo Bills
Super Bowls: 0
Conferências: 1990, 1991, 1992 e 1993.
Divisões: 1980, 1988, 1989, 1990, 1991, 1993 e 1995.
Rivais: Miami Dolphins, Indianapolis Colts e New York Jets
Ídolos: Elbert Dubenion (WR), Billy Shaw (G), Darryl Talley (LB), Cookie Gilchrist (RB), Cornelius Bennett (LB), Jack Kemp (QB), Thurman Thomas (RB), Steve Tasker (WR/ST), Joe DeLamielleure (G), Andre Reed (WR), OJ Simpson (RB), Jim Kelly (QB) e Bruce Smith (DE).
Destaques: Kyle Williams (DT), Mario Williams (DE), Manny Lawson (DE), Sammy Watkins (WR), Mike Williams (WR), Scott Chandler (TE), Aaron Williams (FS), Brandon Spikes (MLB), CJ Spiller (RB), Leodis McKelvin (CB), Corey Graham (CB), Nigel Bradham (OLB), Marcell Dareus (DT), Kiko Alonso (MLB) e Da'Norris Searcy (SS).
Resumo: Em meio a indefinição sobre o novo dono da franquia, o Buffalo Bills procura uma maneira de ir em busca de uma boa temporada. Com uma defesa forte, o time nova-iorquino tenta sair da sombra dos outros três clubes da AFC EAST e finalmente voltar aos playoffs. Famoso no começo da década de 1990 por ter um ataque avassalador, os Bills parecem ter perdido o mojo para essa década. Os problemas ofensivos da franquia começam justamente na posição mais importante, a de quarterback, onde há uma indefinição entre EJ Manuel, Jeff Tuel, Thad Lewis e Dennis Dixon. Pela sequência que teve na temporada passada, o primeiro deve ser o titular. A posição de wide reciever também não conta com grandes nomes, e muito menos a de Tight End, mas Sammy Watkins, WR que ficou muito famoso por suas ótimas partidas e recepções no College, deve ter muitas chances com os Bills. Atualmente, a única posição que o Bills talvez tenha uma certa tranquilidade é na de running back, com CJ Spiller, um jogador de muita força e velocidade. Entretanto, os torcedores dos Bills possuem uma defesa de dar inveja em qualquer torcedor da NFL. Composta por três Williams diferentes, e igualmente excelentes, o time de Nova Iorque é uma ameaça à qualquer jogo aéreo, uma verdadeira armadilha que aplica vários turnovers. Se não bastasse isso, a linha defensiva é sedenta por sangue de quarterbacks, com ótimos linebackers e defensive ends que derrubam não apenas uma linha ofensiva inteira, mas também até o mais atento quarterback da liga.


AFC NORTH (Cincinnati Bengals, Pittsburgh Steelers, Baltimore Ravens e Cleveland Browns)











Nome: Cincinnati Bengals
Fundação: 1968
Estádio: Paul Brown Stadium
Ordem cronológica: Sempre foi Cincinnati Bengals
Super Bowls: 0
Conferências: 1981 e 1988
Divisões: AFC CENTRAL (1970, 1973, 1981, 1988 e 1990) e AFC NORTH (2005, 2009 e 2013)
Rivais: Baltimore Ravens, Cleveland Browns e Pittsburgh Steelers 
Ídolos: Rudi Johnson (RB), James Brooks (RB), Rodney Holman (TE), David Fulcher (S), Carl Pickens (WR), Willie Anderson (OT), Corey Dillon (RB), Lemar Parrish (DB), Ken Riley (DB), Tim Krumrie (NT), Cris Collinsworth (WR), Isaac Curtis (WR), Chad Ochocinco (WR), Boomer Esiason (QB), Ken Anderson (QB) e Anthony Munoz (OT)
Destaques: Terence Newman (CB), AJ Green (WR), Marvin Jones (WR), Domata Peko (DT), Wallace Gilberry (DE), Geno Atkins (DT), Vincent Rey (MLB), Reggie Nelson (FS), Carlos Dunlap (DE), George Iloka (SS), Rey Maualuga (MLB) e Adam Jones (CB)
Resumo: Se você pegar a lista de estatísticas dos jogadores dos Bengals ao longo de várias temporadas, você cairá da cadeira ao perceber que um time cujo desempenho individual é altíssimo e mesmo assim é incapaz de levar a franquia para uma final de conferência ou até à um Super Bowl. Apesar do desfalque de Michael Johnson, que foi para os Buccaneers, a defesa de Cincinnati é uma das mais temíveis da NFL, graças às suas interceptações e sacks. O ataque comandado por Andy Dalton, o quarterback mais vara verde da NFL, é forte, porém, o grande responsável pelas coisas não darem certo é justamente o Rupert Grint de Ohio, cujo nervosismo é tão evidente quanto suas interceptações. Devido ao desequilíbrio, os Bengals vivem um paradoxo cruel e irritante que não permite aos torcedores sonharem com algo mais alto e digno dos números conquistados individualmente.













