Postado Por : Caio Nascimento 1.10.14

Entra ano e sai ano e a NFL continua crescendo no Brasil. Parece até uma troca de futebol entre Brasil e EUA, enquanto a bola oval torna-se popular aqui, o mesmo pode-se dizer da bola redonda na terra do Tio Sam.

Entretanto, muitas pessoas acompanham esse esporte superficialmente, sem entender muito bem as regras e sem ter um time para qual torcer. A maioria dos novos fãs da NFL alegam que o esporte é cheio de regras, muitos times para escolher e com muitos jogadores para decorar o nome. Isso é verdade, mas nada que uma ajudinha para melhorar, certo? Logo abaixo, você conhecerá todos os clubes da AFC, de forma resumida, para te ajudar a sair do muro, ou conhecer melhor outras equipes que o seu time vai enfrentar nessa temporada.

Antes de qualquer coisa, os 32 clubes que compõe a NFL são divididos em duas conferências (AFC e NFC) e subdivididos em oito divisões (AFC EAST, AFC WEST, AFC NORTH, AFC SOUTH, NFC EAST, NFC WEST, NFC NORTH e NFC SOUTH). O Super Bowl é a grande final que coloca frente a frente os campeões das duas conferências.


AFC (American Football Conference)

AFC EAST (New England Patriots, Miami Dolphins, New York Jets e Buffalo Bills)










Nome: New England Patriots
Fundação: 16 de novembro de 1959
Estádio: Gillette Stadium
Apelido: The Pats
Ordem cronológica: Boston Patriots (1960-1970) e New England Patriots (1971-presente)
Super Bowls: 2001 (XXXVI), 2003 (XXXVIII) e 2004 (XXXIX)
Conferências: 1985, 1996, 2001, 2003, 2004, 2007 e 2011
Divisões: 1978, 1985, 1996, 1997, 2001, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013
Rivais: New York Jets (a maior), Baltimore/Indianapolis Colts, Baltimore Ravens, Pittsburgh Steelers, Buffalo Bills e Miami Dolphins
Ídolos: Bob Dee (DE), Jim Hunt (DT), John Hannah (G), John Morris (C), Kevin Faulk (RB), Adam Vinatieri (K), Bruce Armstrong (LT), Teddy Bruschi (MLB), Ben Coates (TE), Drew Bledsoe (QB), Nick Buoniconti (LB), Curtis Martin (RB), Richard Seymour (DE) TY Law (CB), Randy Moss (WR), Wes Welker (WR), Stanley Morgan (WR), Troy Brown (WR), Mike Haynes (CB), Andre Tippett (LB) e Tom Brady (QB). 
Destaques: Tom Brady (QB), Vince Wilfork (NT), Rob Gronkowski (TE), Julian Edelman (WR), Rob Ninkovich (LB), Shane Vereen (RB), Stephan Ridley (RB), Chandler Jones (DE), Dont'a Hightower (OLB), Logan Ryan (CB), Kyle Arrington (CB), Jerod Mayo (MLB), Brandon Browner (CB), Darrelle Revis (CB) e Devin McCourty (FS).
Resumo: Para essa temporada, Bill Belichick, treinador dos Patriots, tratou de resolver parte do seu maior problema dentro da equipe: a defesa. Esse setor, que há muito tempo ficava entre as piores da liga, ganhou dois grandes reforços na secundária com as chegadas de Darrelle Revis e Brandon Browner (ainda cumpre suspensão). Os dois CBs vão aparecer com grande frequência na sua telinha, já que o Patriots é mestre em forçar turnovers. Mas, como o buraco é mais profundo, os Pats ainda são vulneráveis no combate físico do jogo, especialmente para conter RBs de potência e TEs atléticos e versáteis. Se não bastassem os problemas de fábrica, o grande problema da franquia é a linha ofensiva, responsável em proteger a joia do time, o quarterback Tom Brady. A linha dos Patriots é recheada de rookies, os populares "novatos", que sofrem para acertar o tempo dos LBs adversários, e de jogadores constáveis. Caso Rob Gronkowski se mantenha saudável, o ataque, que ainda sofre com a adaptação de Amendola, pode ficar mais confiável. Além disso, Brandon LaFell, que trocou o Panthers pelo Patriots, é um jogador de profundidade e deve ser muito usado por Belichick. Considerando a grande reformulação da equipe, fica difícil acreditar numa vitória, ou vaga na final de conferência pela sexta vez seguida na história da franquia. Mas, tratando-se de Belichick-Brady, tudo pode acontecer. Até milagres.














