Postado Por : Caio Nascimento 8.9.15

O futebol americano é um esporte fascinante. Embora ainda tenha uma resistência com o esporte, muitos brasileiros se apaixonaram pela NFL, especialmente. Os jogos são emocionantes, os jogadores são verdadeiros atletas, as franquias são incríveis e competitividade é enorme, porém, existe um detalhe que vários torcedores e fãs do futebol americano se deleitam: os apelidos.

São vários apelidos, e geralmente um é melhor do que o outro devido a grande criatividade e história, que muitas vezes são cômicas, sobre o apelidado. Confira abaixo uma lista com os 50 apelidos mais famosos dos jogadores de futebol americano! 


Chad "Ochocinco" Johnson

Algumas pessoas levam uma marca muito mais a sério do que deveriam. Chad Johnson é uma dessas pessoas. O famoso WR, que atuou pelos Bengals e Patriots, constantemente usava a camisa 85. O que aconteceu? Ele gostava tanto de ser reconhecido como "o 85" que resolveu transformar o número da camisa em seu nome. Sim, o nome completo do cara é Chad Ochocinco (oitenta e cinco, em espanhol) Johnson.


William "Refrigerator" Perry














William Perry, a Geladeira. Na modesta opinião desse blog, esse é um dos grandes apelidos da história do esporte. O lendário DT do Chicago Bears recebeu o apelido de "geladeira" enquanto quando era jogador da Universidade de Clemson, porque chegou um tempo em que ele chegou a pesar quase o dobro do peso ideal. Porém, mesmo pesando tanto, Perry "The Fridge" era um DT tão ágil que chegou a jogar de full back.


Devin "Anytime" Hester

Ele está em todo lugar e a qualquer hora no gramado. É sempre bom ter um jogador tão confiável assim no seu roster. Devin Hester, por sempre estar lá quando o time precisa, sendo running back, wide receiver e punt returner, ganhou esse apelido (anytime em inglês é "a qualquer hora") justamente por corresponder com as expectativas.


Marshawn "Beast Mode" Lynch

É praticamente impossível parar o running back de Seattle. Se você joga video game, provavelmente deve ter feito a relação com os modos de jogo: easy (fácil), medium (médio) e hard (difícil). Nesse jogo da vida onde o objetivo é parar o Marshawn Lynch, o nível é sempre o da besta.


Jack "The Assassin" Tatum

Feroz na marcação e preciso na estocada para interceptar um passe. O apelido de "Assassino" que Jack Tatum, ídolo do Oakland Raiders, recebera lhe qualifica como um dos maiores safeties da história da NFL.


Brian "Crushing" Cushing

Qual a principal função de um linebacker? Esmagar o quarterback. Brian Cushing, uma das referências nessa função na NFL, faz isso muito bem. Que tal fazermos um trocadilho? Cushing por "Crushing" (Esmagando) soa bem, não?


"Big" Ben Roethlisberger















Ele é alto, desengonçado, pesado, porém, extremamente importante. Bem parecido com o grande relógio inglês, símbolo da cidade de Londres. Roethlisberger, assim como o relógio, é um símbolo da cidade de Pittsburgh. Um dos apelidos mais óbvios, porém extremamente propício a esse enorme quarterback.


"Broadway Joe" - Joe Namath




















O grande prospecto do draft aterrizou em Nova Iorque, a cidade do glamour e do dinheiro. Com um baita contrato assinado com o New York Jets, não demorou muito para a revista Sports Illustrated fazer uma matéria de capa com o menino de ouro. E qual cenário mais glamouroso e imponente em Nova Iorque do que a Broadway para ilustrar a capa? Não existe.


Walter "Sweetness" Payton

Um dos maiores running backs da história da NFL, Walter Payton, era famoso por ser durão, forte e destemido. No entanto, ex-jogador do Chicago Bears tinha uma voz extremamente macia, doce até certo ponto. Então, por que não chamá-lo de "Doçura"? Sarcástico e inteligente. E um dos melhores apelidos dessa lista.


"Mean" Joe Greene




















Outro lendário jogador de defesa do Steelers possui um grande apelido, o "Malvado" Charles Greene. O defensive tackle ganhou o apelido, obviamente, por ser um terror para os rivais dentro de campo. No entanto, nos tempos de College, onde o jogador atuara pelo North Texas State, uma universidade que usava a cor verde como uniforme, Greene fizera parte do sistema defensivo que ficou conhecido como "Mean Green". A coincidência pegou logo de cara nos primeiros anos do jogador pela NFL, quando alguns torcedores confundiram o apelido da defesa de North Texas State com o sobrenome de Joe Greene. Afinal, por que Joe, então? Mean Joe é melhor do que Mean Charles. Pois é, apenas por isso.