Nome: Pittsburgh Steelers
Fundação: 1933
Estádio: Heinz Field
Apelido: The Black and Gold ou The Chief
Ordem cronológica: Pittsburgh Pirates (1933-1939), Pittsburgh Steelers (1940-1942), Pit/Phi Steagles (1943), Card-Pit (1944) e Pittsburgh Steelers (1945-presente)
Super Bowls: 1974 (IX), 1975 (X), 1978 (XIII), 1979 (XIV), 2005 (XL) e 2008 (XLIII)
Conferências: 1974, 1975, 1978, 1979, 1995, 2005, 2008 e 2010
Divisões: AFC CENTRAL (1972, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979, 1983, 1984, 1992, 1994, 1995, 1996, 1997 e 2001) AFC NORTH (2002, 2004, 2007, 2008 e 2010)
Rivais: Baltimore Ravens, Cleveland Browns, Cincinatti Bengals, New England Patriots, Oakland Raiders, Tennessee Titans, Dallas Cowboys e Philadelphia Eagles (sim, tudo isso!)
Ídolos: Rocky Bleier (RB), James Harrison (LB), "Big" Ben Roethlisberger (QB), Alan Faneca (OLB), Jack Butler (CB), Andy Russell (LB), Dermontti Dawson (C), LC Greenwood (DE), Jerome Bettis (RB), John Stallworth (WR), Ernie Stautner (OLB), Troy Polamalu (S), Hines Ward (WR), Mike Webster (C), Rod Woodson (DB), Jack Ham (LB), Terry Bradshaw (QB), Franco Harris (FB/RB), Mel Blount (CB), Jack Lambert (LB) e "Mean" Joe Greene (DE).
Destaques: "Big" Ben Roethlisberger (QB), Troy Polamalu (S), Brett Keisel (DE), Heath Miller (TE), Antonio Brown (WR), Le'Veon Bell (RB), Lawrence Timmons (LB), William Gay (CB), Cameron Heyward (DE), Jason Worilds (OLB), Lance Moore (WR) e LaGarrette Blount (RB).
Resumo: A franquia mais vencedora da história do futebol americano passa por uma renovação brutal há mais ou menos três temporadas. Desde seu último título, em 2008, os Steelers não foram mais os mesmos. Grandes nomes da franquia, como James Harrison, Hines Ward, Jericho Cotchery, LaMarr Woodley e Emmanuel Sanders não estão mais em Pittsburgh, sendo que, dentre os jogadores mais experientes, só sobraram Ben Roethlisberger, Brett Keisel e Troy Polamalu para segurar a bucha. A tão famosa linha defensiva dos Steelers está carente de linebackers de calibre, algo inédito na tão prolífica história da franquia com jogadores desta posição. Além disso, a equipe negra e dourada precisa urgentemente de reposição para a linha ofensiva, já que Emmanuel Sanders e Jericho Cotchery, principais WRs da franquia nos últimos três anos, trocaram de equipe. Moore, ex-jogador dos Saints, é um WR decente, porém, Big Ben vai precisar de mais material humano caso os Steelers queiram classificar para os playoffs dessa vez, especialmente se LaGarrette Blount for pego portando maconha novamente. Heath Miller, La'Veon Bell e Antonio Brown terão que mostrar que são capazes de acompanhar o ritmo de outros grandes jogadores da divisão.











