Mostrando postagens com marcador schalke. Mostrar todas as postagens
Querido desconhecido
Roberto Firmino, Douglas Costa, Alex Teixeira, Hulk... O que esses jogadores têm em comum? Pois é, todos eles jogam na Europa e foram bastante criticados pelos torcedores brasileiros devido ao desconhecimento total de suas origens e motivos que os levaram a convocação. Alguns deles tiveram passagens pela seleção brasileira, outros ainda permanecem, porém, todos eles fazem sucesso em seus clubes no exterior. Com a globalização do futebol cada vez mais forte, vários jogadores brasileiros saem do futebol nacional rumo à Europa desde muito cedo. Esse êxodo, que já foi muito mais intenso do que é agora, continuar muito grande.
A diferença é que antigamente, ao mesmo tempo em que era mais difícil de se chegar à Seleção Brasileira (algo que não é bem assim hoje), também era muito fácil se despregar dos clubes brasileiros para assinar com qualquer clube europeu. O poder econômico e o péssimo trabalho de scouting dos clubes grandes brasileiros influenciam nessa questão também.
Baseando-se nos exemplos citados acima, a publicação da vez sugere alguns nomes que, assim como os que estamos acostumados hoje, saíram cedo do futebol brasileiro para trilhar o seu destino em terras europeias. Alguns deles tiveram passagens pelas categorias da seleção de base antes de sair, outros nunca foram convocados, além de alguns que foram convocados, mas que também foram categoricamente descartados por não ter uma "identidade forte com o torcedor".
Wamberto
Wamberto de Jesus Souza Campos, natural de Cururupu-MA, e revelado pelo Sampaio Correia, em 1991, nem chegou a atuar pela equipe principal antes de ser vendido para o RFC Seresien, da Bélgica, logo após a sua participação no Mundial Sub-17 com a seleção brasileira, também em 1991. Naquela equipe brasileira, que fora eliminada por Gana por 2x1, nas quartas-de-final, tinha Fábio Noronha (ex-Flamengo), Argel (ex-Inter, Santos, Palmeiras e atualmente treinador do Figueirense), Nenê (ex-Corinthians), Yan (ex-Vasco, Flamengo e Fluminense) e Adriano (ex-São Paulo). Sendo bastante gente boa, digamos que apenas o Argel vingou nessa seleção de base de 1991. Entretanto, Wamberto construiu uma carreira sólida e bastante respeitada nos Países Baixos, onde foi ídolo do RFC, do Standard Liegè e, o maior clube de todos naquela região, no Ajax, da Holanda. Foi no gigante holandês que Wamberto realmente se destacou, onde atuou por cinco temporadas e meia, sendo 150 partidas e 31 gols anotados com a camisa do Ajax. Sua melhor temporada foi a de 2001/02, quando jogou 39 partidas e fez 14 gols, e tendo como parceiro de ataque, em grande parte do tempo, o lendário Zlatan Ibrahimovich, que começava a chamar a atenção naquela época. Depois de quase seis anos atuando com frequência no Ajax, e prestes a completar 30 anos, Wamberto fora negociado com o Mons, time que lutava contra o rebaixamento na Liga Belga. Ao término do campeonato, onde ajudou a salvar o Mons, o Standard Liegè resolveu recontratar o grande ídolo, que ficou no grande clube belga por duas temporadas (2004/05 e 2005/06) até retornar ao Mons, onde ficara por mais uma temporada completa. Na temporada de 2007/08, Wamberto retornou à Holanda para defender o Almere City, da segunda divisão holandesa. Em 2010, o brasileiro encerrou sua carreira futebolística jogando novamente na Bélgica, pelo Wilrijk, aos 35 anos. Wamberto, que poucos brasileiros conhecem, foi uma verdadeira lenda nos Países Baixos, e que, se não bastasse a fama, também serviu de exemplo para os clubes daquela região fossem atrás de mais jogadores brasileiros, de preferência jovens e com potencial de revenda. Wamberto tem um filho, Danilo Campos, que começara no Ajax, mas que logo fora vendido para o Standard Liegè, onde ficara por duas temporadas. Após a estádia no clube onde o seu pai é quase um deus, Danilo trocara de país e fora defender as cores ucranianas do Metalurgh Donetsk, onde ficou por 3 temporadas. Atualmente, o filho de Wamberto defende as cores do Mordovia, da primeira divisão russa.
A diferença é que antigamente, ao mesmo tempo em que era mais difícil de se chegar à Seleção Brasileira (algo que não é bem assim hoje), também era muito fácil se despregar dos clubes brasileiros para assinar com qualquer clube europeu. O poder econômico e o péssimo trabalho de scouting dos clubes grandes brasileiros influenciam nessa questão também.
Baseando-se nos exemplos citados acima, a publicação da vez sugere alguns nomes que, assim como os que estamos acostumados hoje, saíram cedo do futebol brasileiro para trilhar o seu destino em terras europeias. Alguns deles tiveram passagens pelas categorias da seleção de base antes de sair, outros nunca foram convocados, além de alguns que foram convocados, mas que também foram categoricamente descartados por não ter uma "identidade forte com o torcedor".
Wamberto
Wamberto de Jesus Souza Campos, natural de Cururupu-MA, e revelado pelo Sampaio Correia, em 1991, nem chegou a atuar pela equipe principal antes de ser vendido para o RFC Seresien, da Bélgica, logo após a sua participação no Mundial Sub-17 com a seleção brasileira, também em 1991. Naquela equipe brasileira, que fora eliminada por Gana por 2x1, nas quartas-de-final, tinha Fábio Noronha (ex-Flamengo), Argel (ex-Inter, Santos, Palmeiras e atualmente treinador do Figueirense), Nenê (ex-Corinthians), Yan (ex-Vasco, Flamengo e Fluminense) e Adriano (ex-São Paulo). Sendo bastante gente boa, digamos que apenas o Argel vingou nessa seleção de base de 1991. Entretanto, Wamberto construiu uma carreira sólida e bastante respeitada nos Países Baixos, onde foi ídolo do RFC, do Standard Liegè e, o maior clube de todos naquela região, no Ajax, da Holanda. Foi no gigante holandês que Wamberto realmente se destacou, onde atuou por cinco temporadas e meia, sendo 150 partidas e 31 gols anotados com a camisa do Ajax. Sua melhor temporada foi a de 2001/02, quando jogou 39 partidas e fez 14 gols, e tendo como parceiro de ataque, em grande parte do tempo, o lendário Zlatan Ibrahimovich, que começava a chamar a atenção naquela época. Depois de quase seis anos atuando com frequência no Ajax, e prestes a completar 30 anos, Wamberto fora negociado com o Mons, time que lutava contra o rebaixamento na Liga Belga. Ao término do campeonato, onde ajudou a salvar o Mons, o Standard Liegè resolveu recontratar o grande ídolo, que ficou no grande clube belga por duas temporadas (2004/05 e 2005/06) até retornar ao Mons, onde ficara por mais uma temporada completa. Na temporada de 2007/08, Wamberto retornou à Holanda para defender o Almere City, da segunda divisão holandesa. Em 2010, o brasileiro encerrou sua carreira futebolística jogando novamente na Bélgica, pelo Wilrijk, aos 35 anos. Wamberto, que poucos brasileiros conhecem, foi uma verdadeira lenda nos Países Baixos, e que, se não bastasse a fama, também serviu de exemplo para os clubes daquela região fossem atrás de mais jogadores brasileiros, de preferência jovens e com potencial de revenda. Wamberto tem um filho, Danilo Campos, que começara no Ajax, mas que logo fora vendido para o Standard Liegè, onde ficara por duas temporadas. Após a estádia no clube onde o seu pai é quase um deus, Danilo trocara de país e fora defender as cores ucranianas do Metalurgh Donetsk, onde ficou por 3 temporadas. Atualmente, o filho de Wamberto defende as cores do Mordovia, da primeira divisão russa.
Derlei
Vanderlei Fernandes Silva, popularmente conhecido como Derlei, atuou por diversos clubes tradicionais no mundo do futebol, porém, no Brasil, ele é basicamente um desconhecido. Natural de São Bernardo do Campo-SP, o atacante ficou famoso por suas passagens pelo União Leiria, Porto, Sporting e brevemente pelo Benfica, terra onde é rei. Revelado pelo América-RN, e com passagens por Guarani e Madureira, o brasileiro era um matador nato, apesar de não ser muito alto para as suas qualidades de goleador (1,75m). Sua maior média de gols foi pelo União Leiria, onde atuou por 3 temporadas, com 92 partidas e 42 gols. Após sucesso solidificado e estrondoso no clube de Leiria, o Porto o contratou após exigência de, nada mais nada menos, José Mourinho. O treinador português, que era o manager do União Leiria, onde ambos eram deuses, foram juntos para o Porto. Pelo Dragão, o atacante brasileiro jogou 92 partidas e marcou 39 gols. Segundo o próprio Mourinho, Derlei foi o jogador mais marcante em sua história como treinador por, justamente, tê-lo ajudado no Leiria e também no Porto, onde ficou conhecido mundialmente. Depois do Porto, Derlei foi negociado com o tradicional Dynamo Moscou, onde passou duas temporadas lutando contra o frio e lesões. Mesmo com esses contratempos, Derlei marcou 20 gols em 41 jogos oficiais disputados pelo clube russo. Não adaptado ao frio da Rússia, o brasileiro fora emprestado ao Benfica, onde passou uma temporada aquém de suas qualidades. Sem sucesso no clube lisboeta, o "Ninja", como ficou conhecido em Portugal, acertou a sua transferência para o rival Sporting, após rescisão contratual com o Dynamo Moscou. Pelo Leão, clube que defendera por duas temporadas, Derlei jogou 43 partidas e marcou 13 gols, média baixa levando em consideração o seu auge. Prevendo suas limitações, Derlei resolveu voltar ao Brasil, em 2009, para defender o Vitória, onde ele atuou apenas em apenas uma partida, contra o Palmeiras, quando fizera o gol da vitória por 3x2. Após sua estréia, Derlei se envolveu num acidente automobilístico que o deixou fora dos gramados por um longo tempo. O jogador e o clube baiano acertaram uma rescisão amigável após sua recuperação, que acontecera no final do campeonato daquele ano. Em 2010, o "Ninja" defendera as cores do Tricolor Suburbano mais uma vez no Campeonato Carioca. Foi com o Madureira a última vez que Derlei, o jogador favorito de José Mourinho, jogou futebol profissionalmente antes de se aposentar.