Nome: Miami Dolphins
Fundação: 1966
Estádio: Sun Life Stadium
Apelido: The Fins e The Fish
Ordem cronológica: Sempre foi Miami Dolphins
Super Bowls: 1972 (VII) e 1973 (VIII)
Conferências: 1971, 1972, 1973, 1982 e 1984
Divisões: 1971, 1972, 1973, 1974, 1979, 1981, 1983, 1984, 1985, 1992, 1994, 2000 e 2008
Rivais: Buffalo Bills, New York Jets e New England Patriots
Ídolos: Larry Csonka (FB), Bob Griese (QB), Jim Langer (C), Paul Warfield (WR), Larry Little (G), Dwight Stephenson (C), Bob Kuechenberg (G), Dan Marino (QB), Kim Bokamper (LB), Curtis Johnson (CB), Doug Betters (LB), Tim Bowens (DT), Sam Madison (CB), Mark Clayton (WR), Nat Moore (WR), Bob Baumhower (NT), Richmond Webb (LT), Zach Thomas (LB) e Jason Taylor (DE).
Destaques: Ryan Tannehill (QB), Mike Wallace (WR), Bryan Hartline (WR), Brent Grimes (CB), Rashad Jones (S), Phillip Wheeler (LB), Charles Clay (TE), Lamar Miller (RB), Randy Starks (DT), Jason Trusnik (OLB), Danell Ellerbe (LB), Olivier Vernon (DE), Cameron Wake (DE) e Jared Odrick (DT)
Resumo: Quem viu o Miami Dolphins jogar na década de 1970, 1980 e 1990, e hoje vê o estado da franquia, deve se descabelar freneticamente de raiva. Don Schula e seu fiel escudeiro, o lendário Dan Marino, deram aos Dolphins os dois únicos Super Bowls da franquia no comecinho da década de 1970. Hoje, os Dolphins penam para conseguir uma boa posição na divisão e, pior ainda, se classificar para os playoffs (a última vez foi em 2008). Nas últimas temporadas, o time se notabilizou pela efervescência dentro do vestiário, que impediu que muitos bons jogadores desempenhassem o seu futebol. Contudo, para essa temporada os Dolphins devem ter um pouco de sossego, já que a defesa dos golfinhos é bastante confiável e agressiva, especialmente se tratando de Cameron Wake, Jared Odrick e Brent Grimes. Mike Wallace, um dos jogadores mais rápidos da liga, é o grande nome do ataque. Por ser uma equipe muito inconstante, os Dolphins vão alternar entre grandes partidas e pífias partidas. Difícil de apostar.













Nome: New York Jets
Fundação: 1960
Estádio: MetLife Stadium
Apelido: Gang Green
Ordem cronológica: Titans of New York (1960 - 1963) e New York Jets (1963-presente)
Super Bowls: 1968 (AFL-NFL Super Bowl III)
Conferências: 0
Divisões: 1968, 1969, 1998 e 2002
Rivais: New England Patriots, Miami Dolphins e New York Giants
Ídolos: Aaron Glenn (CB), Marvin Powell (T), Gerry Philbin (DE), Kevin Mawae (C), Emerson Boozer (RB), Wayne Chebret (WR), Mo Lewis (LB), Al Toon (WR), Matt Snell (RB), Wesley Walker (WR), Mark Gastineau (DE), Winston Hill (T), Freeman McNeil (RB), Larry Grantham (LB), Joe Klecko (DL), Darrelle Revis (CB), Curtis Martin (RB), Don Maynard (WR) e Joe Namath (QB).
Destaques: Michael Vick (QB), Geno Smith (QB), Chris Ivory (RB), Jeremy Kerley (WR), Calvin Pace (OLB), Antonio Allen (CB), Jason Babin (DE), Dawan Landry (SS), Breno Giacomini (T), Chris Johnson (RB), Eric Decker (WR), Jacoby Ford (WR), AJ Edds (LB), Demario Davis (ILB), Muhammad Wilkerson (DE) e David Harris (ILB). 
Resumo: Time verde de uma megalópole, cujo passado era muito bonito, mas que atualmente costuma aparecer na mídia por conta dos vacilos de seus jogadores e fracassos na temporada. Parece o Palmeiras, não? Pois é assim que os torcedores dos Jets se sentem com relação à sua equipe. Ultimamente o time nova-iorquino é mais conhecido pelas lambanças de seus jogadores (Mark Sanchez e o butt fumble, por exemplo) do que por classificações heroicas. Para essa temporada, uma pequena faxina foi feita no roster para tentar intimidar seus dois maiores rivais, o New England Patriots e o New York Giants (apesar dos Giants não serem da mesma divisão). Breno Giacomini, Chris Johnson, Eric Decker e Jason Babin são os principais nomes que vieram para reforçar a franquia, que, apesar do péssimo histórico, vem com mais confiança para uma temporada difícil. Detalhe, Giacomini e Decker se enfrentaram no último Super Bowl. 