Nome: Baltimore Ravens
Fundação: 1996
Estádio: M&T Bank Stadium
Ordem cronológica: Sempre foi Ravens desde sua fundação.
Super Bowls: 2000 (XXXV) e 2012 (XLVII)
Conferências: 2000 e 2012
Divisões: 2003, 2006, 2011 e 2012
Rivais: New England Patriots, Pittsburgh Steelers, Indianapolis Colts, Cleveland Browns e Cincinnati Bengals.
Ídolos: Jermaine Lewis (WR), Ray Rice (RB), Adalius Thomas (OLB), Mike Flynn (G/C), Chris McAllister (CB), Derrick Mason (WR), Michael McCrary (DE), Jamie Sharper (OLB), Jarret Johnson (LB), Todd Heap (TE), Peter Boulware (OLB), Marshal Yanda (G), Haloti Ngata (DL), Rod Woodson (FS), Terrell Suggs (OLB), Jamal Lewis (RB), Joe Flacco (QB), Ed Reed (FS), Jonathan Ogden (T) e Ray Lewis (MLB).
Destaques: Joe Flacco (QB), Terrell Suggs (OLB), Ray Rice (RB), Haloti Ngata (DL), Marshal Yanda (G), Chris Canty (DE), Jacoby Jones (WR), Ladarius Webb (CB), Dennis Pitta (TE), Eugene Monroe (T), Torrey Smith (WR), Owen Daniels (TE) e Steve Smith (WR).
Resumo: Jovens, porém muito fortes. Esse é o sempre regular Baltimore Ravens, uma franquia que carrega em seu nome uma homenagem ao lendário poema "O Corvo" de Edgar Allan Poe, que viveu por muito tempo na cidade de Baltimore antes de falecer. Sempre famosa por ter uma linha defensiva estupidamente forte, os Ravens mantém o seu legado de montar uma verdadeira barreira humana para proteger o território. Entretanto, aos poucos a franquia vai renovando algumas peças e perdendo outras. Uma dessas peças que saíram do Ravens foi o OL Michael Oher, que suplantou uma dinastia ao lado de Joe Flacco, seu protegido. Sem ele, os Ravens ficarão mais expostos no ataque durante a nova temporada. Falando em ataque, Flacco continua sua busca pela afirmação entre os melhores quarterbacks da liga. Para essa temporada, o QB de Baltimore terá uma ótima linha ofensiva com Steve Smith, Jacoby Jones, Dennis Pitta, Owen Daniels (uma das melhores transações neste mercado) e o excelente Torrey Smith.





Nome: Cleveland Browns
Fundação: 1946
Estádio: FirstEnergy Stadium
Ordem cronológica: Sempre foi Cleveland Browns.
Super Bowls: 0
Conferências: 0
Divisões: 1971, 1980, 1985, 1986, 1987 e 1989.
Rivais: Pittsburgh Steelers, Cincinnati Bengals, Baltimore Ravens, Baltimore/Indianapolis Colts, Detriot Lions e Denver Broncos.
Ídolos: Frank Minnifield (CB), Hanford Dixon (CB), Bernie Kosar (QB), Gene Hickerson (G), Joe Delamielleure (G), Mike McCormack (T), Bill Willis (MG), Clay Matthews Jr (LB), Bobby Mitchell (WR/HB), Frank Gatski (C), Len Ford (DE), Marion Motley (FB), Lou Groza (K/OT), Leroy Kelly (RB), Dante Lavelli (END), Otto Graham (QB), Paul Warfield (WR), Ozzie Newsome (TE) e Jim Brown (FB).
Destaques: Karlos Dansby (ILB), Jim Leonhart (DB), Miles Austin (WR), Desmond Bryant (DE), Ben Tate (RB), Isaiah Trufant (DB), Josh Gordon (WR), Paul Kruger (OLB) e Johnny Manziel (QB).
Resumo: Uma das franquias mais antigas da liga está há anos numa deriva emocional. Os Browns tiveram na década de 1940, 1950 e 1960 o seu ápice, quando o futebol americano ainda era bastante amador. Virtualmente, o time de Cleveland é bom, mas falta algum tipo de tempero que não é degustado naquela cidade. O principal destaque da equipe sequer é considerado titular, caso do polêmico Johnny Manziel, ou Johnny Football, como preferir. Apesar de terem Josh Gordon, um ótimo prospecto para a posição de wide receiver, a franquia pena e peca muito no setor ofensivo, que ainda precisa de outra peça para alternar com Gordon.