Jardel
Você lembra o burburinho que foi o Iraty, clube de empresários no Paraná, que ficou famoso no começo dessa década? Vanderlei Luxemburgo foi um dos principais defensores dos jogadores oriundos dessa equipe, que abasteceu vários times grandes naquela época. Um desses jogadores é Jardel Nivaldo Vieira, ou simplesmente Jardel. Revelado pelo Avaí, em 2003, logo o jogador fora negociado com o Vitória, onde atuou em 2005. Empresariado pelo dono do Iraty, o jogador trocara o rubro negro baiano pelo Santos em 2006, onde foi Campeão Paulista com o Vanderlei Luxemburgo como treinador. O zagueiro pouco atuou pelo clube alvinegro, já que logo no começo de sua estadia no clube paulista ele sofrera de uma contusão no púbis. No mesmo ano, Jardel fora para o Iraty, clube que o abrigou até acertar o seu retorno ao Avaí, em 2007. No começo de 2008, o zagueiro mudou novamente de clube para defender o Joinville, no Campeonato Catarinense. No mesmo ano, Jardel fora adquirido pelo Desportivo Brasil, outro clube de empresários, só que de São Paulo. Em 2009, a vida de Jardel começou a mudar drasticamente. O jogador atuou pelo Ituano, no Paulistão daquele ano, antes de se transferir para o Estoril, de Portugal. E foi na terra dos empresários de futebol que a carreira do Jardel recomeçou. Emprestado pelo Desportivo Brasil, Jardel defendeu as cores do Estoril em 34 partidas, onde marcou dois gols. O zagueiro chamou a atenção de Ulisses Santos, empresário português com excelente trânsito no Olhanense (equipe que Jardel defendera em 2010) e no Benfica, clube que atualmente defende. Jardel é o 14º brasileiro com mais partidas pelos Encarnados, sendo 125 partidas e seis gols até o momento. Desde a temporada passada, após alguns anos alternando entre o time A e o time B, ao lado de Luisão, lenda viva do Benfica, Jardel é titular do clube lisboeta. Famoso por levar o mesmo nome de um ídolo eterno do rival Sporting, o zagueiro "genérico" é muito querido por todos no Benfica, sendo frequentemente escolhido como um dos melhores do mês.
Vanderlei Fernandes Silva, popularmente conhecido como Derlei, atuou por diversos clubes tradicionais no mundo do futebol, porém, no Brasil, ele é basicamente um desconhecido. Natural de São Bernardo do Campo-SP, o atacante ficou famoso por suas passagens pelo União Leiria, Porto, Sporting e brevemente pelo Benfica, terra onde é rei. Revelado pelo América-RN, e com passagens por Guarani e Madureira, o brasileiro era um matador nato, apesar de não ser muito alto para as suas qualidades de goleador (1,75m). Sua maior média de gols foi pelo União Leiria, onde atuou por 3 temporadas, com 92 partidas e 42 gols. Após sucesso solidificado e estrondoso no clube de Leiria, o Porto o contratou após exigência de, nada mais nada menos, José Mourinho. O treinador português, que era o manager do União Leiria, onde ambos eram deuses, foram juntos para o Porto. Pelo Dragão, o atacante brasileiro jogou 92 partidas e marcou 39 gols. Segundo o próprio Mourinho, Derlei foi o jogador mais marcante em sua história como treinador por, justamente, tê-lo ajudado no Leiria e também no Porto, onde ficou conhecido mundialmente. Depois do Porto, Derlei foi negociado com o tradicional Dynamo Moscou, onde passou duas temporadas lutando contra o frio e lesões. Mesmo com esses contratempos, Derlei marcou 20 gols em 41 jogos oficiais disputados pelo clube russo. Não adaptado ao frio da Rússia, o brasileiro fora emprestado ao Benfica, onde passou uma temporada aquém de suas qualidades. Sem sucesso no clube lisboeta, o "Ninja", como ficou conhecido em Portugal, acertou a sua transferência para o rival Sporting, após rescisão contratual com o Dynamo Moscou. Pelo Leão, clube que defendera por duas temporadas, Derlei jogou 43 partidas e marcou 13 gols, média baixa levando em consideração o seu auge. Prevendo suas limitações, Derlei resolveu voltar ao Brasil, em 2009, para defender o Vitória, onde ele atuou apenas em apenas uma partida, contra o Palmeiras, quando fizera o gol da vitória por 3x2. Após sua estréia, Derlei se envolveu num acidente automobilístico que o deixou fora dos gramados por um longo tempo. O jogador e o clube baiano acertaram uma rescisão amigável após sua recuperação, que acontecera no final do campeonato daquele ano. Em 2010, o "Ninja" defendera as cores do Tricolor Suburbano mais uma vez no Campeonato Carioca. Foi com o Madureira a última vez que Derlei, o jogador favorito de José Mourinho, jogou futebol profissionalmente antes de se aposentar.
Jardel
Você lembra o burburinho que foi o Iraty, clube de empresários no Paraná, que ficou famoso no começo dessa década? Vanderlei Luxemburgo foi um dos principais defensores dos jogadores oriundos dessa equipe, que abasteceu vários times grandes naquela época. Um desses jogadores é Jardel Nivaldo Vieira, ou simplesmente Jardel. Revelado pelo Avaí, em 2003, logo o jogador fora negociado com o Vitória, onde atuou em 2005. Empresariado pelo dono do Iraty, o jogador trocara o rubro negro baiano pelo Santos em 2006, onde foi Campeão Paulista com o Vanderlei Luxemburgo como treinador. O zagueiro pouco atuou pelo clube alvinegro, já que logo no começo de sua estadia no clube paulista ele sofrera de uma contusão no púbis. No mesmo ano, Jardel fora para o Iraty, clube que o abrigou até acertar o seu retorno ao Avaí, em 2007. No começo de 2008, o zagueiro mudou novamente de clube para defender o Joinville, no Campeonato Catarinense. No mesmo ano, Jardel fora adquirido pelo Desportivo Brasil, outro clube de empresários, só que de São Paulo. Em 2009, a vida de Jardel começou a mudar drasticamente. O jogador atuou pelo Ituano, no Paulistão daquele ano, antes de se transferir para o Estoril, de Portugal. E foi na terra dos empresários de futebol que a carreira do Jardel recomeçou. Emprestado pelo Desportivo Brasil, Jardel defendeu as cores do Estoril em 34 partidas, onde marcou dois gols. O zagueiro chamou a atenção de Ulisses Santos, empresário português com excelente trânsito no Olhanense (equipe que Jardel defendera em 2010) e no Benfica, clube que atualmente defende. Jardel é o 14º brasileiro com mais partidas pelos Encarnados, sendo 125 partidas e seis gols até o momento. Desde a temporada passada, após alguns anos alternando entre o time A e o time B, ao lado de Luisão, lenda viva do Benfica, Jardel é titular do clube lisboeta. Famoso por levar o mesmo nome de um ídolo eterno do rival Sporting, o zagueiro "genérico" é muito querido por todos no Benfica, sendo frequentemente escolhido como um dos melhores do mês.
Jussiê
Revelado pelo Cruzeiro em 2001, Jussiê, o talismã da Raposa, fez o caminho que muitos jogadores brasileiros, hoje, fazem quando estouram logo nos primeiros anos de sua carreira: vão para um mercado intermediário. Atualmente, esse mercado é monopolizado pelos clubes ucranianos, em especial o Shakhtar Donetsk, porém, até 2003, mais ou menos, os jogadores geralmente iam para Portugal ou França. E esse foi o caso de Jussiê, que apareceu muito bem pelo Cruzeiro entre 2001 e 2004, quando fora negociado com o Lens, da França. Antes de sair, Jussiê fora emprestado ao Kashiwa Reysol, no meio de 2003, antes de voltar e ser negociado com o clube francês. A velocidade e o drible são as maiores qualidades desse jogador, que fez tanto sucesso em seus primeiros anos com o Lens na França que fora negociado com o Bordeaux para a temporada de 2006/07. Pelos Girondinos, Jussiê já alcançou a incrível marca de 221 jogos, sendo que, provavelmente, ele deve quebrá-la nessa temporada, já que o jogador ainda atua pelo Bordeaux. Nesse período, Jussiê, por enquanto, já anotou 43 gols pelo clube francês. Alternando entre titular e reserva, o capixaba chegou a ser empresado ao Al Wasl, dos Emirados Árabes, em 2013. Há 10 anos no Bordeaux, o brasileiro já conquistou um Campeonato Francês, duas taças da Liga e dois Troféus dos Campeões. Pelo Lens, Jussiê também conquistou a extinta Copa Intertoto, em 2005. Pela longevidade e lealdade à um dos clubes mais tradicionais na França, o brasileiro é tido como referência na hora de se contratar um estrangeiro, além, óbvio, de ser um dos jogadores mais queridos do elenco.