Nome: Buffalo Bills
Fundação: 1960
Estádio: Ralph Wilson Stadium
Apelido: Bills
Ordem cronológica: Sempre foi Buffalo Bills
Super Bowls: 0
Conferências: 1990, 1991, 1992 e 1993.
Divisões: 1980, 1988, 1989, 1990, 1991, 1993 e 1995.
Rivais: Miami Dolphins, Indianapolis Colts e New York Jets
Ídolos: Elbert Dubenion (WR), Billy Shaw (G), Darryl Talley (LB), Cookie Gilchrist (RB), Cornelius Bennett (LB), Jack Kemp (QB), Thurman Thomas (RB), Steve Tasker (WR/ST), Joe DeLamielleure (G), Andre Reed (WR), OJ Simpson (RB), Jim Kelly (QB) e Bruce Smith (DE).
Destaques: Kyle Williams (DT), Mario Williams (DE), Manny Lawson (DE), Sammy Watkins (WR), Mike Williams (WR), Scott Chandler (TE), Aaron Williams (FS), Brandon Spikes (MLB), CJ Spiller (RB), Leodis McKelvin (CB), Corey Graham (CB), Nigel Bradham (OLB), Marcell Dareus (DT), Kiko Alonso (MLB) e Da'Norris Searcy (SS).
Resumo: Em meio a indefinição sobre o novo dono da franquia, o Buffalo Bills procura uma maneira de ir em busca de uma boa temporada. Com uma defesa forte, o time nova-iorquino tenta sair da sombra dos outros três clubes da AFC EAST e finalmente voltar aos playoffs. Famoso no começo da década de 1990 por ter um ataque avassalador, os Bills parecem ter perdido o mojo para essa década. Os problemas ofensivos da franquia começam justamente na posição mais importante, a de quarterback, onde há uma indefinição entre EJ Manuel, Jeff Tuel, Thad Lewis e Dennis Dixon. Pela sequência que teve na temporada passada, o primeiro deve ser o titular. A posição de wide reciever também não conta com grandes nomes, e muito menos a de Tight End, mas Sammy Watkins, WR que ficou muito famoso por suas ótimas partidas e recepções no College, deve ter muitas chances com os Bills. Atualmente, a única posição que o Bills talvez tenha uma certa tranquilidade é na de running back, com CJ Spiller, um jogador de muita força e velocidade. Entretanto, os torcedores dos Bills possuem uma defesa de dar inveja em qualquer torcedor da NFL. Composta por três Williams diferentes, e igualmente excelentes, o time de Nova Iorque é uma ameaça à qualquer jogo aéreo, uma verdadeira armadilha que aplica vários turnovers. Se não bastasse isso, a linha defensiva é sedenta por sangue de quarterbacks, com ótimos linebackers e defensive ends que derrubam não apenas uma linha ofensiva inteira, mas também até o mais atento quarterback da liga.


AFC NORTH (Cincinnati Bengals, Pittsburgh Steelers, Baltimore Ravens e Cleveland Browns)











Nome: Cincinnati Bengals
Fundação: 1968
Estádio: Paul Brown Stadium
Ordem cronológica: Sempre foi Cincinnati Bengals
Super Bowls: 0
Conferências: 1981 e 1988
Divisões: AFC CENTRAL (1970, 1973, 1981, 1988 e 1990) e AFC NORTH (2005, 2009 e 2013)
Rivais: Baltimore Ravens, Cleveland Browns e Pittsburgh Steelers 
Ídolos: Rudi Johnson (RB), James Brooks (RB), Rodney Holman (TE), David Fulcher (S), Carl Pickens (WR), Willie Anderson (OT), Corey Dillon (RB), Lemar Parrish (DB), Ken Riley (DB), Tim Krumrie (NT), Cris Collinsworth (WR), Isaac Curtis (WR), Chad Ochocinco (WR), Boomer Esiason (QB), Ken Anderson (QB) e Anthony Munoz (OT)
Destaques: Terence Newman (CB), AJ Green (WR), Marvin Jones (WR), Domata Peko (DT), Wallace Gilberry (DE), Geno Atkins (DT), Vincent Rey (MLB), Reggie Nelson (FS), Carlos Dunlap (DE), George Iloka (SS), Rey Maualuga (MLB) e Adam Jones (CB)
Resumo: Se você pegar a lista de estatísticas dos jogadores dos Bengals ao longo de várias temporadas, você cairá da cadeira ao perceber que um time cujo desempenho individual é altíssimo e mesmo assim é incapaz de levar a franquia para uma final de conferência ou até à um Super Bowl. Apesar do desfalque de Michael Johnson, que foi para os Buccaneers, a defesa de Cincinnati é uma das mais temíveis da NFL, graças às suas interceptações e sacks. O ataque comandado por Andy Dalton, o quarterback mais vara verde da NFL, é forte, porém, o grande responsável pelas coisas não darem certo é justamente o Rupert Grint de Ohio, cujo nervosismo é tão evidente quanto suas interceptações. Devido ao desequilíbrio, os Bengals vivem um paradoxo cruel e irritante que não permite aos torcedores sonharem com algo mais alto e digno dos números conquistados individualmente.