AFC SOUTH (Indianapolis Colts, Houston Texans, Tennessee Titans e Jacksonville Jaguars)













Nome: Indianapolis Colts
Fundação: 1953
Estádio: Lucas Oil Stadium
Ordem cronológica: Boston Yanks (1944-1948), New York Bulldogs (1949), New York Yanks (1950-1951), Dallas Texans (1952), Baltimore Colts (1953-1983) e Indianapolis Colts (1983-presente)
Super Bowls: 1970 (V) e 2006 (XLI)
Conferências: 1958, 1959, 1964, 1968, 1970, 2006 e 2009.
Divisões: 1970, 1975, 1976, 1977, 1987, 1999, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009, 2010 e 2013. 
Rivais: New England Patriots, New York Giants, New York Jets, Houston Texans e Miami Dolphins.
Ídolos: Cato June (LB), Tony Siragusa (DT), Ray Buchanan (DB), Duane Bickett (LB), Gary Brackett (LB), Marcus Pollard (TE), Bob Sanders (S), Bill Brooks (WR), Ray Donaldson (C), Jim Harbaugh (QB), Tarik Glen (OT), Dallas Clark (TE), Chris Hinton (OL), Marshall Faulk (RB), Robert Mathis (DE/OLB), Jeff Saturday (C), Edgerrin James (RB), Dwight Freeney (DE/OLB), Reggie Wayne (WR), Marvin Harrison (WR) e Peyton Manning (QB).
Destaques: Adam Vinatieri (K), Reggie Wayne (WR), Robert Mathis (OLB), Ahmad Bradshaw (RB), LaRon Landry (SS), Donald Thomas (G), Vontae Davis (CB), Hakeem Nicks (WR), Trent Richardson (RB), T.Y. Hilton (WR), Jerrell Freeman (ILB), Arthur Jones (DE), Ricky Jean Francois (DE), Cory Redding (DE), Erik Walden (OLB) e Andrew Luck (QB).
Resumo: O insinuante Indianapolis Colts se reforçou com jogadores experientes para a nova temporada da NFL. Visando uma final de conferência, os Colts assinaram com D'Qwell Jackson (Cleveland), Arthur Jones (Baltimore), Phil Costa (Dallas) e Hakeem Nicks (Giants) para dar um upgrade em setores carentes. Nicks, que não teve uma boa temporada com os Giants no ano passado, será a grande alternativa para Andrew Luck, que já conta com o ótimo T.Y. Hilton. Salientando o quarterback de Indiana, Luck vai para sua terceira temporada com os Colts, após o bom segundo ano na liga durante a temporada passada. Outro jogador que terá que mostrar serviço nesta temporada é o RB Trent Richardson, que custou uma valiosa primeira escolha no draft. Após a desastrosa temporada que fez no ano passado, Richardson precisa correr mais do que correu em Cleveland para recuperar o prestigio que tinha antes de ser contratado pelos Colts. Ao contrário do ataque, a defesa dos Colts continua sólida, mas com alguns desfalques. O principal deles, Antoine Betea, foi para o San Francisco 49rs.
