Revelado pelo Cruzeiro em 2001, Jussiê, o talismã da Raposa, fez o caminho que muitos jogadores brasileiros, hoje, fazem quando estouram logo nos primeiros anos de sua carreira: vão para um mercado intermediário. Atualmente, esse mercado é monopolizado pelos clubes ucranianos, em especial o Shakhtar Donetsk, porém, até 2003, mais ou menos, os jogadores geralmente iam para Portugal ou França. E esse foi o caso de Jussiê, que apareceu muito bem pelo Cruzeiro entre 2001 e 2004, quando fora negociado com o Lens, da França. Antes de sair, Jussiê fora emprestado ao Kashiwa Reysol, no meio de 2003, antes de voltar e ser negociado com o clube francês. A velocidade e o drible são as maiores qualidades desse jogador, que fez tanto sucesso em seus primeiros anos com o Lens na França que fora negociado com o Bordeaux para a temporada de 2006/07. Pelos Girondinos, Jussiê já alcançou a incrível marca de 221 jogos, sendo que, provavelmente, ele deve quebrá-la nessa temporada, já que o jogador ainda atua pelo Bordeaux. Nesse período, Jussiê, por enquanto, já anotou 43 gols pelo clube francês. Alternando entre titular e reserva, o capixaba chegou a ser empresado ao Al Wasl, dos Emirados Árabes, em 2013. Há 10 anos no Bordeaux, o brasileiro já conquistou um Campeonato Francês, duas taças da Liga e dois Troféus dos Campeões. Pelo Lens, Jussiê também conquistou a extinta Copa Intertoto, em 2005. Pela longevidade e lealdade à um dos clubes mais tradicionais na França, o brasileiro é tido como referência na hora de se contratar um estrangeiro, além, óbvio, de ser um dos jogadores mais queridos do elenco.
Aílton
Aílton Gonçalves da Silva, natural de Mogeiro-PB, e com passagens por clubes como Mogi Mirim, Ypiranga-RS, Internacional, Santa Cruz e Guarani. Com essas informações, o que isso significa para você? Praticamente nada, né? Bom, se você é fã da Bundesliga, e especialmente fã do Werder Bremen, isso significa praticamente tudo. Aílton, campeão alemão em 2003/04, e duas vezes artilheiro da Bundesliga (2002/2003 e 2003/04), participou de 187 partidas e marcou 92 gols. Apesar de ser apenas o 40º jogador com mais partidas pelo clube, os torcedores do Werder Bremen tratam o Aílton como um deus do futebol, já que o último título da equipe veio muito em conta de suas partidas e gols decisivos. Apesar de ter 1,77m e um corpanzil de segurança de boate, Aílton era um jogador com mobilidade e um canhão de perna esquerda que causava terror entre os goleiros da Bundesliga no começo desse século. Após seis anos de idolatria e uma Bundesliga mais desejada do que o Natal pelos torcedores do Werder Bremen, o atacante brasileiro trocou o clube do interior pelo tradicionalíssimo Schalke 04, em 2004/05, logo após o título alemão. Em Gelsenkirchen, Aílton jogou 37 partidas e fez 15 gols, uma boa média para um campeonato de muitos gols. Entretanto, sua estadia não durou muito tempo e o artilheiro trocou o time alemão, que passava por um mau momento financeiro, pelo Besiktas-TUR. No entanto, o brasileiro ficou por pouco tempo na Turquia, onde atuou em 7 jogos com 4 gols marcados. O motivo? Uma proposta tentadora do Hamburgo para retornar à Alemanha e salvar o único time que jamais fora rebaixado na Bundesliga da eminência do rebaixamento. Feito isso, a carreira de Aílton começou a degringolar, especialmente pelo seu físico de jogador aposentado. Mesmo assim, o atacante brasileiro passou por clubes tradicionais como o Estrela Vermelha-SER e o Duisburg-ALE antes de se aventurar por clubes de menor expressão como Grasshoppers-SUI, Metalurgh Donetsk-UCR e Altach-AUS. Em 2009, após 12 anos longe do Brasil, Aílton voltou para sua terra natal para defender as cores do Campinense, onde ficou por pouco tempo até se transferir para o Chongqing Lifan, da China. Todavia, o chamado alemão novamente fora importante na vida do brasileiro, que defendera o Uerdingen, da quarta divisão, e o Oberneuland, da quinta divisão, entre 2009 e 2011. Depois dessa pequena aventura, Aílton voltou ao Brasil para defender o Rio Branco no Paulistão da Série A2 (2011) e Série A3 (2012). Porém, o fato mais importante que aconteceu na carreira do brasileiro após o título alemão com o Werder, e que mostra o quanto ele é adorado na Alemanha, fora sua participação num reality show alemão que visava recuperar celebridades falidas. Graças à esse programa, Aílton voltou a ser reconhecido na Alemanha e no Brasil, além, claro, de ter se envolvido em várias polêmicas sexuais durante sua participação. Logo após o término de sua participação no reality, o paraibano assinou contrato para jogar pelo Hassia Bingen, da sexta divisão alemã. Sua popularidade era tremenda, e ele fora responsável pelas melhores médias de público nas divisões inferiores, o que gerou muita grana para o clube.
Aílton Gonçalves da Silva, natural de Mogeiro-PB, e com passagens por clubes como Mogi Mirim, Ypiranga-RS, Internacional, Santa Cruz e Guarani. Com essas informações, o que isso significa para você? Praticamente nada, né? Bom, se você é fã da Bundesliga, e especialmente fã do Werder Bremen, isso significa praticamente tudo. Aílton, campeão alemão em 2003/04, e duas vezes artilheiro da Bundesliga (2002/2003 e 2003/04), participou de 187 partidas e marcou 92 gols. Apesar de ser apenas o 40º jogador com mais partidas pelo clube, os torcedores do Werder Bremen tratam o Aílton como um deus do futebol, já que o último título da equipe veio muito em conta de suas partidas e gols decisivos. Apesar de ter 1,77m e um corpanzil de segurança de boate, Aílton era um jogador com mobilidade e um canhão de perna esquerda que causava terror entre os goleiros da Bundesliga no começo desse século. Após seis anos de idolatria e uma Bundesliga mais desejada do que o Natal pelos torcedores do Werder Bremen, o atacante brasileiro trocou o clube do interior pelo tradicionalíssimo Schalke 04, em 2004/05, logo após o título alemão. Em Gelsenkirchen, Aílton jogou 37 partidas e fez 15 gols, uma boa média para um campeonato de muitos gols. Entretanto, sua estadia não durou muito tempo e o artilheiro trocou o time alemão, que passava por um mau momento financeiro, pelo Besiktas-TUR. No entanto, o brasileiro ficou por pouco tempo na Turquia, onde atuou em 7 jogos com 4 gols marcados. O motivo? Uma proposta tentadora do Hamburgo para retornar à Alemanha e salvar o único time que jamais fora rebaixado na Bundesliga da eminência do rebaixamento. Feito isso, a carreira de Aílton começou a degringolar, especialmente pelo seu físico de jogador aposentado. Mesmo assim, o atacante brasileiro passou por clubes tradicionais como o Estrela Vermelha-SER e o Duisburg-ALE antes de se aventurar por clubes de menor expressão como Grasshoppers-SUI, Metalurgh Donetsk-UCR e Altach-AUS. Em 2009, após 12 anos longe do Brasil, Aílton voltou para sua terra natal para defender as cores do Campinense, onde ficou por pouco tempo até se transferir para o Chongqing Lifan, da China. Todavia, o chamado alemão novamente fora importante na vida do brasileiro, que defendera o Uerdingen, da quarta divisão, e o Oberneuland, da quinta divisão, entre 2009 e 2011. Depois dessa pequena aventura, Aílton voltou ao Brasil para defender o Rio Branco no Paulistão da Série A2 (2011) e Série A3 (2012). Porém, o fato mais importante que aconteceu na carreira do brasileiro após o título alemão com o Werder, e que mostra o quanto ele é adorado na Alemanha, fora sua participação num reality show alemão que visava recuperar celebridades falidas. Graças à esse programa, Aílton voltou a ser reconhecido na Alemanha e no Brasil, além, claro, de ter se envolvido em várias polêmicas sexuais durante sua participação. Logo após o término de sua participação no reality, o paraibano assinou contrato para jogar pelo Hassia Bingen, da sexta divisão alemã. Sua popularidade era tremenda, e ele fora responsável pelas melhores médias de público nas divisões inferiores, o que gerou muita grana para o clube.
Matuzalém
Francelino Matuzalém da Silva, natural de Natal-RN, e revelado pelo Vitória, em 1997, o meia-esquerda atuou por pouco mais de 2 anos pelo clube baiano até ser negociado com Bellinzona-SUI, em 1999. Entretanto, existe algo mais curioso sobre o jogador que o próprio nome: a sua capacidade de se dar bem em todas as equipes pela qual passou na Europa. Matuzalém é o meia moderno, que sabe marcar e tem uma visão de jogo privilegiada, algo que lhe favoreceu no Velho Continente. O potiguar passou por Napoli, Parma, Shakhtar, Lazio e Genoa, além de passagens curtas por Zaragoza e Brescia. Atualmente, o brasileiro está no Bologna, clube tradicional do país que o acolheu da melhor maneira possível. Foi na Itália, especificamente na Lazio, que o brasuca demonstrou o seu valor. Em cinco temporadas com o clube romano, Matuzalém cansou de dar assistências para os atacantes da Lazio. Antes de passar dos trinta (agora com 35), a presença do brasileiro entre os titulares do clube biancoceleste era constante, já que além de ter uma visão apurada, Matuzalém ajudava bastante na recomposição do sistema defensivo, onde ajudava bastante na marcação. Inclusive, característica essa que ele aprendera com Mircea Lucescu, que fora seu treinador no Shakhtar, clube onde ele fora muito bem também. Na Ucrânia, Matuzalém jogou 118 partidas e fez 35 gols, números que chamaram a atenção da Lazio. Pelo clube italiano foram 90 partidas e apenas 4 gols, porém, como dito antes, com várias assistências. O meia brasileiro despediu-se do clube romano com 33 anos, quando fora emprestado, e depois negociado em definitivo, para o Genoa, onde atuou 36 vezes em uma temporada e meia, tendo marcado apenas um gol. Na temporada passada, Matuzalém fora negociado com o Bologna, onde atuara em quase todos os jogos do clube italiano, sendo 40 participações ao longo dos seus 34 anos. Famoso por apresentar um futebol moderno, além de uma lucidez imprescindível, o meia-esquerda fora muito respeitado por vários treinadores europeus.