Nome: Pittsburgh Steelers
Fundação: 1933
Estádio: Heinz Field
Apelido: The Black and Gold ou The Chief
Ordem cronológica: Pittsburgh Pirates (1933-1939), Pittsburgh Steelers (1940-1942), Pit/Phi Steagles (1943), Card-Pit (1944) e Pittsburgh Steelers (1945-presente)
Super Bowls: 1974 (IX), 1975 (X), 1978 (XIII), 1979 (XIV), 2005 (XL) e 2008 (XLIII)
Conferências: 1974, 1975, 1978, 1979, 1995, 2005, 2008 e 2010
Divisões: AFC CENTRAL (1972, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979, 1983, 1984, 1992, 1994, 1995, 1996, 1997 e 2001) AFC NORTH (2002, 2004, 2007, 2008 e 2010)
Rivais: Baltimore Ravens, Cleveland Browns, Cincinatti Bengals, New England Patriots, Oakland Raiders, Tennessee Titans, Dallas Cowboys e Philadelphia Eagles (sim, tudo isso!)
Ídolos: Rocky Bleier (RB), James Harrison (LB), "Big" Ben Roethlisberger (QB), Alan Faneca (OLB), Jack Butler (CB), Andy Russell (LB), Dermontti Dawson (C), LC Greenwood (DE), Jerome Bettis (RB), John Stallworth (WR), Ernie Stautner (OLB), Troy Polamalu (S), Hines Ward (WR), Mike Webster (C), Rod Woodson (DB), Jack Ham (LB), Terry Bradshaw (QB), Franco Harris (FB/RB), Mel Blount (CB), Jack Lambert (LB) e "Mean" Joe Greene (DE).
Destaques: "Big" Ben Roethlisberger (QB), Troy Polamalu (S), Brett Keisel (DE), Heath Miller (TE), Antonio Brown (WR), Le'Veon Bell (RB), Lawrence Timmons (LB), William Gay (CB), Cameron Heyward (DE), Jason Worilds (OLB), Lance Moore (WR) e LaGarrette Blount (RB).
Resumo: A franquia mais vencedora da história do futebol americano passa por uma renovação brutal há mais ou menos três temporadas. Desde seu último título, em 2008, os Steelers não foram mais os mesmos. Grandes nomes da franquia, como James Harrison, Hines Ward, Jericho Cotchery, LaMarr Woodley e Emmanuel Sanders não estão mais em Pittsburgh, sendo que, dentre os jogadores mais experientes, só sobraram Ben Roethlisberger, Brett Keisel e Troy Polamalu para segurar a bucha. A tão famosa linha defensiva dos Steelers está carente de linebackers de calibre, algo inédito na tão prolífica história da franquia com jogadores desta posição. Além disso, a equipe negra e dourada precisa urgentemente de reposição para a linha ofensiva, já que Emmanuel Sanders e Jericho Cotchery, principais WRs da franquia nos últimos três anos, trocaram de equipe. Moore, ex-jogador dos Saints, é um WR decente, porém, Big Ben vai precisar de mais material humano caso os Steelers queiram classificar para os playoffs dessa vez, especialmente se LaGarrette Blount for pego portando maconha novamente. Heath Miller, La'Veon Bell e Antonio Brown terão que mostrar que são capazes de acompanhar o ritmo de outros grandes jogadores da divisão.











Nome: Baltimore Ravens
Fundação: 1996
Estádio: M&T Bank Stadium
Ordem cronológica: Sempre foi Ravens desde sua fundação.
Super Bowls: 2000 (XXXV) e 2012 (XLVII)
Conferências: 2000 e 2012
Divisões: 2003, 2006, 2011 e 2012
Rivais: New England Patriots, Pittsburgh Steelers, Indianapolis Colts, Cleveland Browns e Cincinnati Bengals.
Ídolos: Jermaine Lewis (WR), Ray Rice (RB), Adalius Thomas (OLB), Mike Flynn (G/C), Chris McAllister (CB), Derrick Mason (WR), Michael McCrary (DE), Jamie Sharper (OLB), Jarret Johnson (LB), Todd Heap (TE), Peter Boulware (OLB), Marshal Yanda (G), Haloti Ngata (DL), Rod Woodson (FS), Terrell Suggs (OLB), Jamal Lewis (RB), Joe Flacco (QB), Ed Reed (FS), Jonathan Ogden (T) e Ray Lewis (MLB).
Destaques: Joe Flacco (QB), Terrell Suggs (OLB), Ray Rice (RB), Haloti Ngata (DL), Marshal Yanda (G), Chris Canty (DE), Jacoby Jones (WR), Ladarius Webb (CB), Dennis Pitta (TE), Eugene Monroe (T), Torrey Smith (WR), Owen Daniels (TE) e Steve Smith (WR).
Resumo: Jovens, porém muito fortes. Esse é o sempre regular Baltimore Ravens, uma franquia que carrega em seu nome uma homenagem ao lendário poema "O Corvo" de Edgar Allan Poe, que viveu por muito tempo na cidade de Baltimore antes de falecer. Sempre famosa por ter uma linha defensiva estupidamente forte, os Ravens mantém o seu legado de montar uma verdadeira barreira humana para proteger o território. Entretanto, aos poucos a franquia vai renovando algumas peças e perdendo outras. Uma dessas peças que saíram do Ravens foi o OL Michael Oher, que suplantou uma dinastia ao lado de Joe Flacco, seu protegido. Sem ele, os Ravens ficarão mais expostos no ataque durante a nova temporada. Falando em ataque, Flacco continua sua busca pela afirmação entre os melhores quarterbacks da liga. Para essa temporada, o QB de Baltimore terá uma ótima linha ofensiva com Steve Smith, Jacoby Jones, Dennis Pitta, Owen Daniels (uma das melhores transações neste mercado) e o excelente Torrey Smith.