Nome: Houston Texans
Fundação: 2002
Estádio: NRG Stadium
Ordem cronológica: Sempre foi Houston Texans
Super Bowls: 0
Conferências: 0
Divisões: 2011 e 2012
Rivais: Tennessee Titans, Cincinatti Bengals, Jacksonville Jaguars e Indianapolis Colts
Ídolos: JJ Watt (DE), Johnathan Joseph (CB), Amobi Okoye (DT), Aaron Glenn (DB), Bernard Pollard (DB), Steve Slaton (RB), Owen Daniels (TE), Vonta Leach (FB), Duane Brown (LT), DeMeco Ryans (DE), Jason Babin (DE), Matt Schaub (QB), Brian Cushing (LB), Arian Foster (RB), Andre Johnson (WR) e Mario Williams (DE/OLB).
Destaques: JJ Watt (DE), Danieal Manning (DB), Duane Brown (LT), Brian Cushing (LB), Arian Foster (RB), Kendrick Lewis (CB), Ryan Fitzpatrick (QB), Jadeveon Clowney (LB) e Andre Johnson (WR).
Resumo: A "era Matt Schaub" acabou. O que muitos podem dizer que foi um grande fracasso, na realidade, serve como um parâmetro para medir o quanto os Texans eram competitivos. Com um QB apenas mediano, o time de Houston sempre dava trabalho para as franquias mais veteranas da NFL. Com a contratação de Ryan Fitzpatrick, que também é um QB mediano até que se prove o contrário, a filosofia de trabalho deve ser a mesma (o que pode ser até mais fácil dependendo da "fome" de Andre Johnson). Entretanto, a defesa dos texanos promete ser o grande trunfo para um trabalho nessa temporada. Com Jadeveon Clowney, grande destaque do College, e primeira escolha do draft 2013, os Texans devem levantar um muro completamente forte para segurar os adversários. O ótimo rookie terá como companhia os igualmente ótimos JJ Watt, Danieal Manning, Duane Brown, Brian Cushing e Kendrick Lewis.















Nome: Tennessee Titans
Fundação: 1960
Estádio: LP Field
Ordem cronológica: Houston Oilers (1960-1996), Tennessee Oilers (1997-1998) e Tenessee (1998-presente)
Super Bowls: 0
Conferências: 1999
Divisões: 1991, 1993, 2000, 2002 e 2008
Rivais: Houston Texans
Ídolos: Brad Hopkins (OT), Samari Rolle (CB), Frank Wycheck (TE), Cortland Finnegan (CB), Kyle Vanden Bosch (DE), Chris Johnson (RB), Al De Greco (K), Michael Roos (OT), Albert Haynesworth (DT), Blaine Bishop (S), Kevin Mawae (C), Derrick Mason (WR), Jevon Kearse (DE), Eddie George (RB), Keith Bulluck (LB), Bruce Matthews (C) e Steve McNair (QB). 
Destaques: Nate Washington (WR), Bernard Pollard (SS), Delanie Walker (TE), Shonn Greene (RB), Dexter McCluster (RB), Kendall Wright (WR), Justin Hunter (WR), Michael Griffin (FS), Wesley Woodyard (ILB), Ropati Pitoitua (DE), Coty Sensabaugh (CB), Jurrell Casey (DE), Jason McCourty (CB) e Jake Locker (QB).
Resumo: Os Titans possuem uma equipe experiente e com poucas opções ofensivas. Com um quarterback inconstante e pouco familiarizado com as glórias, o time de Nashville segue sendo aquele time que se contenta apenas em competir. Bernard Pollard e Ropati Pitoitua, ambos jogadores defensivos, são os grandes nomes da franquia, que busca por uma identidade. Para o ataque, apesar de contar com os experientes Nate Washington e Shonn Green, quem mais se destaca é o jovem running back Dexter McCluster. Numa divisão nivelada por baixo, os Titans podem aprontar um brilhareco e tentar atrapalhar o Indianapolis Colts, time mais forte da divisão.