Francelino Matuzalém da Silva, natural de Natal-RN, e revelado pelo Vitória, em 1997, o meia-esquerda atuou por pouco mais de 2 anos pelo clube baiano até ser negociado com Bellinzona-SUI, em 1999. Entretanto, existe algo mais curioso sobre o jogador que o próprio nome: a sua capacidade de se dar bem em todas as equipes pela qual passou na Europa. Matuzalém é o meia moderno, que sabe marcar e tem uma visão de jogo privilegiada, algo que lhe favoreceu no Velho Continente. O potiguar passou por Napoli, Parma, Shakhtar, Lazio e Genoa, além de passagens curtas por Zaragoza e Brescia. Atualmente, o brasileiro está no Bologna, clube tradicional do país que o acolheu da melhor maneira possível. Foi na Itália, especificamente na Lazio, que o brasuca demonstrou o seu valor. Em cinco temporadas com o clube romano, Matuzalém cansou de dar assistências para os atacantes da Lazio. Antes de passar dos trinta (agora com 35), a presença do brasileiro entre os titulares do clube biancoceleste era constante, já que além de ter uma visão apurada, Matuzalém ajudava bastante na recomposição do sistema defensivo, onde ajudava bastante na marcação. Inclusive, característica essa que ele aprendera com Mircea Lucescu, que fora seu treinador no Shakhtar, clube onde ele fora muito bem também. Na Ucrânia, Matuzalém jogou 118 partidas e fez 35 gols, números que chamaram a atenção da Lazio. Pelo clube italiano foram 90 partidas e apenas 4 gols, porém, como dito antes, com várias assistências. O meia brasileiro despediu-se do clube romano com 33 anos, quando fora emprestado, e depois negociado em definitivo, para o Genoa, onde atuou 36 vezes em uma temporada e meia, tendo marcado apenas um gol. Na temporada passada, Matuzalém fora negociado com o Bologna, onde atuara em quase todos os jogos do clube italiano, sendo 40 participações ao longo dos seus 34 anos. Famoso por apresentar um futebol moderno, além de uma lucidez imprescindível, o meia-esquerda fora muito respeitado por vários treinadores europeus.
Mert Nobre
Márcio Ferreira Nobre, natural de Jateí-MS, fora revelado pelo Paraná Clube, em 1999, e por lá ficou até 2002, quando fora negociado com o Kashiwa Reysol, em 2003, clube que defendera por meia temporada até ser emprestado ao Cruzeiro, campeão da Tríplice Coroa, em 2003. Em 18 jogos pela Raposa, Nobre marcou 6 gols e, graças ao boost que ele deu ao clube mineiro na reta final do Brasileirão de 2003, sua contratação fora concretizada pelo Fenerbahce, juntamente com Alex. Foi na Turquia que o talismã, assim como fora a história de Jussiê, que você leu anteriormente, se tornara num jogador importante fora do Brasil. Márcio Nobre era um jogador de muita velocidade e de finalização rápida. Pelo Fenerbahce, o brasileiro chamara a atenção por ser o famoso 12º jogador, igual fora pelo Cruzeiro. No clube do lado oriental de Istambul, Márcio Nobre atuou em apenas 20 partidas com 6 gols anotados. Após três temporadas defendendo o Fenerbahce, Márcio Nobre trocara de clube e também de nome. O brasileiro optara pela nacionalização turca em seu último ano com o Fenerbahce para abrir um espaço no plantel do clube turco para novas contratações estrangeiras. No entanto, na temporada seguinte, em 2006/07, o MERT NOBRE chegara ao Besiktas, clube onde fora ídolo e referência de vários atletas turcos e brasileiros (Bobô, ex-Corinthians, por exemplo). No clube alvinegro de Istambul, o jogador desempenhou várias funções além daquelas que ele estava acostumado no ataque, chegando até a ser segundo volante nos esquemas táticos. Sua vitalidade e entrega foram responsáveis pela adoração dos turcos, que cultuam a virilidade dos jogadores que envergam suas camisas. Pelo Besiktas, Nobre atuou em 136 partidas e anotou 32 gols. Após cinco temporadas com o Besiktas, o turco-brasileiro transferiu-se para o recém-promovido Mersin Idman Yurdu, clube litorâneo e de torcida muito nacionalista, onde atuou em 56 partidas e anotou 23 gols. Depois de duas temporadas com o Yurdu, Nobre acertou com o Kayserispor, em 2013, que é a sua atual equipe, para tentar salvá-los do rebaixamento. O intrépido jogador não conseguiu salvar o clube do descenso, mas fora uma das principais peças no retorno do clube à primeira divisão nessa temporada. Até o momento, o turco-brasileiro participou de 46 jogos com 16 gols marcados. Admirado pelos turcos por sua resiliência, Mert Nobre está há 12 anos na Turquia.
Márcio Ferreira Nobre, natural de Jateí-MS, fora revelado pelo Paraná Clube, em 1999, e por lá ficou até 2002, quando fora negociado com o Kashiwa Reysol, em 2003, clube que defendera por meia temporada até ser emprestado ao Cruzeiro, campeão da Tríplice Coroa, em 2003. Em 18 jogos pela Raposa, Nobre marcou 6 gols e, graças ao boost que ele deu ao clube mineiro na reta final do Brasileirão de 2003, sua contratação fora concretizada pelo Fenerbahce, juntamente com Alex. Foi na Turquia que o talismã, assim como fora a história de Jussiê, que você leu anteriormente, se tornara num jogador importante fora do Brasil. Márcio Nobre era um jogador de muita velocidade e de finalização rápida. Pelo Fenerbahce, o brasileiro chamara a atenção por ser o famoso 12º jogador, igual fora pelo Cruzeiro. No clube do lado oriental de Istambul, Márcio Nobre atuou em apenas 20 partidas com 6 gols anotados. Após três temporadas defendendo o Fenerbahce, Márcio Nobre trocara de clube e também de nome. O brasileiro optara pela nacionalização turca em seu último ano com o Fenerbahce para abrir um espaço no plantel do clube turco para novas contratações estrangeiras. No entanto, na temporada seguinte, em 2006/07, o MERT NOBRE chegara ao Besiktas, clube onde fora ídolo e referência de vários atletas turcos e brasileiros (Bobô, ex-Corinthians, por exemplo). No clube alvinegro de Istambul, o jogador desempenhou várias funções além daquelas que ele estava acostumado no ataque, chegando até a ser segundo volante nos esquemas táticos. Sua vitalidade e entrega foram responsáveis pela adoração dos turcos, que cultuam a virilidade dos jogadores que envergam suas camisas. Pelo Besiktas, Nobre atuou em 136 partidas e anotou 32 gols. Após cinco temporadas com o Besiktas, o turco-brasileiro transferiu-se para o recém-promovido Mersin Idman Yurdu, clube litorâneo e de torcida muito nacionalista, onde atuou em 56 partidas e anotou 23 gols. Depois de duas temporadas com o Yurdu, Nobre acertou com o Kayserispor, em 2013, que é a sua atual equipe, para tentar salvá-los do rebaixamento. O intrépido jogador não conseguiu salvar o clube do descenso, mas fora uma das principais peças no retorno do clube à primeira divisão nessa temporada. Até o momento, o turco-brasileiro participou de 46 jogos com 16 gols marcados. Admirado pelos turcos por sua resiliência, Mert Nobre está há 12 anos na Turquia.
Sonny Anderson
Amantes do futebol dos anos 90, regozijem-se! Quem é que não se lembra de Sonny Anderson, atacante que ficou brevemente conhecido pelos brasileiros ao atuar pelo Vasco e pelo Barcelona no começo da década passada? Revelado pelo XV de Jaú em 1988, o atacante chamou a atenção do Vasco durante a Copa São Paulo daquele ano e, logo após sua participação, o jogador assinou contrato com o clube cruzmaltino. Anderson atuou por três anos no Rio de Janeiro, com 63 partidas e 13 gols marcados. Antes de se aventurar pelo Velho Continente, Anderson teve breve passagem pelo Guarani no começo da década de 1990, onde atuara por uma temporada e meia. Sua primeira passagem pelo futebol europeu acontecera no modesto Servette, da Suiça, onde atuara por duas temporadas e meia. O grande momento da carreira do jogador brasileiro fora no verão de 1993, quando assinou contrato com o Marseille. Após ótima temporada com o Servette, o OM, maior clube da França, resolvera apostar no jogador, que em apenas uma temporada com o clube marselhês, fizera 16 gols em 20 jogos, sendo que atuara grande parte do tempo como uma espécie de 12º jogador. Na temporada seguinte, em 1994, o Mônaco gastara boas quantias de dinheiro para tirar o brasileiro do Olympique. Sonny Anderson fora seduzido pelo clube do principado com a promessa de ser titular absoluto do ataque monegasco, que vinha crescendo no cenário europeu. O atacante brasileiro fora titular numa equipe que tinha Barthez, Christanval, Petit, Legwinski e John Collins, além dos promissores David Trezeguet e Thierry Henry. Após três temporadas de muito sucesso com o Mônaco, onde fizera 59 gols em 103 partidas, o ídolo de Thierry Henry (o fato de o jogador francês usar os meiões um pouco acima do joelho é uma homenagem ao brasileiro, que ficara famoso na França por fazer isso para se proteger melhor do frio) mudou-se para Barcelona, numa época de transição do clube catalão, que havia perdido símbolos da conquista histórica da Champions League, em 1992, e lutava para ser hegemônico na Espanha. Sonny Anderson chegou para ser titular no ataque culé, que tinha Stoichkov (ele estava com 32 anos, e começara a jogar como atacante para correr menos), Dugarry (!!!), Amuneke (!!!!!) e Pizzi (tinha 30 anos e vinha de uma temporada de altos e baixos pelo Barça). No entanto, o Barcelona ainda contava com Pep Guardiola (na época tinha 27) e Luiz Enrique (hoje treinador culé), além dos recém-contratados Rivaldo e Giovanni. Entretanto, a passagem de Sonny Anderson pelo Barcelona não foi tão grandiosa quanto era esperada, tanto é que o jogador permanecera no clube catalão por apenas duas temporadas. Em baixa, o atacante brasileiro resolveu voltar para o país aonde é considerado um rei: a França. Dessa vez, o atacante escolhera o Lyon para, literalmente, marcar uma era no futebol francês. Ao todo, foram 146 partidas, 87 gols, 2 Campeonatos Franceses e a solidificação de uma marca. Isso tudo depois dos 30 anos. Hoje, Sonny Anderson, que foi uma referência para Thierry Henry e David Trezeguet, e que passou por grandes clubes da Europa, está aposentado e estudando futebol, tendo, inclusive, desempenhado a função de auxiliar técnico no Xamax-SUI, em 2011.