Nome: Cleveland Browns
Fundação: 1946
Estádio: FirstEnergy Stadium
Ordem cronológica: Sempre foi Cleveland Browns.
Super Bowls: 0
Conferências: 0
Divisões: 1971, 1980, 1985, 1986, 1987 e 1989.
Rivais: Pittsburgh Steelers, Cincinnati Bengals, Baltimore Ravens, Baltimore/Indianapolis Colts, Detriot Lions e Denver Broncos.
Ídolos: Frank Minnifield (CB), Hanford Dixon (CB), Bernie Kosar (QB), Gene Hickerson (G), Joe Delamielleure (G), Mike McCormack (T), Bill Willis (MG), Clay Matthews Jr (LB), Bobby Mitchell (WR/HB), Frank Gatski (C), Len Ford (DE), Marion Motley (FB), Lou Groza (K/OT), Leroy Kelly (RB), Dante Lavelli (END), Otto Graham (QB), Paul Warfield (WR), Ozzie Newsome (TE) e Jim Brown (FB).
Destaques: Karlos Dansby (ILB), Jim Leonhart (DB), Miles Austin (WR), Desmond Bryant (DE), Ben Tate (RB), Isaiah Trufant (DB), Josh Gordon (WR), Paul Kruger (OLB) e Johnny Manziel (QB).
Resumo: Uma das franquias mais antigas da liga está há anos numa deriva emocional. Os Browns tiveram na década de 1940, 1950 e 1960 o seu ápice, quando o futebol americano ainda era bastante amador. Virtualmente, o time de Cleveland é bom, mas falta algum tipo de tempero que não é degustado naquela cidade. O principal destaque da equipe sequer é considerado titular, caso do polêmico Johnny Manziel, ou Johnny Football, como preferir. Apesar de terem Josh Gordon, um ótimo prospecto para a posição de wide receiver, a franquia pena e peca muito no setor ofensivo, que ainda precisa de outra peça para alternar com Gordon.



AFC SOUTH (Indianapolis Colts, Houston Texans, Tennessee Titans e Jacksonville Jaguars)













Nome: Indianapolis Colts
Fundação: 1953
Estádio: Lucas Oil Stadium
Ordem cronológica: Boston Yanks (1944-1948), New York Bulldogs (1949), New York Yanks (1950-1951), Dallas Texans (1952), Baltimore Colts (1953-1983) e Indianapolis Colts (1983-presente)
Super Bowls: 1970 (V) e 2006 (XLI)
Conferências: 1958, 1959, 1964, 1968, 1970, 2006 e 2009.
Divisões: 1970, 1975, 1976, 1977, 1987, 1999, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009, 2010 e 2013. 
Rivais: New England Patriots, New York Giants, New York Jets, Houston Texans e Miami Dolphins.
Ídolos: Cato June (LB), Tony Siragusa (DT), Ray Buchanan (DB), Duane Bickett (LB), Gary Brackett (LB), Marcus Pollard (TE), Bob Sanders (S), Bill Brooks (WR), Ray Donaldson (C), Jim Harbaugh (QB), Tarik Glen (OT), Dallas Clark (TE), Chris Hinton (OL), Marshall Faulk (RB), Robert Mathis (DE/OLB), Jeff Saturday (C), Edgerrin James (RB), Dwight Freeney (DE/OLB), Reggie Wayne (WR), Marvin Harrison (WR) e Peyton Manning (QB).
Destaques: Adam Vinatieri (K), Reggie Wayne (WR), Robert Mathis (OLB), Ahmad Bradshaw (RB), LaRon Landry (SS), Donald Thomas (G), Vontae Davis (CB), Hakeem Nicks (WR), Trent Richardson (RB), T.Y. Hilton (WR), Jerrell Freeman (ILB), Arthur Jones (DE), Ricky Jean Francois (DE), Cory Redding (DE), Erik Walden (OLB) e Andrew Luck (QB).
Resumo: O insinuante Indianapolis Colts se reforçou com jogadores experientes para a nova temporada da NFL. Visando uma final de conferência, os Colts assinaram com D'Qwell Jackson (Cleveland), Arthur Jones (Baltimore), Phil Costa (Dallas) e Hakeem Nicks (Giants) para dar um upgrade em setores carentes. Nicks, que não teve uma boa temporada com os Giants no ano passado, será a grande alternativa para Andrew Luck, que já conta com o ótimo T.Y. Hilton. Salientando o quarterback de Indiana, Luck vai para sua terceira temporada com os Colts, após o bom segundo ano na liga durante a temporada passada. Outro jogador que terá que mostrar serviço nesta temporada é o RB Trent Richardson, que custou uma valiosa primeira escolha no draft. Após a desastrosa temporada que fez no ano passado, Richardson precisa correr mais do que correu em Cleveland para recuperar o prestigio que tinha antes de ser contratado pelos Colts. Ao contrário do ataque, a defesa dos Colts continua sólida, mas com alguns desfalques. O principal deles, Antoine Betea, foi para o San Francisco 49rs.
