Nome: Jacksonville Jaguars
Fundação: 1995
Estádio: EverBank Field
Apelido: Jags
Ordem cronológica: Sempre foi Jaguars
Super Bowls: 0
Conferências: 0
Divisões: 1998 e 1999
Rivais: Tennessee Titans, Indianapolis Colts, Houston Texans, Miami Dolphins e Tampa Bay Buccaneers
Ídolos: Brad Meester (C), Tony Brackens (DE), Keenan McCardell (WR), Daryl Smith (LB), John Henderson (DT), Marcus Stroud (DT), Mark Brunell (QB), Maurice Jones-Drew (RB), Fred Taylor (RB), Jimmy Smith (WR) e Tony Bosselli (LT).
Destaques: Chad Henne (QB), Chris Clemons (DE), Will Blackmon (CB), Geno Hayes (OLB), Toby Gerhart (RB), Mercedes Lewis (TE), Marquise Lee (WR), Allen Hurns (WR), Sen'DerrIck Marks (DE), Winston Guy (DE), Andre Branch (DT) e Ryan Davis (FS)
Resumo: Após começo horroroso na temporada passada, com uma estiagem de vitórias muito longa, os Jaguars descobriram que alguns dos poucos jogadores decentes que tinha eram realmente bons jogadores. O ataque é fraco, onde o melhor jogador é o tight end Marquise Lewis e um dos piores é o mais importante, o quarterback Chad Henne. Porém, caso a paciência acabe por lá, o jovem Blake Bortles, draftado neste ano, pode ser alçado aos titulares logo de cara. Com um braço muito potente, o rookie ficou famoso no College pelas "big plays" (quando o QB arrisca passes muito longos), algo que o Henne pouco consegue fazer. Entretanto, a defesa é muito boa para forçar turnovers, especialmente fumbles. Chirs Clemons, líder da defesa dos Jags, é um daqueles exemplos de "como seria se estivesse numa equipe 'maior".



AFC WEST (Kansas City Chiefs, Denver Broncos, San Diego Chargers e Oakland Raiders)













Nome: Kansas City Chiefs
Fundação: 1960
Estádio: Arrowhead Stadium
Ordem cronológica: Dallas Texans (1960-1962) e Kansas City Chiefs (1963-presente)
Super Bowls: 1969 (IV)
Conferências: 0
Divisões: 1971, 1993, 1995, 1997, 2003 e 2010
Rivais: Oakland Raiders, San Diego Chargers e Denver Broncos
Ídolos: Abner Haynes (RB), Jamaal Charles (RB), Deron Cherry (FS), Larry Johnson (RB), Willie Lanier (MLB), Dwayne Bowe (WR), Johnny Robinson (S), Trent Green (QB), Buck Buchanan (DT), Otis Tayler (WR), Emmitt Thomas (CB), Bobby Bell (LB), Will Shields (OG), Priest Holmes (RB), Len Dawson (QB), Derrick Thomas (LB) e Tony Gonzalez (TE).
Destaques: Alex Smith (QB), Jamaal Charles (RB), Donnie Avery (WR), Travis Keice (TE), Anthony Fasano (TE), Tamba Hall (OLB), Dontari Poe (NT), Justin Houston (OLB), Allen Bailey (DE), Vance Walker (DT), Josh Mauga (ILB), Eric Berry (SS) e Derrick Johnson (ILB)
Resumo: O inconstante Chiefs agora possui uma grande atração, o kicker brasileiro Cairo Santos! Cairo é o primeiro brasileiro nascido no país a jogar por uma franquia da NFL. Se você está em dúvida sobre qual time torcer, os Chiefs podem ser uma boa opção. O restante do elenco é composto por bons jogadores e péssimos jogadores, o que gera desequilíbrio. O quarterback Alex Smith saiu execrado de San Francisco, porém, ele encontrou em Kansas o seu porto seguro para realizar boas partidas. Jamaal Charles, running back de muita potência, é outro grande nome dessa equipe. No entanto, essa potência toda pode ficar de fora em jogos importantes, já que Charles convive com muitas lesões. O grande trunfo da boa equipe de Kansas é a defesa, que possui destaques em quase todas a posições.