Amantes do futebol dos anos 90, regozijem-se! Quem é que não se lembra de Sonny Anderson, atacante que ficou brevemente conhecido pelos brasileiros ao atuar pelo Vasco e pelo Barcelona no começo da década passada? Revelado pelo XV de Jaú em 1988, o atacante chamou a atenção do Vasco durante a Copa São Paulo daquele ano e, logo após sua participação, o jogador assinou contrato com o clube cruzmaltino. Anderson atuou por três anos no Rio de Janeiro, com 63 partidas e 13 gols marcados. Antes de se aventurar pelo Velho Continente, Anderson teve breve passagem pelo Guarani no começo da década de 1990, onde atuara por uma temporada e meia. Sua primeira passagem pelo futebol europeu acontecera no modesto Servette, da Suiça, onde atuara por duas temporadas e meia. O grande momento da carreira do jogador brasileiro fora no verão de 1993, quando assinou contrato com o Marseille. Após ótima temporada com o Servette, o OM, maior clube da França, resolvera apostar no jogador, que em apenas uma temporada com o clube marselhês, fizera 16 gols em 20 jogos, sendo que atuara grande parte do tempo como uma espécie de 12º jogador. Na temporada seguinte, em 1994, o Mônaco gastara boas quantias de dinheiro para tirar o brasileiro do Olympique. Sonny Anderson fora seduzido pelo clube do principado com a promessa de ser titular absoluto do ataque monegasco, que vinha crescendo no cenário europeu. O atacante brasileiro fora titular numa equipe que tinha Barthez, Christanval, Petit, Legwinski e John Collins, além dos promissores David Trezeguet e Thierry Henry. Após três temporadas de muito sucesso com o Mônaco, onde fizera 59 gols em 103 partidas, o ídolo de Thierry Henry (o fato de o jogador francês usar os meiões um pouco acima do joelho é uma homenagem ao brasileiro, que ficara famoso na França por fazer isso para se proteger melhor do frio) mudou-se para Barcelona, numa época de transição do clube catalão, que havia perdido símbolos da conquista histórica da Champions League, em 1992, e lutava para ser hegemônico na Espanha. Sonny Anderson chegou para ser titular no ataque culé, que tinha Stoichkov (ele estava com 32 anos, e começara a jogar como atacante para correr menos), Dugarry (!!!), Amuneke (!!!!!) e Pizzi (tinha 30 anos e vinha de uma temporada de altos e baixos pelo Barça). No entanto, o Barcelona ainda contava com Pep Guardiola (na época tinha 27) e Luiz Enrique (hoje treinador culé), além dos recém-contratados Rivaldo e Giovanni. Entretanto, a passagem de Sonny Anderson pelo Barcelona não foi tão grandiosa quanto era esperada, tanto é que o jogador permanecera no clube catalão por apenas duas temporadas. Em baixa, o atacante brasileiro resolveu voltar para o país aonde é considerado um rei: a França. Dessa vez, o atacante escolhera o Lyon para, literalmente, marcar uma era no futebol francês. Ao todo, foram 146 partidas, 87 gols, 2 Campeonatos Franceses e a solidificação de uma marca. Isso tudo depois dos 30 anos. Hoje, Sonny Anderson, que foi uma referência para Thierry Henry e David Trezeguet, e que passou por grandes clubes da Europa, está aposentado e estudando futebol, tendo, inclusive, desempenhado a função de auxiliar técnico no Xamax-SUI, em 2011.
Bordon
Longevidade e lealdade, essas são as palavras que definem muito bem o nosso querido Marcelo Bordon, ou melhor: Bordon. Revelado pelo São Paulo, naquele famoso "Expressinho Tricolor" comandado pelo Muricy Ramalho, onde foi campeão da Conmebol e da Recopa, o zagueiro sempre foi reconhecido por ser preciso nas divididas. Bordon atuou por seis anos no São Paulo, sempre alternando entre a titularidade e o banco de reservas, até ser negociado com o Stuttgart. No tradicionalíssimo clube alemão, Bordon foi titular, ídolo e referência para os mais novos. Pelos suábios, em pouco mais de cinco temporadas, o zagueiro brasileiro disputou 148 partidas e marcou 12 gols, uma marca bastante decente para um jogador que atuava pouco no país de origem e que, querendo ou não, estava enfrentando uma cultura completamente diferente. Bordon sempre demonstrou muita frieza e segurança, predicados que chamaram a atenção do Schalke 04 no início da temporada de 2004/05, quando o brasileiro trocou de cores na Bundesliga. Usando o Azul Real do Schalke, Bordon atuou em 212 partidas e anotou 16 gols. Entretanto, em mais de 10 anos atuando como titular na Bundesliga, o zagueiro brasileiro conquistara apenas um troféu, e fora apenas a Taça da Liga Alemã, em 2006. Depois de seis temporadas com o Schalke 04, o brasileiro, que convivia com algumas lesões, mudou completamente de ares ao trocar a Alemanha pelo Catar, onde defendera o Al-Rayyan na temporada de 2010/11, já com os seus 35 anos. Após uma temporada inteira jogando sob o sol escaldante do Catar, Bordon resolvera se aposentar do futebol. Pouca gente se lembra, mas o caipira de Ribeirão Preto esteve na Copa América de 2004, quando o Brasil vencera a Argentina na final.
Élber
Quando o assunto é brasileiro na Bundesliga, em quem você pensaria? Hoje, poderíamos dizer Roberto Firmino (que foi para o Liverpool), quem sabe. No entanto, durante a década de 1990, esse nome era outro. Élber, revelado pelo Londrina, em 1990, ficou famoso após ótima participação no Mundial Sub-20, quando o Brasil perdeu a final nos pênaltis para histórica seleção de Portugal, que tinha Jorge Costa, Rui Costa, João Pinto e Luís Figo. Élber foi o artilheiro da seleção com quatro gols em seis jogos, o necessário para chamar a atenção do Milan, que acertou o seu empréstimo por uma temporada com opção de compra junto ao Londrina, fato que acabou não acontecendo. O atacante voltou para o clube paranaense, que logo o vendeu ao Grasshoppers-SUI, justamente na mesma época em que o Sonny Anderson defendia o Servette. Élber ficou por lá durante três temporadas até acertar sua transferência para o Stuttgart, clube que fora responsável por deslanchar a sua fama de matador. Foram apenas 88 jogos com a camisa dos suábios, porém, os expressivos 43 gols, numa época em que os clubes alemães estavam carregados de centroavantes goleadores, foram mais do que o suficiente para convencer o Bayern de Munique a gastar altas cifras em sua contratação. O duradouro relacionamento entre Élber e o gigante alemão foi digno de uma novela romântica. Ao todo, o brasileiro disputou 252 partidas com a pesadíssima camisa bávara, além de ter marcado 127 gols pelo clube e ter ajudado o clube a conquistar a Liga dos Campeões de 2000/01, o Mundial do mesmo ano, quatro Bundesligas, quatro Taças da Liga Alemã e quatro Copas da Alemanha, além de ter sido o artilheiro da temporada 2002/03. Apesar de ser considerado um monstro sagrado do Bayern, Élber não teve o mesmo tratamento por parte dos brasileiros, que, semelhante ao que acontece hoje em dia, torciam o nariz quando o nome dele era convocado para a seleção. O motivo? Não tinha se destacado no futebol nacional. Tanto é que o Luizão fora convocado para a Copa de 2002 (acabou sendo importante no pênalti inexistente) num ano muito bom do Élber, melhor do que o do Luizão. Todavia, depois de sete anos envergando muito bem a camisa bávara, o brasileiro fora negociado com o Lyon, onde atuou por duas temporadas. Em 2005, já em final da carreira, a lenda do Bayern de Munique voltou a Bundesliga para ajudar o Borussia Monchengladbach, que precisava de um centroavante. Élber durou pouco tempo no Gladbach, tanto que saiu da equipe no meio da temporada para assinar com o Cruzeiro, em 2006, que acabou sendo o seu último clube como profissional. Se hoje você fica bravo com o desconhecimento de jogadores como Roberto Firmino, Douglas Costa, Alex Teixeira e outros que de vez em quando aparecem na convocatória para a Seleção, imagine como foi na época do Élber. A sorte do Felipão é que 2002 acabou dando certo, O "nojinho", que grande parte dos brasileiros sentiam pelo Élber, acabou justificando a ausência da lenda bávara no plantel Campeão do Mundo em 2002. Algo que pode se repetir atualmente com alguns jogadores já citados anteriormente.