Nome: Houston Texans
Fundação: 2002
Estádio: NRG Stadium
Ordem cronológica: Sempre foi Houston Texans
Super Bowls: 0
Conferências: 0
Divisões: 2011 e 2012
Rivais: Tennessee Titans, Cincinatti Bengals, Jacksonville Jaguars e Indianapolis Colts
Ídolos: JJ Watt (DE), Johnathan Joseph (CB), Amobi Okoye (DT), Aaron Glenn (DB), Bernard Pollard (DB), Steve Slaton (RB), Owen Daniels (TE), Vonta Leach (FB), Duane Brown (LT), DeMeco Ryans (DE), Jason Babin (DE), Matt Schaub (QB), Brian Cushing (LB), Arian Foster (RB), Andre Johnson (WR) e Mario Williams (DE/OLB).
Destaques: JJ Watt (DE), Danieal Manning (DB), Duane Brown (LT), Brian Cushing (LB), Arian Foster (RB), Kendrick Lewis (CB), Ryan Fitzpatrick (QB), Jadeveon Clowney (LB) e Andre Johnson (WR).
Resumo: A "era Matt Schaub" acabou. O que muitos podem dizer que foi um grande fracasso, na realidade, serve como um parâmetro para medir o quanto os Texans eram competitivos. Com um QB apenas mediano, o time de Houston sempre dava trabalho para as franquias mais veteranas da NFL. Com a contratação de Ryan Fitzpatrick, que também é um QB mediano até que se prove o contrário, a filosofia de trabalho deve ser a mesma (o que pode ser até mais fácil dependendo da "fome" de Andre Johnson). Entretanto, a defesa dos texanos promete ser o grande trunfo para um trabalho nessa temporada. Com Jadeveon Clowney, grande destaque do College, e primeira escolha do draft 2013, os Texans devem levantar um muro completamente forte para segurar os adversários. O ótimo rookie terá como companhia os igualmente ótimos JJ Watt, Danieal Manning, Duane Brown, Brian Cushing e Kendrick Lewis.















Nome: Tennessee Titans
Fundação: 1960
Estádio: LP Field
Ordem cronológica: Houston Oilers (1960-1996), Tennessee Oilers (1997-1998) e Tenessee (1998-presente)
Super Bowls: 0
Conferências: 1999
Divisões: 1991, 1993, 2000, 2002 e 2008
Rivais: Houston Texans
Ídolos: Brad Hopkins (OT), Samari Rolle (CB), Frank Wycheck (TE), Cortland Finnegan (CB), Kyle Vanden Bosch (DE), Chris Johnson (RB), Al De Greco (K), Michael Roos (OT), Albert Haynesworth (DT), Blaine Bishop (S), Kevin Mawae (C), Derrick Mason (WR), Jevon Kearse (DE), Eddie George (RB), Keith Bulluck (LB), Bruce Matthews (C) e Steve McNair (QB). 
Destaques: Nate Washington (WR), Bernard Pollard (SS), Delanie Walker (TE), Shonn Greene (RB), Dexter McCluster (RB), Kendall Wright (WR), Justin Hunter (WR), Michael Griffin (FS), Wesley Woodyard (ILB), Ropati Pitoitua (DE), Coty Sensabaugh (CB), Jurrell Casey (DE), Jason McCourty (CB) e Jake Locker (QB).
Resumo: Os Titans possuem uma equipe experiente e com poucas opções ofensivas. Com um quarterback inconstante e pouco familiarizado com as glórias, o time de Nashville segue sendo aquele time que se contenta apenas em competir. Bernard Pollard e Ropati Pitoitua, ambos jogadores defensivos, são os grandes nomes da franquia, que busca por uma identidade. Para o ataque, apesar de contar com os experientes Nate Washington e Shonn Green, quem mais se destaca é o jovem running back Dexter McCluster. Numa divisão nivelada por baixo, os Titans podem aprontar um brilhareco e tentar atrapalhar o Indianapolis Colts, time mais forte da divisão.






Nome: Jacksonville Jaguars
Fundação: 1995
Estádio: EverBank Field
Apelido: Jags
Ordem cronológica: Sempre foi Jaguars
Super Bowls: 0
Conferências: 0
Divisões: 1998 e 1999
Rivais: Tennessee Titans, Indianapolis Colts, Houston Texans, Miami Dolphins e Tampa Bay Buccaneers
Ídolos: Brad Meester (C), Tony Brackens (DE), Keenan McCardell (WR), Daryl Smith (LB), John Henderson (DT), Marcus Stroud (DT), Mark Brunell (QB), Maurice Jones-Drew (RB), Fred Taylor (RB), Jimmy Smith (WR) e Tony Bosselli (LT).
Destaques: Chad Henne (QB), Chris Clemons (DE), Will Blackmon (CB), Geno Hayes (OLB), Toby Gerhart (RB), Mercedes Lewis (TE), Marquise Lee (WR), Allen Hurns (WR), Sen'DerrIck Marks (DE), Winston Guy (DE), Andre Branch (DT) e Ryan Davis (FS)
Resumo: Após começo horroroso na temporada passada, com uma estiagem de vitórias muito longa, os Jaguars descobriram que alguns dos poucos jogadores decentes que tinha eram realmente bons jogadores. O ataque é fraco, onde o melhor jogador é o tight end Marquise Lewis e um dos piores é o mais importante, o quarterback Chad Henne. Porém, caso a paciência acabe por lá, o jovem Blake Bortles, draftado neste ano, pode ser alçado aos titulares logo de cara. Com um braço muito potente, o rookie ficou famoso no College pelas "big plays" (quando o QB arrisca passes muito longos), algo que o Henne pouco consegue fazer. Entretanto, a defesa é muito boa para forçar turnovers, especialmente fumbles. Chirs Clemons, líder da defesa dos Jags, é um daqueles exemplos de "como seria se estivesse numa equipe 'maior".