Deion Sanders "Prime Time"

Deion Sanders era um prodígio em qualquer esporte. Tanto é que, durante o seu tempo de High School, ele fora apelidado por um amigo de "Prime Time" (Horário Nobre) por ser um monstro jogando futebol americano, basquete, baseball e corrida. Não é necessário dizer o que aconteceu depois que ele se tornou um atleta profissional, não é?


Roger Staubach "Captain Comeback"

O maior quarterback da história do Dallas Cowboys possui uma história sensacional. O apelido de "Capitão Virada" é extremamente propício, já que os Cowboys venceram inúmeras partidas sob seu comando após estarem perdendo. Sua precisão e "sorte" sempre chamaram a atenção, mas, um dos motivos para que ele recebesse esse apelido, fora porque antes de entrar na NFL, o "Capitão Virada" serviu a Marinha Americana durante o período do College. Além disso, Staubach lutou na guerra do Vietnam.

Reggie White "The Minister of Defense"

Originalmente, o apelido de Reggie White surgiu porque o DL era ministro de uma igreja batista americana. No entanto, como o futebol americano é um jogo muito brusco, muitos torcedores do Green Bay Packers levaram esse apelido para o lado bélico, sendo ao pé da letra o "Ministro da Defesa".


Jerome "The Bus" Bettis


















Jerome Bettis, "o Ônibus", tem um apelido auto-explicativo. O gigantesco DT que marcou época com o Pittsburgh Steelers ganhou esse apelido enquanto estudava na faculdade Notre Dame. Todavia, Bettis era chamado de Ônibus também por ser difícil de ser parado quando começava a pegar velocidade, e, obviamente, quem estivesse na frente seria carregado pelo jogador.


Calvin "Megatron" Johnson















Roy Williams, companheiro de equipe de Calvin Johnson no Detroit Lions, após anos de convivência com o wide receiver, teve certeza de uma coisa: o gigantesco jogador não é um ser humano comum, ele é um robô disfarçado igual o Megatron, um Transformer do mal.


Christian Okoye "The Nigerian Nightmare"

Okoye foi um dos grandes running backs da NFL numa época em que vários running backs apareciam no mercado. Nascido em Enugu, na Nigéria, o ídolo do Kansas City Chiefs só começou a jogar futebol americano em 1984, após ficar famoso por ser um excelente corredor. Forte e quebrador de tackles, Okoye recebera o apelido de "Pesadelo Nigeriano" por destruir várias defesas ao longo de sua curta carreira de cinco anos na liga profissional.


Adrian "Purple Jesus" Peterson

Hoje soaria bastante inapropriado, e bastante estranho, você chamar o Adrian Peterson de "Jesus Roxo", especialmente após o caso de violência doméstica entre ele e o filho. No entanto, antes desse episódio lamentável, Peterson era o maior jogador da história do Minnesota Vikings, e esse apelido era justamente porque num time ruim de doer ele era capaz de transformar as partidas em prol de sua equipe. Atualmente, o lendário running back está sem clube e espera um julgamento.

George Halas, "The Papa Bear"

George Halas foi jogador, treinador, fundador e pioneiro no futebol americano. Halas fundou o Chicago Bears e co-fundador da NFL. Com os Bears, ele foi wide receiver e defensive end ao mesmo tempo (!!!) antes de largar o gramado para ser apenas head coach. No comando da equipe ele venceu oito títulos de divisão, e dois como presidente. Nada mais justo do que ser conhecido como "Papai Urso", né?

Darrelle Revis, "The Revis Island"

Se você olhar o mapa de calor desse grande cornerback do New York Jets você encontrará um grande círculo vazio, onde nenhum jogador costuma entrar. E quem entra nessa "ilha" costuma se dar mal, muito mal.