Longevidade e lealdade, essas são as palavras que definem muito bem o nosso querido Marcelo Bordon, ou melhor: Bordon. Revelado pelo São Paulo, naquele famoso "Expressinho Tricolor" comandado pelo Muricy Ramalho, onde foi campeão da Conmebol e da Recopa, o zagueiro sempre foi reconhecido por ser preciso nas divididas. Bordon atuou por seis anos no São Paulo, sempre alternando entre a titularidade e o banco de reservas, até ser negociado com o Stuttgart. No tradicionalíssimo clube alemão, Bordon foi titular, ídolo e referência para os mais novos. Pelos suábios, em pouco mais de cinco temporadas, o zagueiro brasileiro disputou 148 partidas e marcou 12 gols, uma marca bastante decente para um jogador que atuava pouco no país de origem e que, querendo ou não, estava enfrentando uma cultura completamente diferente. Bordon sempre demonstrou muita frieza e segurança, predicados que chamaram a atenção do Schalke 04 no início da temporada de 2004/05, quando o brasileiro trocou de cores na Bundesliga. Usando o Azul Real do Schalke, Bordon atuou em 212 partidas e anotou 16 gols. Entretanto, em mais de 10 anos atuando como titular na Bundesliga, o zagueiro brasileiro conquistara apenas um troféu, e fora apenas a Taça da Liga Alemã, em 2006. Depois de seis temporadas com o Schalke 04, o brasileiro, que convivia com algumas lesões, mudou completamente de ares ao trocar a Alemanha pelo Catar, onde defendera o Al-Rayyan na temporada de 2010/11, já com os seus 35 anos. Após uma temporada inteira jogando sob o sol escaldante do Catar, Bordon resolvera se aposentar do futebol. Pouca gente se lembra, mas o caipira de Ribeirão Preto esteve na Copa América de 2004, quando o Brasil vencera a Argentina na final.
Élber
Quando o assunto é brasileiro na Bundesliga, em quem você pensaria? Hoje, poderíamos dizer Roberto Firmino (que foi para o Liverpool), quem sabe. No entanto, durante a década de 1990, esse nome era outro. Élber, revelado pelo Londrina, em 1990, ficou famoso após ótima participação no Mundial Sub-20, quando o Brasil perdeu a final nos pênaltis para histórica seleção de Portugal, que tinha Jorge Costa, Rui Costa, João Pinto e Luís Figo. Élber foi o artilheiro da seleção com quatro gols em seis jogos, o necessário para chamar a atenção do Milan, que acertou o seu empréstimo por uma temporada com opção de compra junto ao Londrina, fato que acabou não acontecendo. O atacante voltou para o clube paranaense, que logo o vendeu ao Grasshoppers-SUI, justamente na mesma época em que o Sonny Anderson defendia o Servette. Élber ficou por lá durante três temporadas até acertar sua transferência para o Stuttgart, clube que fora responsável por deslanchar a sua fama de matador. Foram apenas 88 jogos com a camisa dos suábios, porém, os expressivos 43 gols, numa época em que os clubes alemães estavam carregados de centroavantes goleadores, foram mais do que o suficiente para convencer o Bayern de Munique a gastar altas cifras em sua contratação. O duradouro relacionamento entre Élber e o gigante alemão foi digno de uma novela romântica. Ao todo, o brasileiro disputou 252 partidas com a pesadíssima camisa bávara, além de ter marcado 127 gols pelo clube e ter ajudado o clube a conquistar a Liga dos Campeões de 2000/01, o Mundial do mesmo ano, quatro Bundesligas, quatro Taças da Liga Alemã e quatro Copas da Alemanha, além de ter sido o artilheiro da temporada 2002/03. Apesar de ser considerado um monstro sagrado do Bayern, Élber não teve o mesmo tratamento por parte dos brasileiros, que, semelhante ao que acontece hoje em dia, torciam o nariz quando o nome dele era convocado para a seleção. O motivo? Não tinha se destacado no futebol nacional. Tanto é que o Luizão fora convocado para a Copa de 2002 (acabou sendo importante no pênalti inexistente) num ano muito bom do Élber, melhor do que o do Luizão. Todavia, depois de sete anos envergando muito bem a camisa bávara, o brasileiro fora negociado com o Lyon, onde atuou por duas temporadas. Em 2005, já em final da carreira, a lenda do Bayern de Munique voltou a Bundesliga para ajudar o Borussia Monchengladbach, que precisava de um centroavante. Élber durou pouco tempo no Gladbach, tanto que saiu da equipe no meio da temporada para assinar com o Cruzeiro, em 2006, que acabou sendo o seu último clube como profissional. Se hoje você fica bravo com o desconhecimento de jogadores como Roberto Firmino, Douglas Costa, Alex Teixeira e outros que de vez em quando aparecem na convocatória para a Seleção, imagine como foi na época do Élber. A sorte do Felipão é que 2002 acabou dando certo, O "nojinho", que grande parte dos brasileiros sentiam pelo Élber, acabou justificando a ausência da lenda bávara no plantel Campeão do Mundo em 2002. Algo que pode se repetir atualmente com alguns jogadores já citados anteriormente.
19.8.15
Postado Por: TramaFC
Tag :
ajax,
barcelona,
bayern munchen,
benfica,
besiktas,
bordeaux,
derlei,
elber,
fenerbahce,
lazio,
lyon,
monaco,
olympique,
porto,
schalke,
sonny anderson,
sporting,
wamberto,
werder bremen
25 jovens promessas para a temporada 2014/2015
Mais uma temporada do futebol europeu está prestes à começar. Neste final de semana, algumas supercopas servirão de prato de entrada para os fãs dos clubes europeus esquentarem os motores para uma nova e emocionante temporada. Novos jogadores, contratações milionárias e grandes promessas desfilarão o seu talento pelos gramados europeus.
A temporada de 2014/2015 promete apresentar uma grande variedade de ótimos valores para o futuro do futebol europeu. São tantos jovens jogadores com potencial, que elaborar uma lista inicial com 25 nomes foi dificílimo.
Quer ficar por dentro dos principais nomes que deverão chamar muita atenção nessa temporada? Dá uma olhada!
Adnan Januzaj (Manchester United)
Formado na academia de jovens do Anderlecht, o belga Adnan Januzaj assinou contrato com o Manchester United, em 2011, quando tinha apenas 16 anos de idade. Canhoto e muito técnico, Januzaj atua como winger (um meia que atua pelas pontas do campo), posição propícia para um jogador que destaca pelos dribles rápidos e muito equilíbrio durante a corrida. Apesar de ter apenas 19 anos, a jovem estrela do United fora convocado por Marc Wilmots para a Copa do Mundo deste ano, onde atuou como titular na partida contra a Coréia do Sul na vitória dos Diabos Vermelhos por 1x0. No começo desse ano houve uma indecisão por parte de Januzaj com relação à sua nacionalidade, sendo que ele nasceu em Bruxelas, na Bélgica, mas com descendência kosovar (seus tios lutaram pela independência do país). Levando em consideração o seu estilo de jogo, Januzaj deve receber mais oportunidades agora com Louis Van Gaal do que recebera com David Moyes na temporada passada.
Max Meyer (Schalke 04)
Max Meyer (Schalke 04)
Faz muito tempo que o Schalke 04 não conquista um campeonato alemão. Isso faz tanto tempo que Max Meyer, que é apontado como uma das maiores revelações dos últimos tempos no clube azul real, sequer era cogitado para nascer. Tudo bem que o jovem meia-atacante só tem 19 anos de idade, mas a seca do Schalke já dura mais de CINQUENTA ANOS. As coisas tendem a ficar mais difíceis com o domínio amplo do Bayern de Munique na Bundesliga, mas a esperança dos torcedores do Schalke serão depositadas nas chuteiras desse pequeno diamante que é lapidado desde o Sub-17 do clube de Gelsenkirchen. Com apenas 1,69m de altura, Max Meyer possui uma habilidade inversamente proporcional à sua altura. O pequeno meia, que usa a camisa nº 7 que já foi de Raul, possui todas as características de um meia dos tempos antigos. Meyer domina de forma elegante qualquer bola que lhe é passada, além de driblar com uma facilidade assombrosa. Seus chutes são igualmente precisos e perigosos. O jovem jogador terá a companhia de outras grandes promessas azulinas, casos de Julian Draxler, Leon Goretzka, Pascal Itter e Donis Avdijaj.
Jonas Hofmann (Borussia Dortmund)
Jonas Hofmann (Borussia Dortmund)
Se o Schalke 04 tem um playmaker do nível do Max Meyer é óbvio que o maior rival não iria ficar para trás, certo? O Borussia Dortmund também tem o seu meia-atacante habilidoso que promete dar muitas alegrias à Muralha Amarela. A diferença entre os dois reside na idade, Hofmann tem 22 anos de idade e é três anos mais velho que o jovem craque do Schalke. O meia chegou ao Dortmund na temporada de 2011/12 oriundo das categorias de base do Hoffenheim após chamar à atenção dos olheiros do clube amarelo. Hofmann chegou ao Borussia Dortmund numa época difícil para qualquer jovem em sua posição, pois nesse período o clube contava com o "menino maravilha" Mario Götze. No entanto, Jurgen Klopp sempre mantinha Hofmann por perto para talhar o jogador para uma provável saída de uma das maiores revelações do clube, que acabou se consumando na temporada de 2013/14. Hofmann é conhecido por seus ótimos tiros de média distância e seus passes milimétricos, características um pouco diferentes de Mario Götze. Ah, ainda sobre a rivalidade entre Borussia e Schalke, Jonas Hofmann também usa a camisa nº 7.
Marc Stendera (Eintracht Frankfurt)
Marc Stendera (Eintracht Frankfurt)
Pô, outro alemão? Pois é, se você ainda está com a cabeça inchada após aquela sapatada alemã contra o Brasil na Copa do Mundo, vá se acostumando com uma nova fornada de craques alemães. Stendera é o meio-campista que todo treinador adoraria ter em sua equipe, pois o jovem é capaz de jogar em qualquer função que você escolher. Atualmente, o meia é a principal estrela do tradicional Eintracht Frankfurt e o camisa 10 da seleção alemã que foi campeã da Eurocopa Sub-19. Stendera é extremamente técnico e muito preciso na distribuição de jogo, com características SEMELHANTES às de Schweinsteiger. Quase todos os grandes clubes europeus já estão com os radares ligados sob o meia de 18 anos do Frankfurt.