AFC WEST (Kansas City Chiefs, Denver Broncos, San Diego Chargers e Oakland Raiders)













Nome: Kansas City Chiefs
Fundação: 1960
Estádio: Arrowhead Stadium
Ordem cronológica: Dallas Texans (1960-1962) e Kansas City Chiefs (1963-presente)
Super Bowls: 1969 (IV)
Conferências: 0
Divisões: 1971, 1993, 1995, 1997, 2003 e 2010
Rivais: Oakland Raiders, San Diego Chargers e Denver Broncos
Ídolos: Abner Haynes (RB), Jamaal Charles (RB), Deron Cherry (FS), Larry Johnson (RB), Willie Lanier (MLB), Dwayne Bowe (WR), Johnny Robinson (S), Trent Green (QB), Buck Buchanan (DT), Otis Tayler (WR), Emmitt Thomas (CB), Bobby Bell (LB), Will Shields (OG), Priest Holmes (RB), Len Dawson (QB), Derrick Thomas (LB) e Tony Gonzalez (TE).
Destaques: Alex Smith (QB), Jamaal Charles (RB), Donnie Avery (WR), Travis Keice (TE), Anthony Fasano (TE), Tamba Hall (OLB), Dontari Poe (NT), Justin Houston (OLB), Allen Bailey (DE), Vance Walker (DT), Josh Mauga (ILB), Eric Berry (SS) e Derrick Johnson (ILB)
Resumo: O inconstante Chiefs agora possui uma grande atração, o kicker brasileiro Cairo Santos! Cairo é o primeiro brasileiro nascido no país a jogar por uma franquia da NFL. Se você está em dúvida sobre qual time torcer, os Chiefs podem ser uma boa opção. O restante do elenco é composto por bons jogadores e péssimos jogadores, o que gera desequilíbrio. O quarterback Alex Smith saiu execrado de San Francisco, porém, ele encontrou em Kansas o seu porto seguro para realizar boas partidas. Jamaal Charles, running back de muita potência, é outro grande nome dessa equipe. No entanto, essa potência toda pode ficar de fora em jogos importantes, já que Charles convive com muitas lesões. O grande trunfo da boa equipe de Kansas é a defesa, que possui destaques em quase todas a posições.













Nome: Denver Broncos
Estádio: Sport Authority Field at Mile High
Fundação: 1960
Ordem cronológica: (1960-presente)
Super Bowls: 2
Conferências: 1977, 1986, 1987, 1989, 1997, 1998 e 2013
Divisões: 1977, 1978, 1984, 1986, 1987, 1989, 1991, 1996, 1998, 2005, 2011, 2012 e 2013
Rivais: Kansas City Chiefs, Oakland Raiders, San Diego Chargers, Pittsburgh Steelers, Cleveland Browns e New England Patriots
Ídolos: Ed McCafery (WR), Mark Schlereth (G), Tom Jackson (LB), Lewis Wright (CB), Karl Mecklenburg (LB), Howard Griffith (FB), Champ Bailey (CB), Jason Elam (K), Floyd Little (RB), Steve Atwater (S), Gary Zimmerman (LT), Randy Gradishar (LB), Shannon Sharpe (TE), Rod Smith (WR), Terrell Davis (RB), Peyton Manning (QB) e John Elway (QB).
Destaques: Peyton Manning (QB), Julius Thomas (TE), Demaryius Thomas (WR), Emmanuel Sanders (WR), Montee Ball (RB), Wes Welker (WR), Brandon Marshall (OLB), Nate Irving (MLB), T.J. Ward (SS), Von Miller (OLB), DeMarcus Ware (DE), Malik Jackson (DE), Aqib Talib (CB), Quinton Carter (SS) e Rahim Moore (FS).
Resumo: O atual vice-campeão do Super Bowl, o Denver Broncos, continua com um excelente time, comandado pelo grande Peyton Manning. Com um ataque muito poderoso, com o já mencionado quarterback, Julius Thomas, Wes Welker e Demaryius Thomas são grandes destaques com grandes recordes e estatísticas. Recém-chegado à Denver, Emmanuel Sanders, ex-Steelers, se encaixou rapidamente no plano da equipe e já incomoda a posição de Wes Welker, notório WR que se envolveu com medicamentos impróprios durante a pré-temporada. Times ofensivos costumam sofrer na defesa, certo? Pois é, antigamente esse problema assolava os Broncos, mas John Elway certificou-se em correr atrás de reforços para o setor, como Aqib Talib (ex-Patriots), T.J. Ward (ex-Browns) e DeMarcus Ware (ex-Dolphins). Balanceado, os Broncos continuam fortes e cada vez mais favorito para abocanhar uma vaga no Super Bowl.