Tom "Terrific" Brady

Quatro vezes campeão do Super Bowl, três vezes MVP, duas vezes MVP da Liga, 10 vezes no Pro Bowl, seis vezes campeão da AFC (conferência), maior índice de passes acertados na história em jogos de playoffs (em 20 tentativas), mais aparições em jogos de playoffs (29), maior vencedor em jogos de playoffs (21), maior passador para touchdowns em playoffs (53), maior ganhador de jardas em playoffs (7,345), mais passes completos em playoffs (683), além de vários outros recordes. Tom "O Incrível" é auto-explicativo e um tanto apelativo quando se é mostrado os porquês.


Jerry "World" Rice

Simplesmente o maior wide receiver de todos os tempos. O apelido de "Mundo" é porque não existia sequer uma bola no mundo que esse espetacular jogador não pudesse agarrar.



Terry Bradshaw, "The Blonde Bomber"

O maior quarterback da história do Pittsburgh Steelers era responsável por atirar verdadeiros mísseis, ou verdadeiras bombas. A famosa "big play", que é tão falada hoje em dia, ficou famosa com esse quarterback, que pouco andava. Ao invés disso, Bradshaw, "O Bombardeiro Loiro", arriscava passes de 50, 60, 70 metros de distância e com precisão.


Doug "Muscle Hamster" Martin




















Um dos maiores prospectos do draft de 2012, Doug Martin, da Universidade de Boise State, tinha um apelido bastante engraçado durante sua participação no College: "Hamster Musculoso". O running back é uma das poucas armas efetivas do Tampa Bay Buccaneers desde 2012.



Elroy Hirsch "Crazy Legs"

















O lendário jogador do finado L.A. Rams ganhou esse apelido depois que um jornalista o viu jogar pela Universidade de Wisconsin. O jornalista, em questão, ficou espantado com a velocidade e também pela forma como Hirsch corria. Segundo ele, as pernas de Hirsch giravam em seis direções diferentes.


David "Deacon" Jones

O Hall of Famer, David Deacon Jones, tem um nome extremamente respeitado na NFL. Considerado o maior nome do L.A. Rams, o defensive end escolheu apelidar-se logo quando entrara na equipe. O motivo? Havia muito "David Jones" na lista telefônica de Los Angeles, e ele não queria ser apenas mais um Jones em LA. Além disso, o jogador, que era um homem muito religioso, confessou que escolheu "Deacon" (Diácono) porque o mundo do futebol é bastante violento.



Kenny "The Snake" Stabler

Outro grande Hall of Famer, Ken Stabler, que venceu o Super Bowl XI com o Oakland Raiders, ganhou o apelido de "Cobra" justamente por uma jogada que não é a principal característica de um quarterback. Durante o High School, Stabler driblou vários oponentes para anotar um touchdown de corrida. Nesse processo de "esgueiramento", o treinador de Stabler, na época, o batizou de Cobra. O apelido pegou tão bem que Stabler criou uma bebida com o nome de Snake Venon (Veneno de Cobra), que foi um verdadeiro sucesso no Alabama (sua cidade natal) e em Oakland. 



Shawne "Lights Out" Merriman

Merriman era tão insano, mais tão insano, que chegou a apagar QUATRO rivais numa disputa de bola durante um jogo no High School. Depois desse incidente, Merriman ficou conhecido como Lights out, que significa "Apagar a Luz". O linebacker continuou insano até ser draftado pelo Chargers, franquia que ele defendera por 5 temporadas. Durante esse período, Merriman colecionou prêmios, indicações, sacks e inúmeras polêmicas fora dos gramados, que de tão insanas que eram, foram capazes de fazer com que o jogador se aposentasse após sete temporadas na liga.



Jevon "The Freak" Kearse

Um grande defensive end que nunca ganhou um Super Bowl. Jevon Kearse, apesar disso, fora um "Monstro" enquanto esteve na NFL. Medindo 1,93m e 120kg, o "Monstro", ou "Coisa", era impressionantemente rápido e quase impossível de ser batido, já que sua envergadura se expandia quando o jogador saltava. Kearse era um verdadeiro paredão.


Carnell "Cadillac" Williams

Williams ganhou o apelido de Cadillac quando era o principal running back de Auburn. Um jornalista ficou impressionado pela forma como Williams corria e se esgueirava por baixo dos oponentes.


Floyd "Pork Chop" Womack

Ele era gordo, forte e vivia comendo costeletas de porco. Não demorou muito pro apelido de "Costeleta de Porco" pegasse em Womack, que era o protótipo perfeito para um guard.