Nome: Denver Broncos
Estádio: Sport Authority Field at Mile High
Fundação: 1960
Ordem cronológica: (1960-presente)
Super Bowls: 2
Conferências: 1977, 1986, 1987, 1989, 1997, 1998 e 2013
Divisões: 1977, 1978, 1984, 1986, 1987, 1989, 1991, 1996, 1998, 2005, 2011, 2012 e 2013
Rivais: Kansas City Chiefs, Oakland Raiders, San Diego Chargers, Pittsburgh Steelers, Cleveland Browns e New England Patriots
Ídolos: Ed McCafery (WR), Mark Schlereth (G), Tom Jackson (LB), Lewis Wright (CB), Karl Mecklenburg (LB), Howard Griffith (FB), Champ Bailey (CB), Jason Elam (K), Floyd Little (RB), Steve Atwater (S), Gary Zimmerman (LT), Randy Gradishar (LB), Shannon Sharpe (TE), Rod Smith (WR), Terrell Davis (RB), Peyton Manning (QB) e John Elway (QB).
Destaques: Peyton Manning (QB), Julius Thomas (TE), Demaryius Thomas (WR), Emmanuel Sanders (WR), Montee Ball (RB), Wes Welker (WR), Brandon Marshall (OLB), Nate Irving (MLB), T.J. Ward (SS), Von Miller (OLB), DeMarcus Ware (DE), Malik Jackson (DE), Aqib Talib (CB), Quinton Carter (SS) e Rahim Moore (FS).
Resumo: O atual vice-campeão do Super Bowl, o Denver Broncos, continua com um excelente time, comandado pelo grande Peyton Manning. Com um ataque muito poderoso, com o já mencionado quarterback, Julius Thomas, Wes Welker e Demaryius Thomas são grandes destaques com grandes recordes e estatísticas. Recém-chegado à Denver, Emmanuel Sanders, ex-Steelers, se encaixou rapidamente no plano da equipe e já incomoda a posição de Wes Welker, notório WR que se envolveu com medicamentos impróprios durante a pré-temporada. Times ofensivos costumam sofrer na defesa, certo? Pois é, antigamente esse problema assolava os Broncos, mas John Elway certificou-se em correr atrás de reforços para o setor, como Aqib Talib (ex-Patriots), T.J. Ward (ex-Browns) e DeMarcus Ware (ex-Dolphins). Balanceado, os Broncos continuam fortes e cada vez mais favorito para abocanhar uma vaga no Super Bowl.