Nome: San Diego Chargers
Estádio: Qualcomm Stadium
Fundação: 1960
Apelido: The Bolts
Ordem cronológica: Los Angeles Chargers (1960-1961) e San Diego Chargers (1961-presente)
Super Bowls: 0
Conferências: 1994
Divisões: 1979, 1980, 1981, 1992, 1994, 2004, 2006, 2007, 2008 e 2009
Rivais: Kansas City Chiefs, Oakland Raiders e Denver Broncos
Ídolos: Chuck Muncie (RB), Gill Byrd (DB), Gary Garrison (WR), Jamal Williams (DL), Phillip Rivers (QB), John Hadl (QB), Wes Chandler (WR), Leslie O'Neal (DL), Walt Sweeney (OG), Charlie Joiner (WR), Antonio Gates (WR), Ron Mix (OT), Dan Fouts (QB), Kellen Winslow (TE), LaDainian Tomlinson (RB), Junior Seau (LB) e Lance Alworth (WR).
Destaques: Phillip Rivers (QB), Donald Brown (RB), Ryan Matthews (RB), Antonio Gates (WR), Eddie Royal (WR), Keenan Allen (WR), Malcom Floyd (WR), Eric Weddle (FS), Manti Te'o (ILB), Brandon Flowers (CB), Corey Liuget (DE), Melvin Ingram (OLB), Marcus Gilchrist (SS), Jeremiah Attaochu (OLB), Kendall Reyes (DE) e Dwight Freeney (OLB).
Resumo: Tudo depende de como Phillip Rivers vai se sair. O contestável quarterback de San Diego é capaz de ir do céu ao inferno com a rapidez de uma carroça descendo uma ladeira. No entanto, as opções ofensivas do Rivers são excelentes, como Gates, Royal, Allen e Floyd. Para o jogo corrido, Rivers também conta com os dois ótimos nomes de Donald Brown e Ryan Matthews. Rivers tem um braço muito forte, capaz de lançar big plays ao estilo Ben Roethlisberger, mas o que o que deixa o torcedor californiano vermelho de raiva é que o QB não consegue ornar com a equipe mesmo tendo uma linha ofensiva que o protege até o último segundo. Outro ponto que destoa nos Chargers é a defesa, que é um pouco lenta para correr atrás dos WRs adversários. Com uma secundária formada por dois ótimos safeties, Weddle e Te'o, além do CB Brandon Flowers, a produção de turnovers (se é que podemos colocar dessa maneira) é responsável por de interceptar passes certeiros, que geralmente salva o time de San Diego na partida.













Nome: Oakland Raiders
Estádio: O.co Coliseum
Fundação: 1960
Apelidos: The Silver and Black, The Men in Black e America's Most Wanted
Ordem cronológica: Oakland Raiders (1960-1981), Los Angeles Raiders (1982-1994) e Oakland Raiders (1995-presente).
Super Bowls: 1976 (XI), 1980 (XV) e 1983 (XVIII)
Conferências: 1976, 1980, 1983 e 2002
Divisões: 1970, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1983, 1985, 1990, 2000, 2001 e 2002
Rivais: Kansas City Chiefs, Denver Broncos, Pittsburgh Steelers, San Diego Chargers, Seattle Seahawks, San Francisco 49rs e New England Patriots
Ídolos: Bo Jackson (RB), Todd Christensen (TE), George Atkinson (S), Fred Biletnikoff (WR), Steve Wisniewski (OG), Mike Haynes (CB), Lester Hayes (CB), Ted Hendricks (LB), Jack Tatum (S), Willie Brown (CB), Jim Plunkett (QB), Howie Long (DE), Marcus Allen (RB), Ken Stabler (QB), Jim Otto (C), Tim Brown (WR), Art Shell (LT) e Gene Upshaw (LG)
Destaques: Derek Carr (QB), Darren McFadden (RB), Maurice Jones-Drew (RB), James Jones (WR), Mychal Rivera (TE), Rod Streater (WR), Tyvon Branch (SS), Charles Woodson (FS), Khalil Mack (OLB), Justin Tuck (DE), C.J. Wilson (DE) e T.J. Carrie (CB)
Resumo: Fortíssimo candidato para escolher o melhor jogador do Draft 2015. Para você que está chegando agora isso pode parecer encantador, no entanto, isso significa que o Raiders é muito cotado para ter uma das piores campanhas da temporada. Os "homens de preto" costumavam amedrontar muitos times da AFC em seus tempos áureos na década de 1980, porém, atualmente o que mais assusta é a fragilidade da franquia, que apesar de tudo, conta com "nomes de peso" em posições importantes. Algumas franquias que estão mais cotadas que os Raiders adorariam ter em seu elenco jogadores como Maurice Jones-Drew, um running back minúsculo que é capaz de furar qualquer parede, um safety como Charles Woodson, que marcou época na defesa de Green Bay, um outside linebacker como Khalil Mack, que faria muitos estragos jogando por outra equipe, além de Justin Tuck, um defesive end brutal e esmagador. Entretanto, roster (plantel) também é receado de jogadores abaixo da média, que acabam por derrubar qualquer chance de reação do outro time da Califórnia.

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