Pierre-Emile Hojbjerg (Bayern de Munique)
Mais uma promessa vinda da Bundesliga, porém, desta vez não é um jogador alemão. Hojbjerg apareceu pela primeira vez na Eurocopa Sub-17, jogando pela Dinarmarca. Na oportunidade, o jovem meia dinamarquês liderou sua seleção para uma gloriosa terceira colocação, perdendo para a Alemanha na semi-final por 2x0. Naquela época Hojbjerg atuava pelo Brondby, clube tradicional em sua terra natal, quando fora contratado pelo Bayern de Munique. O excelente jogador é considerado por muitos especialistas sobre o Bayern como o novo Schweinsteiger. Sua visão de jogo de "veterano" é o que mais chama a atenção para esse jogador de apenas 19 anos. O dinamarquês também bate na bola com uma classe muito rara de se encontrar por aí. Guardiola, que não é nada bobo, já fez questão de integrar o menino à equipe titular para essa temporada, chegando, inclusive, à atuar como titular na posição de Schweinsteiger enquanto o próprio estava desfrutando de suas merecidas férias após conquistar a Copa do Mundo com a Alemanha.
Anthony Martial (Mônaco)
Anthony Martial (Mônaco)
Rápido, letal e marrento. Essas são as principais qualidades dessa grande promessa do futebol francês que atua pelo novo rico do futebol mundial, o Mônaco. Martial tem apenas 18 anos, mas ele vem chamando a atenção de grandes clubes europeus desde suas aparições pelo Lyon em competições de base. O possante atacante francês, apesar de muito novo, deverá atuar como TITULAR no ataque monegasco durante essa temporada, especialmente se o Falcão García se transferir para outro gigante europeu. Martial é figurinha carimbada em todas as convocações para a seleção francesa em competições de base e, como esperado, ele se destaca constantemente. Com faro de artilheiro, Martial é tratado como uma joia pelos franceses, que confiam muito em seu potencial estrelar para comandar o ataque com Benzema e Griezmann no futuro.
Rafinha (Barcelona)
Rafinha (Barcelona)
Finalmente um brasileiro nessa lista! Filho de Mazinho, aquele que jogou no Palmeiras e pela seleção brasileira, e irmão do Thiago Alcântara, meia do Bayern de Munique, Rafinha terá sua primeira oportunidade para começar uma temporada pelo Barcelona. Ao contrário de seu irmão, Rafinha já declarou que sua opção de cidadania é a brasileira (inclusive já foi convocado por Alexandre Gallo para o Sulamericano Sub-20 de 2013). Luis Enrique, atual treinador do Barça, admira o futebol do brasileiro, revelado por ele nas canteiras do clube catalão, a renomada La Masia. Rafinha atua numa posição que é difícil de se encontrar aqui no Brasil, a de armador recuado. Muitas vezes posicionado como volante, o brasileiro tem muita destreza para desempenhar essa função de armador numa região muito conflitosa do campo, bem próximo ao campo de defesa. Com muita personalidade e um passe muito preciso, Rafinha tem tudo para se firmar no Barça e na seleção brasileira.
Juan Quintero (Porto)
Juan Quintero (Porto)
Meia clássico, de muita habilidade e personalidade. O colombiano que foi revelado pela mesma equipe de James Rodriguez, o Envigado, e está no Porto para sua primeira temporada como titular do clube. Quintero é canhoto e tem uma qualidade impressionante para bater na bola, além de muita técnica e visão de jogo (em certos momentos lembra o ex-corinthiano Marcelinho Carioca). Com apenas 21 anos, a jovem promessa é vista como peça essencial para o upgrade técnico em sua seleção nacional, ao lado de James Rodriguez, Juan Cuadrado e Falcão García. Ah, o menino esteve nesta Copa do Mundo com a seleção cafetera, onde atuou como titular em duas partidas, Costa do Marfim (marcou seu único gol na competição) e Japão, e veio do banco para enfrentar o Brasil, nas quartas-de-final.
Ross Barkley (Everton)
Ross Barkley (Everton)
Apesar de ter sido eliminada precocemente na Copa do Mundo deste ano, a Inglaterra tem o que comemorar bastante para os próximos anos, porque uma ótima, e jovem, fornada de jogadores está no ponto para ser usada. O principal nome dessa fornada é Ross Barkley, meia central do Everton. Visão de jogo, passe apurado, lançamentos longos, tiros de longa e média distância e chegada no ataque são os seus principais predicados para se tornar uma lenda no Everton, clube azul da cidade de Liverpool. Aliás, falando em Liverpool, Barkley é comparado o grande ícone do clube vermelho da cidade, o Gerrard. Cobiçado por quase todo mundo nesta janela de verão europeu, Barkley renovou com o seu clube do coração por mais 4 temporadas. O inglês atuou nas três partidas pela seleção dos Three Lions, sendo duas como reserva utilizado (Itália e Uruguai) e uma como titular (Costa Rica).
James Ward-Prowse (Southampton)
James Ward-Prowse (Southampton)
A barca do Southampton, grata surpresa da temporada passada, está praticamente vazia. Nesta temporada já saíram dos Saints o lateral-esquerdo Luke Shaw, o zagueiro Dejan Lovren, o meia Adam Lallana e o atacante Rickie Lambert. No entanto, o jogador mais seguro e promissor do elenco do Southampton ainda resiste na terra arrasada do sul da Inglaterra, Ward-Prowse está no Saints desde os 15 anos de idade e é convocado para as seleções de base da Inglaterra desde então. Franzino e baixinho, o espetacular meia central do Southampton se destaca pelo excelente passe e pela incrível visão de jogo, peculiar para alguém de sua idade. Com apenas 19 anos, Ward-Prowse já é comparado ao mito Paul Scholes, que também era bastante franzino, porém, extremamente técnico. Ao lado de Morgan Schneiderlain, Ward-Prowse dita o ritmo de jogo para sua equipe e, agora que está numa equipe totalmente desfigurada, deve aparecer ainda mais no cenário europeu.
Luke Shaw (Manchester United)
Revelado pelo Southampton, onde se destacou tanto em sua primeira temporada como titular da lateral-esquerda do clube inglês, vai atuar pelo Manchester United nesta temporada. Convocado por Roy Hodgson para a Copa do Mundo deste ano, Shaw é considerado a maior revelação inglesa nas últimas 5 temporadas. Com 1,86m de altura, o lateral-esquerdo impressiona pela mobilidade e habilidade, algo impossível para muitos outros jogadores com o mesmo porte físico de Shaw. Além da força, Shaw também chega muito bem ao ataque e costuma deixar os seus gols.
Hachim Mastour (Milan)
De um tempo para cá, um dos maiores clubes europeus estava se deteriorando gradualmente até chegar o ponto em que está hoje. O Milan, um gigante do futebol, ficará fora de qualquer competição européia nesta temporada. Se a humilhação de ficar de fora de uma Champions League, por exemplo, já era grande, não ter dinheiro para contratar as estrelas pelas quais os torcedores estavam acostumados é maior ainda. No entanto, existe uma luz no final do túnel para os Rossoneros, uma luz que brilha há muito tempo nas categorias de base e que promete salvar o Milan dessa era de trevas. Mastour é filho de marroquinos, porém, o garoto é nascido na Itália e é declarado italiano. Conhecido como "Il 98 (O 98)", ou Messi Marroquino, Mastour é destro e muitíssimo habilidoso. Devido a falta de recursos e "material humano", o jovem de 16 anos de idade deve atuar como titular na maior parte do tempo pelo Milan. Hachim Mastour é rápido, driblador, inteligente e matador, características que promovem o menino como uma das maiores apostas do futebol europeu desde... Messi!
Marcos Lopes (Lille/Manchester City)

Quantas histórias de jogadores brasileiros que saíram do país muito cedo e acabaram se tornando em grandes promessas em clubes europeus você já ouviu? Pois é, essa será mais uma dessas. Nascido em Belém, no Pará, Marcos Lopes mudou-se com a família para Portugal com apenas 4 anos de idade. Desde então, a carreira de Marcos desenvolveu-se toda na Europa. Revelado pelo minúsculo Polares, no time de futsal, não demorou muito para o Benfica notar os seus talentos. Após cinco temporadas com os Encarnados, o Manchester City se encantou com o garoto e resolveu contratá-lo. Marcos Lopes é tratado como a maior revelação da história dos Citezens, que o emprestou para o Lille para ganhar experiência numa liga competitiva antes de voltar para a Premier League. Lopes é muito técnico, dribla com muita facilidade e chuta muito bem de média distância.
William Carvalho (Sporting)
Um angolano naturalizado português que joga como volante e que já foi emprestado para o Fátima e Cercle Brugge por duas temporadas e já vale mais de 45 milhões de euros. Essa é a trajetória de William Carvalho, um dínamo no meio-campo sportinguista que já é cortejado por gigantes europeus. Devido ao seu alto valor, o Sporting deve manter a joia por mais uma temporada. Com apenas 22 anos, William Carvalho notabiliza-se pela maturidade e força, tanto na marcação quanto no ataque, além da liderança que imprime nos outros jogadores. Carvalho foi convocado para a Copa do Mundo, onde atuou em duas partidas, sendo uma como titular (Gana) e uma como reserva utilizado (Estados Unidos).