Nome: San Diego Chargers
Estádio: Qualcomm Stadium
Fundação: 1960
Apelido: The Bolts
Ordem cronológica: Los Angeles Chargers (1960-1961) e San Diego Chargers (1961-presente)
Super Bowls: 0
Conferências: 1994
Divisões: 1979, 1980, 1981, 1992, 1994, 2004, 2006, 2007, 2008 e 2009
Rivais: Kansas City Chiefs, Oakland Raiders e Denver Broncos
Ídolos: Chuck Muncie (RB), Gill Byrd (DB), Gary Garrison (WR), Jamal Williams (DL), Phillip Rivers (QB), John Hadl (QB), Wes Chandler (WR), Leslie O'Neal (DL), Walt Sweeney (OG), Charlie Joiner (WR), Antonio Gates (WR), Ron Mix (OT), Dan Fouts (QB), Kellen Winslow (TE), LaDainian Tomlinson (RB), Junior Seau (LB) e Lance Alworth (WR).
Destaques: Phillip Rivers (QB), Donald Brown (RB), Ryan Matthews (RB), Antonio Gates (WR), Eddie Royal (WR), Keenan Allen (WR), Malcom Floyd (WR), Eric Weddle (FS), Manti Te'o (ILB), Brandon Flowers (CB), Corey Liuget (DE), Melvin Ingram (OLB), Marcus Gilchrist (SS), Jeremiah Attaochu (OLB), Kendall Reyes (DE) e Dwight Freeney (OLB).
Resumo: Tudo depende de como Phillip Rivers vai se sair. O contestável quarterback de San Diego é capaz de ir do céu ao inferno com a rapidez de uma carroça descendo uma ladeira. No entanto, as opções ofensivas do Rivers são excelentes, como Gates, Royal, Allen e Floyd. Para o jogo corrido, Rivers também conta com os dois ótimos nomes de Donald Brown e Ryan Matthews. Rivers tem um braço muito forte, capaz de lançar big plays ao estilo Ben Roethlisberger, mas o que o que deixa o torcedor californiano vermelho de raiva é que o QB não consegue ornar com a equipe mesmo tendo uma linha ofensiva que o protege até o último segundo. Outro ponto que destoa nos Chargers é a defesa, que é um pouco lenta para correr atrás dos WRs adversários. Com uma secundária formada por dois ótimos safeties, Weddle e Te'o, além do CB Brandon Flowers, a produção de turnovers (se é que podemos colocar dessa maneira) é responsável por de interceptar passes certeiros, que geralmente salva o time de San Diego na partida.













Nome: Oakland Raiders
Estádio: O.co Coliseum
Fundação: 1960
Apelidos: The Silver and Black, The Men in Black e America's Most Wanted
Ordem cronológica: Oakland Raiders (1960-1981), Los Angeles Raiders (1982-1994) e Oakland Raiders (1995-presente).
Super Bowls: 1976 (XI), 1980 (XV) e 1983 (XVIII)
Conferências: 1976, 1980, 1983 e 2002
Divisões: 1970, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1983, 1985, 1990, 2000, 2001 e 2002
Rivais: Kansas City Chiefs, Denver Broncos, Pittsburgh Steelers, San Diego Chargers, Seattle Seahawks, San Francisco 49rs e New England Patriots
Ídolos: Bo Jackson (RB), Todd Christensen (TE), George Atkinson (S), Fred Biletnikoff (WR), Steve Wisniewski (OG), Mike Haynes (CB), Lester Hayes (CB), Ted Hendricks (LB), Jack Tatum (S), Willie Brown (CB), Jim Plunkett (QB), Howie Long (DE), Marcus Allen (RB), Ken Stabler (QB), Jim Otto (C), Tim Brown (WR), Art Shell (LT) e Gene Upshaw (LG)
Destaques: Derek Carr (QB), Darren McFadden (RB), Maurice Jones-Drew (RB), James Jones (WR), Mychal Rivera (TE), Rod Streater (WR), Tyvon Branch (SS), Charles Woodson (FS), Khalil Mack (OLB), Justin Tuck (DE), C.J. Wilson (DE) e T.J. Carrie (CB)
Resumo: Fortíssimo candidato para escolher o melhor jogador do Draft 2015. Para você que está chegando agora isso pode parecer encantador, no entanto, isso significa que o Raiders é muito cotado para ter uma das piores campanhas da temporada. Os "homens de preto" costumavam amedrontar muitos times da AFC em seus tempos áureos na década de 1980, porém, atualmente o que mais assusta é a fragilidade da franquia, que apesar de tudo, conta com "nomes de peso" em posições importantes. Algumas franquias que estão mais cotadas que os Raiders adorariam ter em seu elenco jogadores como Maurice Jones-Drew, um running back minúsculo que é capaz de furar qualquer parede, um safety como Charles Woodson, que marcou época na defesa de Green Bay, um outside linebacker como Khalil Mack, que faria muitos estragos jogando por outra equipe, além de Justin Tuck, um defesive end brutal e esmagador. Entretanto, roster (plantel) também é receado de jogadores abaixo da média, que acabam por derrubar qualquer chance de reação do outro time da Califórnia.

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