Billy "White Shoes" Johnson

A segregação racial sempre fora um grande problema nos Estados Unidos. O wide receiver, que atuou por Houston Oilers, Atlanta Falcons e Washington Redskins, ganhou o apelido de "White Shoes" quando ele pintou os seus sapatos de branco, pois usar sapatos brancos era sinal de "gente de classe" ou "gente rica", algo que não era "permitido" para os negros, especialmente na época em que Johnson estava no High School. O jogador ficou famoso pelo gesto, e seu apelido o seguiu até a NFL.



Johnny "Football" Manziel













Ele é baixinho (para um quarterback), folgado, ligeiro e saliente. Logo chamou a atenção no College por seus atributos, além de ter defendido uma das universidades mais famosas da NCAA, a Texas A&M. Fora isso, Johnny Manziel era muito bom no College, muito bom mesmo, feito para o "football". Ah, o marrento quarterback registrou o seu apelido de "Football".


Darren McFadden "Run DMC"





















Um running back que salva a franquia de fiascos atrás de fiascos. Um grupo lendário de hip hop, que influenciou várias pessoas na década de 80 e 90. Qual a principal função de um running back? Correr. Quais são as iniciais do nome de Darren Mc Fadden? DMC. Pegaram o trocadilho?


BenJarvus Green-Ellis "The Law Firm"

Repare bem no nome desse running back que já atuou por New England Patriots e Cincinnati Bengals. Reparou quantos nomes, na realidade, ele tem? Pois é, geralmente uma firma de advocacia também tem vários nomes, assim como Green-Ellis.


Tyrann Mathieu "Honey Badger"













A cara de Tyrann Mathieu já é auto-explicativa sobre esse apelido de "Ratel" (é uma espécie de furão nervoso, nativo especialmente dos Estados Unidos). Considerando que ele é um free safety, posição na qual o jogador precisa ser ligeiro e nervoso, o apelido é bastante apropriado.


Terrence Knighton "Pot Roast"



















O roliço nose tackle do Washington Redskins é um verdadeiro amante da culinária americana. O tamanho entrega o quanto esse jogador ama comer. No entanto, seu apelido de "Carne Assada" vem da época em que ele defendera o Jacksonville Jaguars, quando ele era apenas um rookie. Estavam todos os jogadores voltando de uma longa viagem de avião, quando a aeromoça perguntou "carne assada?" e Knighton respondeu rapidamente "aqui!", como se fosse uma chamada escolar. Um dos colegas de Knighton ouviu e sentenciou: "Esse é o seu nome? Vou te chamar assim pra sempre!", e Knighton respondeu: "Tanto faz". O resto é lenda.


O.J. Simpson "Juice"

Um dos maiores running backs da história do Buffalo Bills, O.J. Simpson, adquiriu o apelido de "Suco" porque a abreviação de OJ (Orenthal James) é similar a Orange Juice (Suco de Laranja), além de "Juice" ser uma gíria para energia.


Ryan "Fitzmagic" Fitzpatrick

O famoso Ryan Fitzpatrick causa emoções díspares em alguns torcedores do futebol americano. O quarterback até que teve bons momentos pelo Buffalo Bills no começo de sua jornada pelo clube nova-iorquino antes da derrocada. O jogador teve passagens inconstantes por St. Louis Rams, Cincinnati Bengals, Bills, Tennessee Titans, Houston Texans e agora está no New York Jets. Por ser bastante inconstante, além de produzir erros crassos, muitos torcedores dessas equipes acabaram mudando o Fitzmagic para Fitztragic. Qual você prefere?


Drew "Breesus Christ" Brees





















Mais um caso de messias na NFL. Todavia, Drew Brees realmente mudou toda a história do New Orleans Saints com o Super Bowl XLIV. Assim como Jesus, Brees também ressuscitou, só que para o futebol, após uma grave lesão enquanto era jogador do San Diego Chargers, que não acreditou em sua recuperação. Brees, que chegou ao Saints em 2006, foi o grande responsável pela redenção do New Orleans Saints, um dos maiores sacos de pancada da história da liga, num timaço de dar gosto em assistir.


Frank Gore, "The Inconvenient Truth"

Você se lembra do Al Gore, que perdeu a eleição presidencial para o George Bush? Pois é, ele fez aquele famoso documentário "The Inconvenient Truth" (A Verdade Inconveniente), que todo mundo teve de assistir na escola e que falava sobre os males do homem contra o meio-ambiente. Pois bem, Frank Gore, running back que marcou época no San Francisco 49rs, recebera esse apelido de um jornalista, que foi além do óbvio (de ambos terem o mesmo sobre nome), já que ele achava que Gore punia cruelmente as defesas adversárias, tal como a verdade no filme.