Zakaria Bakkali (PSV)
Imagina como seria mais forte a seleção marroquina se Marouane Fellaini, Ibrahim Afellay, Oussama Assaidi, Khalid Boulahrouz, Nacer Chadli, Hachim Mastour e... Zakaria Bakkali tivessem optado pelo país árabe? Assim como Mastour, que optou pela cidadania italiana, Bakkali também é tratado como uma das maiores revelações do futebol europeu e que também optou pela cidadania européia, no caso a belga. Revelado no Standard Liege, Bakkali é extremamente habilidoso e um exímio driblador. O belga fora contratado pelo PSV quando tinha apenas 15 anos de idade e estreou na equipe principal com apenas 16 anos. Pela seleção belga, Bakkali teve que esperar completar os 16 anos para poder ser convocado. Guardado à sete chaves pelo clube holandês, Bakkali, mesmo com 18 anos, já faz muita diferença em prol do PSV, que possui uma equipe muito jovem. O Atlético de Madrid já tentou arrancar Bakkali do PSV, mas os holandeses se mantém irredutíveis sobre o garoto.
Stefano Denswil (Ajax)
Holanda, o país do futebol total, do 4-3-3, da técnica, dos times ofensivos e dos zagueiros que sabem jogar bola. Stefano Denswil, zagueiro canhoto de 1.86m, se destaca nesse cenário por ser rápido, forte na marcação e preciso nos desarmes. Frank de Boer, um dos maiores zagueiros da história e treinador do Ajax, lapidou esse diamante durante anos com o intuito de transformá-lo num pilar do clube judeu. Denswil é famoso por ser implacável na marcação de jogadores mais altos que ele.
Youri Tielemans (Anderlecht)
O novo Yaya Toure também fala francês, mas atua pela seleção belga. Mais um belga? Sim, mais um belga. Quantas vezes você leu sobre o Anderlecht aqui? Uma boa quantidade, te garanto. Porém, não é por menos, o maior clube da Bélgica é um exímio formador de jogadores e Youri Tielemans é mais uma dessas promessas. O volante se enquadra perfeitamente no que os britânicos chamam de box-to-box (área-à-área) por sua grande habilidade com a pelota e sua disciplina tática. Tielemans tem apenas 17 anos de idade, mas o jogador já vai para a sua segunda temporada como titular do Anderlecht. A comparação pode ser um pouco pesada, mas Tielemans já provou com sua habilidade e maturidade, tanto no Anderlecht quanto na seleção sub-19 da Bélgica, que o seu futuro é muito promissor.
Adrien Rabiot (PSG)
Formado nas categorias de base do clube que menos utiliza suas promessas, Adrien Rabiot é tratado como joia pela seleção francesa, onde ele possui mais moral do que no próprio clube que o revelou. Volante de origem, Rabiot pode desempenhar várias funções nessa posição, desde regista até como armador recuado. O francês é muito técnico e gosta de realizar lançamentos longos para os atacantes. Além disso, Rabiot chega com muita qualidade ao ataque, tanto com a bola nos pés quanto numa jogada aérea, já que o meia canhoto tem 1,88m de altura. Caso o PSG não dê mais valor à essa grande revelação, que já despertou grande interesse no Arsenal, a tendência é perdê-lo.
Timo Werner (Stuttgart)
A fábrica de craques alemães não pára. Timo Werner, atacante do Stuttgart, é uma das maiores promessas para o ataque alemão. Habituado a jogar pela ponta esquerda, Werner também atua como centroavante e segundo atacante e, se precisarem, ele também atua como meia-atacante. Polivalente no setor ofensivo, Werner se destaca pela movimentação e poder de finalização, sendo praticamente letal quando está perto da pequena área. Suas características são semelhantes as de Thomas Müller, outro jogador muito famoso por ser polivalente no ataque. Com 1,80m de altura, Werner também é ótimo no cabeceio e na famosa "briga pelo espaço". Assim como Max Meyer, Leon Goretzka e Marian Sarr, Timo Werner foi "poupado" do título alemão na Eurocopa Sub-19 para o Stuttgart utilizá-lo na pré-temporada visando a Bundesliga.
José Gayá (Valencia)
O Valencia já esteve próximo da falência várias vezes neste século, porém, graças à um artifício que o clube utiliza muito bem, o caminho para a destruição foi desviado várias vezes. Não é de hoje que Valencia revela grandes nomes para o mercado europeu, nomes como Juan Mata, Jordi Alba, Juan Bernat, Paco Alcácer, Isco e Pablo Hernández são alguns desses nomes que salvaram as economias do clube catalão. No entanto, o Valencia não pára de revelar ótimos jogadores e o próximo que fará o clube lucrar no futuro é José Luis Gayá, um excelente lateral-esquerdo/meia-esquerda, de muita potência ofensiva. Gayá também é muito rápido e inteligente nas tomadas de decisões, especialmente com relação aos cruzamentos, sua principal arma. Como Bernat foi recentemente negociado com o Bayern de Munique, Gayá terá toda oportunidade do mundo para brilhar (e salvar o Valencia da falência).
Hakan Çalhanoglu (Bayer Leverkusen)
O grande nome da nova geração turca que resistiu à pressão de se tornar alemão chama-se Hakan Çalhanoglu. Apesar de ter toda sua base na Alemanha, onde jogou por Karlsruher, Hamburgo e agora Bayer Leverkusen, o meia-ofensivo turco optou por defender a pátria de seus pais, já que ele mesmo nasceu em solo germânico (na mesma cidade que Mario Götze). Çalhanoglu é um jogador muito habilidoso, cuja principal característica é o chute de média e longa distância. O passe também é uma das qualidades de perigosíssimo jogador, que também costuma fazer muitos gols apesar de ser um meio-campista. Defendendo a seleção turca, Çalhanoglu foi o principal nome do país no Mundial Sub-20 de 2013. Não muito tempo depois, o meia já era TITULAR absoluto da seleção com apenas 21 anos de idade.
Eric Dier (Tottenham)
Eric Dier é um ponto fora da curva na realidade inglesa. Notabilizados por encontrar jogadores de todo canto do mundo, ainda jovens, os clubes ingleses costumam "roubá-los" para suas academias e, à partir de sua filosofia, formá-los para o futuro. Dier fora descoberto pelo SPORTING de Portugal quando tinha apenas DEZ ANOS de idade!!! Contratado pelo clube português, o lateral-direito/zagueiro/volante passou sete anos na base até ser emprestado por duas temporadas ao Everton, onde teve poucas oportunidades. Após as duas temporadas no clube inglês, Dier voltou ao Sporting onde ficou mais dois anos alternando entre a base e a equipe titular até que na temporada passada conquistou a confiança do treinador Leonardo Jardim. Polivalente, o defensor inglês é ótimo no desarme e muito consistente na marcação. Devido à sua boa técnica, o que não é comum entre defensores, Dier é costumeiramente escalado como lateral e volante. Após ótima temporada pelo Sporting e pela seleção inglesa nas categorias de base, Eric Dier foi contratado pelo Tottenham nesta temporada. Se for capaz de manter a toada, o jogador inglês tem tudo para se manter em sua terra natal e conquistar uma vaga na renovação da seleção inglesa.
Florian Thauvin (Olympique de Marseille)
Com apenas 21 anos de idade, Thauvin já vive a expectativa de ser o salvador da terra do tradicional Marseille. Rápido e driblador, o meia é canhoto e também possui uma facilidade espantosa para bater na bola. O único aspecto que pesa contra o francês é o seu porte físico, constantemente cornetado pelos franceses. No entanto, sua habilidade é tão grande que, até num país que gosta de jogadores "bombados", o porte físico franzino de Thauvin já está sendo aceito como um fator preponderante para seu desempenho. Arisco, o meia que joga pelos dois lados do campo já é cogitado para a nova seleção francesa. Nas categorias de base, Thauvin é o camisa 10 e "dono" da equipe. No Marseille, apesar de muito cuidado por parte da comissão técnica, Thauvin já se escala por si só. Olho no garoto!
Sergi Darder (Málaga)
Com esse sobrenome catalão você logo imaginou Sergi Darder com as cores grenás do Barça, certo? Como a vida é irônica, Darder apareceu no futebol jogando pelo Espanyol nas categorias de base, em 2009. Raçudo, com boa técnica, bom passe e com um índice de trabalho muito grande, Darder é o capitão da seleção espanhola sub-20 e, mesmo com pouco tempo de casa, já é titular e o primeiro volante do Málaga. Formado para ser o novo capitão da Fúria, Darder lembra muito o jeito de jogar do Sérgio Busquets, volante de "ofício" do Barcelona. Porém, existem duas pequenas diferenças entre os dois: Darder é mais veloz e ágil que o ótimo volante do Barcelona. Com espírito de liderança, o volante vai ganhando espaço e moral num clube que está abrindo espaços para jovens estrelas como ele.
Leon Goretzka (Schalke 04)
O último e não menos importante dessa primeira lista, Leon Goretzka, meia do Schalke 04, foi o escolhido para fechar com chave de ouro esse pequeno selecionado de jovens jogadores. Apontado como craque desde a época que ainda gostava de mamadeira, Goretzka é, ao lado de Max Meyer, apontado como o grande pilar da nova geração alemã que vem aí. Altamente técnico, inteligente, com visão de jogo apurada e um passe milimétrico, Leon Goretzka parece ter sido criado num laboratório científico, pois não existe nada nesse mundo que o jovem não saiba fazer muito bem. Aliás, Goretzka é o capitão da seleção sub-20 alemã, e também esteve na pré-lista de Joachim Löw para a Copa deste ano mesmo tendo atuado apenas na segunda parte da temporada pelo Schalke. O potencial desse menino é tão grande quanto o seu próprio tamanho, ele tem 1,89m. Tirado do Bochum na temporada retrasada, Goretzka fora dispensado da Euro Sub-19 deste ano porque o Schalke quer montar uma equipe jovem e insinuante, especialmente por causa desse ótimo volante.
9.8.14
Postado Por: TramaFC
