J.J. Watt "The Milkman"

O genial defensive end dos Texans recebera esse apelido em 2012 do colega de equipe Conor Barwin. O motivo de "Leiteiro"? Porque o leiteiro sempre comparece (em inglês, a palavra 'deliver' também pode ser traduzida como 'comparecer' ou 'corresponder às expectativas'). Além disso, segundo Barwin, Watt é tão branco quanto um leiteiro.


Julian Edelman "Minitron"

A NFL tem o Megatron (Calvin Johnson) e também o Minitron. No começo, Julian Edelman, que era apenas chamado de "Esquilo" pelos companheiros de New England Patriots, não gostou muito da brincadeira, porém, depois que o apelido ficou famoso após Tom Brady espalhá-lo em rede nacional, o wide receiver levou a brincadeira a diante. O motivo de ele ser chamado de Minitron é simples: o tamanho. Apesar de ser baixinho, o wide receiver é um jogador de suma importância no roster patriota.


Andre "The Natural" Johnson

O atual wide receiver do Indianapolis Colts é um verdadeiro atleta. Johnson é aquela típica pessoa que poderia praticar e ser ótimo em qualquer esporte que escolhesse. Rápido, alto e preciso, Andre Johnson foi por anos a maior arma e esperança do Houston Texans, que depositava todas as suas chances de classificação no talento natural de Johnson.


Nick Foles "Napoleon Dynamite"

















Olha a foto, por favor. Ele é idêntico ao personagem de Jon Heder, Napoleon Dynamite, no engraçadíssimo filme alternativo cujo título é o nome do próprio personagem. Foles levou tão bem a brincadeira que, assim como o seu sósia no filme, ele começou a usar a famosa camisa "vote for Pedro" em todo lugar que ia. Aliás, assista a esse filme!


Maurice Jones-Drew "Pocket Hercules"

MJD é um dos jogadores mais baixos da liga (1,76m), mas sua altura não o impede de ser um dos mais fortes da NFL. Com suas poderosas corridas, Jones-Drew conquistou o respeito de todo mundo no futebol americano após várias carregadas e quebradas de tackle épicas desde o seu recrutamento.


Marques "The Quiet Storm" Colston

Colston não é um homem de muitas palavras, porém, quando ele entra em campo suas habilidades falam por si próprios. Seus índices e recordes o levaram a conquistar um lugar especial no coração de todos os torcedores do New Orleans Saints, que lhe batizaram com o apelido de "Tempestade Quieta (Calma)".


Peyton Manning "The Sheriff"

Esse apelido foi condecorado a Manning pelo locutor Jon Gruden, fã assumido dessa lenda do futebol americano. O motivo de ser chamado de "Xerife"? Independente do estádio, Peyton Manning vai lá e rege a sua lei sem se importar com ninguém.


Richard "Shermanator" Sherman

Um dos melhores cornerbacks da liga recebera esse apelido porque é praticamente impossível escapar de suas garras na marcação, e muito menos conseguir acertar um passe em seu campo de ação. Richard "Shermanator" Sherman é um verdadeiro pesadelo para os inimigos, assim como o Exterminador do Futuro (The Terminator).


Cam Newton "The Superman"




















O quarterback do Carolina Panthers recebera esse apelido por causa de sua força descomunal enquanto era o QB de Auburn. Cam Newton é tão forte, mais tão forte, que todo arremesso normal dele parece ser uma big play. Se por um lado isso é bom, pelo outro já passou da hora do Superman dosar um pouco mais a sua força, porque nem todos os recebedores são capazes de segurar as bombas que ele geralmente manda.


Wes Welker "The Slot Machine"

O lendário ex-wide receiver do New England Patriots, e que também tivera ótimo final de carreira no Denver Broncos, era capaz de fazer qualquer coisa no slot (formação de ataque entre a linha ofensiva e o jogador mais próximo da linha lateral. Geralmente essa área é ocupada por um wide receiver, um running back ou um tight end). Assim como no trocadilho com a palavra caça-níquel (slot machine), onde você quase sempre sairia com um prêmio, Welker, especialmente nos tempos de Patriots, costumava causar o caos e a felicidade dos torcedores.

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